Espero viver e correr
Por entre montanhas e rios
Espero sorrir e cantar
Entre as manhãs mais assustadoras
Espero crescer e encristar-me
Na noite mais aguçada
Só gosto de viver como um louco
Gosto de percorrer a cidade
Onde as pessoas são feias e preguiçosas.
Onde ir quando já ninguém te liga!
Ás vezes a melhor saída
Está escondida na estrada!
Quero sempre o melhor para mim
A manhã mais esquisita
O meu sonolento olhar
Expressa-se mais do que aquilo que deve
E sem teu calor
Durmo ao relento na noite!
Espero criar sendo criado
Nas mais famosas entranhas da cidade
Espero manter a esperança
De que nada pode ser pior
Não, oh não!
domingo, 30 de dezembro de 2007
quarta-feira, 26 de dezembro de 2007
Será verdade?
Não me importa se me aleija
Não quero saber da decência
Não quero saber da moral
Quero mais é que o respeito se foda
Sobre lençóis de flanela azul!
Alguém me disse
Tens a vida que queres ter!
Sempre me guiei por essa regra!
Esforça-te que vais conseguir
Dentro de mim
Meu coração palpita!
Então vem dançar comigo!
Eu tenho a vida, mas bem escondida
Para ninguém a conseguir ver!
Ei tu
Sim tu
Que pensas ter a felicidade geral
Alguém conseguirá entender-me?
Porque a música
É toda ela
Uma alegoria imensa
Que nos atira para a mais alta montanha!
Ninguém nunca me compreende,
Mas a música sim!
Para sempre rogando
Por pecadores passados
Que sua marca foram deixando!
Dentro de ti
Tudo a arder!
Ninguém me consegue alcançar!
Ou consegue?
Estas palavras falam por si!
Não quero saber da decência
Não quero saber da moral
Quero mais é que o respeito se foda
Sobre lençóis de flanela azul!
Alguém me disse
Tens a vida que queres ter!
Sempre me guiei por essa regra!
Esforça-te que vais conseguir
Dentro de mim
Meu coração palpita!
Então vem dançar comigo!
Eu tenho a vida, mas bem escondida
Para ninguém a conseguir ver!
Ei tu
Sim tu
Que pensas ter a felicidade geral
Alguém conseguirá entender-me?
Porque a música
É toda ela
Uma alegoria imensa
Que nos atira para a mais alta montanha!
Ninguém nunca me compreende,
Mas a música sim!
Para sempre rogando
Por pecadores passados
Que sua marca foram deixando!
Dentro de ti
Tudo a arder!
Ninguém me consegue alcançar!
Ou consegue?
Estas palavras falam por si!
terça-feira, 25 de dezembro de 2007
4 Palavras!
Estou aqui sozinho
A merda que deve sair
É meu estandarte
Foda-se
Nunca nada corre direito
Foda-se!
Cala-te não me conheces
Como podes guinchar se não és o porco?
O serás!
Hurt
Será que tal será verdade
Tenho de pensar naquilo que sou
Desisto de ser
A besta feliz que sempre te degenerou!
São só quatro palavras
Que descrevem minha existência!
“Quero que te fodas!”
A merda que deve sair
É meu estandarte
Foda-se
Nunca nada corre direito
Foda-se!
Cala-te não me conheces
Como podes guinchar se não és o porco?
O serás!
Hurt
Será que tal será verdade
Tenho de pensar naquilo que sou
Desisto de ser
A besta feliz que sempre te degenerou!
São só quatro palavras
Que descrevem minha existência!
“Quero que te fodas!”
domingo, 23 de dezembro de 2007
Que estarei a fazer aqui?

Carregando bebés
Lavando a roupa no rio
Sempre com os bebés ao colo
Não esquecer esta parte
É a que mais gosto
Os rios são parábolas de insucesso
Em seus braços
Carrego minhas constantes desilusões
Tudo tem de ser desta forma!
Entre linhas minha mente
Escreve maravilhas!
Na realidade a doentia imagem de mim
Não desaparecerá nunca!
Caminho alegre entre as chamas da manhã
Frio e inconstante
Uma pedra em qualquer sapato
Algo perdido
Nunca me encontrei
Violado na alma
Era ainda muito pequeno
Tiraste-me a luz!
Ás vezes tudo me enfadonha de mais!
Ás vezes, vês-me na absoluta alegria!
Calcula que é Carnaval!
Também quero ver a luz!
Nada do que faço é bem!
Ás vezes tudo me enfadonha
Quero correr e um dia
Nunca mais voltar a ser!
Perdoa esta minha atitude
Mas a manhã há muito morreu em mim
Esquece, sinto-me cansado
O meu tempo hoje
Chegou ao fim
Foge de mim!
Desculpa
A manhã é sempre traiçoeira!
Batendo-me fortemente!
No chão grito como louco!
No chão!
Deixa-te fugir de mim!
Estou perdido, não posso ser encontrado!
Levo-me para longe,
Dizem que os mortos tresandam!
quinta-feira, 20 de dezembro de 2007
Época que passamos
Desconheço por completo qual a razão que motiva este meu estado especialmente deprimido durante a época natalícia! Sinto que na minha vida, nada funciona como deve ser desde meu cérebro até meu dia a dia. O mais banal e improdutivo dia de sempre, todos os dias desta época em especial!
Carrego nesta altura um enorme “saco” de lágrimas, sinto-me perdido, embriagado, sozinho e penoso! Não sou aquele que sou nestas alturas, pareço mais uma auto-estrada! Um aniquilar da alegria me invade, em sublinhada quantidade na noite em que se comemora a véspera de natal!
Não, sequer, consigo disfarçar este mal-estar e torno-me ainda mais anti-social do que o que já sou! Onde ir depois de admitir isto, agora que preciso de ti!
Um sangue inflamado, uma paciência destruída, a emoção morrer, estou realmente a afundar-me! O menino tem meus olhos, eu sei! Foda-se, confundi-me sou eu! O que terei á minha espera quando o rio escorrer!
Carrego nesta altura um enorme “saco” de lágrimas, sinto-me perdido, embriagado, sozinho e penoso! Não sou aquele que sou nestas alturas, pareço mais uma auto-estrada! Um aniquilar da alegria me invade, em sublinhada quantidade na noite em que se comemora a véspera de natal!
Não, sequer, consigo disfarçar este mal-estar e torno-me ainda mais anti-social do que o que já sou! Onde ir depois de admitir isto, agora que preciso de ti!
Um sangue inflamado, uma paciência destruída, a emoção morrer, estou realmente a afundar-me! O menino tem meus olhos, eu sei! Foda-se, confundi-me sou eu! O que terei á minha espera quando o rio escorrer!
quarta-feira, 12 de dezembro de 2007
Deixa-me

“Quanto mais rápido for o teu tempo
Mais rapidamente te chegas á chama
Que manchará a tua vida.
Não te deixes cair na lama!
Dizem os antigos
Que a lama purifica o ser!
Uma ferida
Um estigma
Mas com intelecto!
Nada mais á para mim
Do que promessas malucas
E vazias de sentido!
Tem cuidado criminoso
Serei sempre a tua sombra
Serei sempre sabedor!
Será que realmente pensavas
Que me ia importar?
Será que pensavas
Que minha paciência é eterna?
Não és a primeiro a cair
Mas foste a primeira a se queixar
E a fazer-me importar
Deixa-me ser triste!
E tu dizes:
“Isso é absurdo!”
Deixa-me aqui sozinho
Fechado no fumarento quarto
Apenas com uma vela acesa
Deixa-me neste mundo de paz
Sem qualquer maldade,
Que não a minha!
E com essa lido eu bem!
Voo alto nas montanhas
Só aí não tenho vertigens!
Sinto o cheiro do mais puro temer!
Onde ser a carreira mais incipiente
Que não na montanha!
Deixa-me aqui neste meu mundo
Isolado
Retirado
Afastado!
Deixa-me “Amor”
Nunca mais te darei crédito!
Jamais amarei outra vez!
segunda-feira, 10 de dezembro de 2007
Sentado

Lua
Noite
Estranha vivência
Que me caracteriza
Eles vivem e morrem
Perto do lago!
Tão aparentemente felizes
Escondem mentiras assassinas
E noites de penar!
As aves vagueiam
E sentem o fluir das mentes,
As estradas em chamas!
“Voem para alto!
Isso é pessoal!”
As doentes imagens de pesar
Que carrego em meus ombros
São céus pintados por crianças
Quando comparadas com estes segredos!
Fotografia de Inverno!
Caminha e lembra-me das noites irreais
Sento-me toda a noite,
Falando
Pensando…
Lembro-me de todos os que caíram por terra!
Conto-te uma história
Sobre homens e violência de espírito
Dou-te imagens que o mundo não vende sequer!
Acabo por te assegurar
Que se não me ouvires,
Não te entrego o teu final!
Posso ver um grande futuro nos meus encantos semanais!
Mas assusta-me a realidade,
Prefiro ficar sentado,
Falando,
Pensando…
Lembrando-me de todos que caíram por terra!
quinta-feira, 6 de dezembro de 2007
Quem me dera
Quem me dera um dia ser a rainha mais desejada
O crepúsculo mais encandescente, a aurora a sorrir
A manha mais envolta em magia...
Ser uma noite tão desejada!
Vertigem da incoerência
Estou longe, queres vir comigo!
Prefiro ser profissional!
Continuo assustado
E reago como uma criança,
Mas é assim que sou...
Ficar é promessa impossível
Fico vivo!
Fico memorável!
Apenas uma ideia
Erradamente muito poucas pessoas prestam a devidamente atenção ao assunto que a seguir descreverei!
O que achas desta minha ideia e contribuição para este mundo ainda um pouco longe da atenção do cidadão mundial:
"Passar a fazer as almôndegas em forma de estrela, assim tipo bife fininho, mas em forma de estrela perfeita, com seis pontas! Realmente acho que as almôndegas, apesar de muitíssimo boas, saborosas (quando bem cozinhadas) e apetitosas são muito pouco atraentes á vista! Bem, sejamos sinceros... Quando ligo a "Almôndega" por exemplo á Parfois, lembro-me da Rosa que era do Cash! Quando ligo a "Almôndega" aos pneus, lembro-me do fantasticamente engraçado, logo muito pouco vistoso "Bibendum", nome do famoso boneco de marca da "Michelin", que carinhosamente transformamos em apelido da nossa colega Xana, das carteiras que foi embora tão recentemente!
Penso que a Culinária seja um assunto que o cidadão deveria dar mais atenção! Já pensaram que feliz seria o mundo se todos os dirigentes mundiais em vez de discutir poder, que países ocupar (em nome da liberdade, não é por causa do petróleo, é pela liberdade do povo, o petróleo não interessa, mas já que falam nele, nós vamos tomar o controle da produção, distribuição e facturação do petróleo, ele não interessa, mas se quiserem até pudemos já discutir uns preços, isto caso queiram petróleo, queremos crer que sim!) que quantidade de impostos subir etecetra, discutissem receitas de cozinha! Imaginem no parlamento europeu:
"Portugal - Ah e tal, minha avó passou-me uma receita de "bacalhau com todos" que é uma maravilha, é de chorar por mais! Um pouco trabalhoso, mas... quem corre por gosto não cansa e..."
"Venezuela - La Ensalada de gallina és muy mas preciosa! Acompañada de la Hallaca!"
"Espanha (Interrompendo) - "Porque no te callas?" La Paella!
Não achas que ia ser bonito? Eu acho!
Todos nos preocupamos em ir ao restaurante que melhor comida nos serviu, sem nunca procurar melhorar o serviço dos restaurantes que nos serviram mal! Ou seja, penso que seria importante garantirmos que todos os restaurantes á lista nos serviam a comida como nós gostamos! Penso que deveria ser um problema que nos deveria interessar a todos! Desta forma as "Almôndega" passariam a ter efeitos vistosos, desta forma o seu preço triplicava, e seu consumo era seis vezes maior (Não sei qual o termo certo e não me apetece ir á internet ver!)! Vivam as Almôndega!”
O que achas desta minha ideia e contribuição para este mundo ainda um pouco longe da atenção do cidadão mundial:
"Passar a fazer as almôndegas em forma de estrela, assim tipo bife fininho, mas em forma de estrela perfeita, com seis pontas! Realmente acho que as almôndegas, apesar de muitíssimo boas, saborosas (quando bem cozinhadas) e apetitosas são muito pouco atraentes á vista! Bem, sejamos sinceros... Quando ligo a "Almôndega" por exemplo á Parfois, lembro-me da Rosa que era do Cash! Quando ligo a "Almôndega" aos pneus, lembro-me do fantasticamente engraçado, logo muito pouco vistoso "Bibendum", nome do famoso boneco de marca da "Michelin", que carinhosamente transformamos em apelido da nossa colega Xana, das carteiras que foi embora tão recentemente!
Penso que a Culinária seja um assunto que o cidadão deveria dar mais atenção! Já pensaram que feliz seria o mundo se todos os dirigentes mundiais em vez de discutir poder, que países ocupar (em nome da liberdade, não é por causa do petróleo, é pela liberdade do povo, o petróleo não interessa, mas já que falam nele, nós vamos tomar o controle da produção, distribuição e facturação do petróleo, ele não interessa, mas se quiserem até pudemos já discutir uns preços, isto caso queiram petróleo, queremos crer que sim!) que quantidade de impostos subir etecetra, discutissem receitas de cozinha! Imaginem no parlamento europeu:
"Portugal - Ah e tal, minha avó passou-me uma receita de "bacalhau com todos" que é uma maravilha, é de chorar por mais! Um pouco trabalhoso, mas... quem corre por gosto não cansa e..."
"Venezuela - La Ensalada de gallina és muy mas preciosa! Acompañada de la Hallaca!"
"Espanha (Interrompendo) - "Porque no te callas?" La Paella!
Não achas que ia ser bonito? Eu acho!
Todos nos preocupamos em ir ao restaurante que melhor comida nos serviu, sem nunca procurar melhorar o serviço dos restaurantes que nos serviram mal! Ou seja, penso que seria importante garantirmos que todos os restaurantes á lista nos serviam a comida como nós gostamos! Penso que deveria ser um problema que nos deveria interessar a todos! Desta forma as "Almôndega" passariam a ter efeitos vistosos, desta forma o seu preço triplicava, e seu consumo era seis vezes maior (Não sei qual o termo certo e não me apetece ir á internet ver!)! Vivam as Almôndega!”
segunda-feira, 3 de dezembro de 2007
Por Favor
Por favor, perdoem-me!
Prendam-me para o resto da vida, mas deixem esta bela criança crescer!
Criança inocente!
Olha quem está aqui!
Violo-te nas ideias e cancelo minha honra!
Berro!!
Ninguém ouve!
Pareço tão querido, enrolado nesta manta de mentiras, aconchegado pela indiferença e tapado pela solidão!
Porquê?
Só porque dói quando a noite nos massacra a imaginação!
Nunca te deixei em cheque!
Sempre disseram podes “fode-lo” nessa parte, ele já está habituado!
A arma secava no parapeito quando o sol incidia alto, mas a mim ninguém me “aquecia” ou reconfortava, sempre o gélido sentimento de incompreensão e falta de impacto!
Esqueço que um dia fui a virtude e caminho para a loucura, como ser inconstante que sou, indiferente neste numero, caminho sozinho neste mundo corroído, como alcançar a salvação?
A noite corre
Fértil e constante
A minha alma brota
Arrependimento e perdão
Porque acreditas em estereótipos?
Porque me tratam assim,
Assim só fazem com que a raiva cresça!
Continua assim dia após dia
Sou só uma merda,
Para ninguém minha mudança interessa
Podes-te foder e ver o quanto me importo!
Esquece o que sentes
Desde que não te barbeies
Escolhe quem quiseres
Vê a virtude do bem
Pensa em como me chamam renegado
Não me interessa o que vão dizer
Eu vou ser o seu amor
E as noites vão ser ainda mais compridas
Eu sei para onde quer que vá
Gosto de ser louco e diferente
São tão preguiçoso
Que chega até a chatear
Pernoito na imagem da superioridade
Acabas a noite em chamas
Ficas como que presa a imagem
De que todo o mundo se esvai
Pernoita comigo nesta insegurança
Vê como o tempo urge em passar
Repara como somos inconstantes
Como vemos a noite
Passando á nossa frente
E nada fazemos por isso
E o teu pai parece distante
De para onde vamos
Então serei feliz
Caminha pelo alto
Foge das noites, descansa
Vê a imagem passar
Frequenta a noite
De passagem por sonho
E tudo se esvai…
E tudo se esvai em pó…
E tudo se esvai em pó, daquilo que eu já fui!!!
sábado, 1 de dezembro de 2007
Late Love Action.. Now it's over!
I took a journey
Inside my room
Only I knew
I was feeling alive
But the stars begun to fade
Because your face no longer dive
Over the memory in witch I’m made
But the stars are shining up
But I already give it up
And your smile is in my head
But my heart is already dead
Already dead x3
You’re wildly dancing
Naked in the desert just for me
That’s why I’m drinking me up
To the top at this fucking bar
But the stars are shining up
But I already give it up
And your smile is in my head
But my heart is already dead
Already dead x3
Strangers forever we will be...
Inside my room
Only I knew
I was feeling alive
But the stars begun to fade
Because your face no longer dive
Over the memory in witch I’m made
But the stars are shining up
But I already give it up
And your smile is in my head
But my heart is already dead
Already dead x3
You’re wildly dancing
Naked in the desert just for me
That’s why I’m drinking me up
To the top at this fucking bar
But the stars are shining up
But I already give it up
And your smile is in my head
But my heart is already dead
Already dead x3
Strangers forever we will be...
...
Carrego em mim a imagem depressiva da desilusão! A absurda contestação da imagem, leva-me até ao longe! Prepara uma bela sopa! Filho meu tem de se tratar bem!
Entretanto olho á minha volta e vejo toda a cena que está a decorrer! Não tens ninguém á espera para sair! Vou-te fazer sentir, que minha vida deu a volta! Uma noite, a noite, começa a vida de dia, na noite! Posso ser a janela que transfere toda essa negatividade! Posso ser a noite que te faz ser feliz! Posso ser...
PS - Escrevo a brincar, como voltar atrás? Nada mais tens a dever, brinca como antigamente! Afasta-te ainda mais da sociedade, guarda-te assim! Tu não tens de mudar!!!
Entretanto olho á minha volta e vejo toda a cena que está a decorrer! Não tens ninguém á espera para sair! Vou-te fazer sentir, que minha vida deu a volta! Uma noite, a noite, começa a vida de dia, na noite! Posso ser a janela que transfere toda essa negatividade! Posso ser a noite que te faz ser feliz! Posso ser...
PS - Escrevo a brincar, como voltar atrás? Nada mais tens a dever, brinca como antigamente! Afasta-te ainda mais da sociedade, guarda-te assim! Tu não tens de mudar!!!
quarta-feira, 28 de novembro de 2007
Sorry!
I will die as soon as I can
Memories are walking away
In black eyed dressed
I live
My mind is not what a man can
Those sad words I wont dare to say
My thoughts run in such a speed
Eyes aren’t enough to see my bore
I am so sorry for not being sorry
Because I should fell sorry
But I blew it up
And I can’t be sorry
Do you know what
Burns inside me
It’ to have to live
With the demise of me!!!
Sorry!
Sorry!
Sorry!
I am so sorry
For not being sorry!
Sorry!
Sorry!
Sorry!
Memories are walking away
In black eyed dressed
I live
My mind is not what a man can
Those sad words I wont dare to say
My thoughts run in such a speed
Eyes aren’t enough to see my bore
I am so sorry for not being sorry
Because I should fell sorry
But I blew it up
And I can’t be sorry
Do you know what
Burns inside me
It’ to have to live
With the demise of me!!!
Sorry!
Sorry!
Sorry!
I am so sorry
For not being sorry!
Sorry!
Sorry!
Sorry!
Your eyes
I hurt me again
To bleed from my eyes
And imagine your face
When you used to smile to me
Cold blanket at the farm behind
She caught me week and looking for care
You’re gonna be mine!
You’re gonna be mine!
I’m cool within
Please be aware
If you go away
You state me my death way!
I hurt me again
To bleed from my eyes
And imagine your face
When you used to smile to me
Once more and again
I want to be your perfect friend
Perfect friend
The only
I got blue green yellowed eyes
Covering my high attenuated weakness
I’m protected by your love
Protected by your love
I am
Protected by
Protected
Protected by
Protected by your love
I hurt me again
To bleed from my eyes
And imagine your face
When you used to smile to me
Once more and again
I want to be your perfect friend
Perfect friend!!!
segunda-feira, 26 de novembro de 2007
Bem sei...
A miúda que vi
Num sítio incerto
Mas sei que distante!
Onde caminhas
Que não te vejo?
Onde te escondes
Que não te encontro!
Quero ser e possuir
A vida e o templo de Diana
Não muito longe
Onde te encontrarei?
Em algum sítio me verás
Onde ficaste ontem á noite?
Procurarei
No mais perfeito
Lar, da mais perfeita rua,
Na mais perfeita cidade
Do mais perfeito mundo
No mais perfeito universo…
Não havia mais sitio para percorrer
Por isso procurei no meu coração…
Finalmente te encontrei,
Mas temo de mais perder-te,
Pelo que prefiro não ter essa hipótese,
Simplesmente não te tendo!!!
Bem sei que é a coisa mais estúpida
Bem sei que é a pior saída!
Bem sei…
Bem sei…
Bem sei…
Bem sei…
Bem sei…
Bem sei…
Bem sei!
Que mais dizer
Que mais dizer
Que não a doença matou-o!
Não uma doença curável pelos médicos!
Como ser a noite mais desejada
Se toda a tua virtude se esvai em sentimentos?
Espera
Escuta e caminha
Brinca com os pareceres da vida
Escuta como anjo noctivago que és!
Vê minha noite passar como celestial imagem
Figura entre os escolhidos...
Somos o que a noite suporta
A manha em chamas
O ser que se perdeu!
Onde te encontras agora amigo?
Que não a doença matou-o!
Não uma doença curável pelos médicos!
Como ser a noite mais desejada
Se toda a tua virtude se esvai em sentimentos?
Espera
Escuta e caminha
Brinca com os pareceres da vida
Escuta como anjo noctivago que és!
Vê minha noite passar como celestial imagem
Figura entre os escolhidos...
Somos o que a noite suporta
A manha em chamas
O ser que se perdeu!
Onde te encontras agora amigo?
Portuguesmente
Seria básico iniciar com o jogos de palavras com o titulo de forma a provar que o Português mente. E descaradamente em alguns casos. Mas tudo bem, não vou entrar por aí, se bem que entrar por aí era sem dúvida, embora fácil, uma boa forma de iniciar este texto. Já que indubitávelmente o PortuguÊs mente, demais e de uma forma descarada, em muitos dos casos. O português é falcatrueiro, cheio de esquemas, claro que me sinto tentado a começar pela incrivelmente fácil possibilidade de brincar com as letras que compõem o titulo deste post, mas seria infantil e demonstrador de criatividade diriam os leitores ao lerem um texto de tão fácil decifração sendo escrito por mim, mas uma opurtunidade destas jamais deveria ser deixada passar em frente! Por isso irei, sem dúvida, iniciar o meu texto com o básico jogo de palavras com as letras constituintes do titulo.
Não, não pode ser, "o Português mente!" exclamam agora os Portugueses que sofrem deste sinrome tão caracteristico!
Obrigado
Este foi meu texto!
domingo, 25 de novembro de 2007
6ª feira
Vivi toda uma história
Que mesmo meus olhos
Ainda lhes custa a ver
Todo o mundo de repente
Fez todo o sentido
E corria nas suas devidas correntes
Quero ser eu outra vez
Em tons de branco, muito branco…
A noite mais calma
O anjo que tanto desejo ser
Ficar em paz comigo
E ter a luz que ilumina
Sem duvida
A lanterna faz maravilhas por um instante
A lanterna ilumina
Glorifica
E só mais tarde desaparece
Claro que sempre o amargo volta
Mas muito mais tarde!
Espero ser forte como eu sou!
Que mesmo meus olhos
Ainda lhes custa a ver
Todo o mundo de repente
Fez todo o sentido
E corria nas suas devidas correntes
Quero ser eu outra vez
Em tons de branco, muito branco…
A noite mais calma
O anjo que tanto desejo ser
Ficar em paz comigo
E ter a luz que ilumina
Sem duvida
A lanterna faz maravilhas por um instante
A lanterna ilumina
Glorifica
E só mais tarde desaparece
Claro que sempre o amargo volta
Mas muito mais tarde!
Espero ser forte como eu sou!
sexta-feira, 23 de novembro de 2007
Aquele sentimento

A forma é um instrumento
A carapaça a salvação
Guarda-te, e não falhes!
Procura a saída mais perto,
Sempre a mais perto
Caminha sempre em frente
Não olhes para trás!
“Mas não consigo!”
Então embebeda-te assim
Não o farás!
Caminha em volta
Procura o caminho mais longo
A noite mais escura!
“Como poderei ser a estrada
Se nem sou o caminho!”
Sou o atalho banal
Para o auto-flagelo
A incrível estrutura em que assento
É apenas uma fachada
Diz a pedra ao ser atirada ao rio
Não me interessa o que dizem
Serei sempre o meu menino
Não me interessa o que dizem
Serei sempre o meu menino
Vou para casa e rapo a barba
Vivo como um louco
Chamam-me renegado
Odeio viver neste mundo
Não me interessa o que dizem
Quero ser seu amor
Não me interessa o perigo que passo
Quero ser seu amor
Para sempre hei-de ir
E tentarei ser o mais feliz possível
Ninguém mais me estraga o momento
Deixei de ligar ao que dizem
Apenas porque, eu sou
O que eu sou!
Nada ou ninguém jamais mudará isso
Todos me chamam renegado
Todo o meu charme se esbate
Quando a noite cai!
Perdido nas lágrimas da tua ausência
Onde me confortarei?
Nunca na vida vou não ser eu!
Vou para casa barbear-me
Como continuar minha vida
Sem a doce noite
Do desespero
“Esquecer é uma virtude,
Amar uma castração!”
II
Ela é o perfeito charme
Não consigo deixar de pensar nela
Ó não!
Sei que continuo em teu pensamento
Sempre bêbado e jocoso
O asno vestido de engraçado
Construí um forte á minha volta
E até parecia ser bom a engenharia
Mas estragaste toda a minha convicção!
III
Fujo,
Voo como um louco!
Arranjo o caminho,
Não vou a lado nenhum!
É a minha alma
É a minha sombra
É a minha luz
É a minha…
Um pouco de loucura
Faz sempre bem á nossa saúde
Não me orgulho mas assim fui feito,
Tento tanto mas não consigo mudar!
quinta-feira, 22 de novembro de 2007
O tão nacional, escandalo que abafa escandalo

Bem, começar isto é ainda mais complicado do que provar que o Português é por defeito um ser inteligente, mas isso são contas de outro calvário! Que me lembre e seja do conhecimento geral, quase mesmo até da miudagem que nasceu bem depois do acontecimento, o primeiro grande escândalo que em Portugal deixou a culpa morrer sozinha, foi o de Camarate, que vitimou o primeiro ministro de Portugal dessa altura Mário de Sá Carneiro. Vozes de todos os cantos do país e das mais diversas frentes (ou traseiras) politicas afirmam que «foi um horrendo crime político», Ricardo Sá Fernandes que, à data do acontecimento, prestava apoio jurídico à recandidatura presidencial de Ramalho Eanes, principal rival do candidato Soares Carneiro, este apoiado pelo PPD de Sá Carneiro e pelo CDS, de que um dos principais dirigentes era Adelino Amaro da Costa, ministro da Defesa e igualmente falecido na queda do pequeno avião. «Durante 15 anos estive perfeitamente convencido de que Camarate tinha sido um acidente», revelou Sá Fernandes, defendendo que esse era o sentimento prevalecente na opinião pública. «Mas hoje não tenho dúvidas nenhumas de que aquelas pessoas foram assassinadas num horrendo crime político que contou com a cumplicidade e o silêncio de várias áreas», disse Sá Fernandes, nomeando o aparelho de justiça, como os tribunais e o Ministério Público, e uma culpa colectiva, personificada na comunicação social e na classe política, como responsáveis pela situação de silêncio e de contradições que considerou existir em torno do desastre aéreo. 20 Anos passaram e ainda ninguém foi considerado culpado, ninguém chegou ainda á conclusão sobre se teria sido um acidente ou um crime horrendo de carácter político, que a ser descoberto, iria ferir quase fatalmente a tão jovem e frágil Republica Portuguesa. Até aqui, nada a que o Português mediano não esteja já habituado, saber as coisas de uma forma muito superficial, sem nunca se ir ao cerne das questões. Novamente o Português mediano diria que se trata apenas de um caso muito complexo, onde é muito difícil chegar a conclusões até porque todas as pessoas intervenientes no processo faleceram devido ao acidente e não existem testemunhas do mesmo.
Mas mudemos agora de escândalo, o caso moderna, um caso onde de inicio se suspeitou que Portugal inteiro estava envolvido, um caso gigantesco de corrupção e jogos de interesses, meses e meses de notícias onde se falava do envolvimento de muitos nomes. Finalização mediática do processo: um preso, que se sabe desde o início que não é um preso qualquer, tem regalias imensas, que passam pela TVCabo, quase de certeza na cela, paga esta pelos contribuintes, que se “matam “ a trabalhar pelo ordenado mínimo.
Um pouco antes de este escândalo estar “resolvido”, começou-se a ouvir pairar no ar a “louca” ideia que era provável, que um escândalo relacionado com a Casa Pia, poderia ter sido vítima de erros de investigação sendo mesmo possível existirem os referidos nos anos 80 crimes de abuso sexual de menores nesta instituição de solidariedade pessoal. Será, que calúnia… e assim, lentamente se foi tirando a atenção das pessoas para o caso moderna e começou-se a falar mais na Casa Pia. Muito rapidamente se passou de nomes relativamente conhecidos, para grandes nomes da alta sociedade portuguesa. O caso mais mediático foi mesmo Carlos Cruz, jornalista de há muitos anos, pessoa de bem e respeitada na sociedade, tanto que até manifestações de apoio a Carlos Cruz foram organizadas por populares incrédulos. Mas muitos nomes se foram juntando a este rol de “possíveis abusadores”, até políticos como era o caso do Pedroso. Tudo isto começava a entrar na esfera da irrealidade. Mas era uma irrealidade, bem real. Agora algo já mais familiar: de repente começou-se a falar por alto em corrupção no mundo do futebol e da política, jogos de interesses, sacos azuis, desaparecimento de documentos que estavam em segredo de justiça. Portugal é um cubo mágico de surpresas. Conclusão: como em casos anteriores, um a um foram todos sendo soltos da prisão preventiva e só lá ficou o Zé povinho, ainda que culpado, como todos os outros. E sobre a Casa Pia, só se sabe que está preso o Bibi, os outros estão todos em casa, levando as suas vidinhas normalmente, como antes levaram.
Quanto ao Português ávido de notícias, sabe-se que o Pinto da Costa, o Valentim Loureiro, alguns árbitros que ninguém conhece e a Fátima Felgueiras a alegrar a hora de jantar do Português durante uns tempos. Mais cedo ou mais tarde, um outro qualquer escândalo pavoroso irá tomar conta das pobres almas portuguesas e dará a culpa a ninguém. E Portugal corre alegremente, para uma ignorância cada vez mais aclamada.
Depois disto tudo só me apraz fazer uma pergunta:
- Vocês pensam que todo o Português é estúpido e tapado dos olhinhos! Alguns de nós temos aquilo a que deram o nome de cérebro e capacidade de raciocínio.
quarta-feira, 21 de novembro de 2007
1 segundo na vida
És a ovelha negra
A falta de combinação
Bebendo o meu passado
Estou aqui sem ti e…
Pareço até estar a gostar!
Por favor
Mostra-me meu caminho
Onde tudo o que quero fazer
É não fazer nada e deixar-me estar quieto!
Sendo assim não me prejudico!
Apressem-se
Muito em breve vou sofrer
Outra vez
Vocês podem testemunhar
Querer ou abrir ainda mais
A ferida tão já voluptuosa!
Por favor
Aguenta-te!
Espero que me consigas libertar!
Não consigo fugir para mais lado nenhum
Por todo o lado
Tenho caras e olhares
Sabes que tens de me ajudar
Tira-me daqui de baixo!
Já tenho dificuldades em sentir o oxigénio
Por favor carrega-me nas tuas costas
E leva contigo até á suave carícia da manhã!
Onde e porquê está toda a gente tão perdida?
Os sinos tocam
As pessoas aplaudem
Tu eras incrível!
No meio dos miúdos
Que sempre foram sozinhos
Promete-me ela não faz o teu mundo,
Tem de existir algo mais!
E existe, sem dúvida que existe. A falha grave de que me queixo, relacionada com todas as disposições possíveis de humor! Nunca se consegue realizar verdadeiramente o que a noite nos traz! Pensa que a dor carrega mais forças positivas do que negativas. As chamas brilham alto lá longe só porque o dia nasceu e temos sempre de ver o que é negativo. Prefiro assim a alguém me por indisposto por vontade alheia, assim por minha vontade, ao menos sou eu que mando. Poderia alguém dizer uma barbaridade maior?
Poderia sim ser ainda pior esta barbaridade que disparei para fora da minha boca, como tantas vezes por dia faço. Sim claro que sim, a mutilação é sempre uma saída possível, além da mutilação psicológica a que já á muito me entrego. “Mas as pessoas mudam” afirmam á boca cheia! Essa fase tarda em aparecer na minha vida! Mas tudo bem eu sou paciente. Afinal de contas:
“Cada segundo ganho na vida é um enriquecimento pessoal, ao contrário de todas as horas perdidas!”
segunda-feira, 19 de novembro de 2007
Feridas abertas jamais desaparecem
Feridas, caimbras e dores corporais
Como caminhar quando tudo nos aleija?
Será nossa vivência
O pecado original?
Esperar é viver e relembrar emoções
Caminhar é sofrer com as desiluzões!
Perdido, estacionado
O sofrimento do velho feio
O deus, a doença
O diabo de barba comprida
Perdido desde o inicio
Espera e verás a terra tremer!
Um homem perdido, mas a existência perfeita...
Espera a noite caiu...
Tenho de sair
Esquecer-me é já um passatempo antigo!!!
Vem, procura agora os bocados dispersos do que um dia eu fui, mas lembra-te á partida do antigo ditado coração partido nunca se reconstroi... Pudiamos redefinir todas as directivas logo a partida, os dois abdicarmos de muita cena para tornar tudo possivel e com esforços dos dois lados (uma das principais razões para a referida reconstrução ser um atalho para o falhanço, mas disto tratarei numa mais adiante), e tudo é bonito na ideia e acaba-se com aquele sorriso, tão distantes de imaginar que as lágrimas já se estão regojizando com nosso futuro tão relativamente próximo! Este caminho é tão mais doloroso quanto maior espaço temporal ocupar esta passagem da pseuda-ilusório felicidade. O mais caro cobertor do mercado, também ele com o tempo se desgasta e começa a ganhar buracos, a traça desempenha no cobertor um papel importante, tal como no assunto tratado aqui os esforços bilaterais são o início do fim. Porquê? Porque no início, aquando das conversas esclarecedoras para o entendimento, os esforços eram considerados justos e igualmente “penalisáveis” para ambos. Engano, ao fim de um curto período de tempo tudo passa a ser desnivelado. Depois, bem, depois começam as insinuações... bem, todos se devem estar a visualizar agora o que descreveria a seguir e, como não gosto de ser chato, ficarei por aqui.
Obrigado pela atenção dispensada, ou não!
Pergunta
Pergunta
Se sim
Eu sei que tudo é uma desculpa
Sei bem
Ter-te é miragem impressionista
Fogosa imagem medieval
Poderia eu deixar o mundo
Ver a manha
E ser o crepusculo distante?
Mas como ser mulher não sei...
Fácil como se agora fosse nascer!!
Podia voltar a ser
Aquilo tão especial que um dia fui
A noite que desejavas eterna
Pena é todo o meu mundo bizarro!!!
A escuridão consome minha felicidade
E some com toda minha vontade
É só mais um dia, tudo irá passar!!!
Enfim...
Esquecer é virtude ancestral!
Admnistração oral de todo o meu tempo
Quero caminhar mas corroio a minha linha
Tamanhos entraves enfrento
Uma vida infeliz para sempre a minha!!!
sábado, 17 de novembro de 2007
Mais alto
Tudo parece normal
Até á hora em que tudo se consume
Serei sempre o homem
Que carrega em peso
Todos os erros de sua vida.
E olhem que é pesado!
“Por norma acontecem aqui
Milagres que é uma estupidez!”
Dizia a senhora de negro vestida
E com um ar cansada de toda uma vida
De desgosto, ao que parecia…
Enquanto olhávamos especados para uma igreja
Á noite tudo é menos previsível
E menos dentro de regras
Quero cantar e ser a chama
A noite em que me apresso
A ver minha alma fora de mim
“Ás vezes são altas horas
E as portas abrem-se e depois fecham…”
Continuou
Bloqueadores de cérebro
Pode-se dizer que é o que os poetas são
Sempre mais alto, 15 centímetros!
Até á hora em que tudo se consume
Serei sempre o homem
Que carrega em peso
Todos os erros de sua vida.
E olhem que é pesado!
“Por norma acontecem aqui
Milagres que é uma estupidez!”
Dizia a senhora de negro vestida
E com um ar cansada de toda uma vida
De desgosto, ao que parecia…
Enquanto olhávamos especados para uma igreja
Á noite tudo é menos previsível
E menos dentro de regras
Quero cantar e ser a chama
A noite em que me apresso
A ver minha alma fora de mim
“Ás vezes são altas horas
E as portas abrem-se e depois fecham…”
Continuou
Bloqueadores de cérebro
Pode-se dizer que é o que os poetas são
Sempre mais alto, 15 centímetros!
quinta-feira, 15 de novembro de 2007
Linha imaginária
Como ele queria dominar a arte de voar. Nestas alturas ele voava como um louco para bem longe de aqui. Fugia de tudo e todos que conhece. Frio, distante, calculista e arrogante, uma besta social assim também é fácil descreve-lo. E parece sociavel e simpático. Carregada expressão, timbrada com cansaço e vida estouvada que leva. Mas ele parece ser feliz e "certinho".
Conheço-o bem, sei o quanto para ele é dificil viver no meio de pessoas normais como todos os seres humanos. Ele tem uma sensibilidade especial, muito especial. Qualquer coisa a ele o chateia e magoa. Tudo por ele é vivido muito intensamente capaz de chorar apenas porque falam baixinho e olham para ele. Com uma auto-estima tão baixa que nem é bom pensar que alguém pode ser assim. Mas ele é. Carrega todo o seu peso nas suas costas nunca se abrindo com ninguém, entregando-se a enormes devaneios até altas horas, na noite. Aí, sozinho, ele realmente é feliz e faz as coisas que realmente gosta. Mas no entanto muito poucas pessoas sabem que ele realmente chora como uma criança durante o dia e especialmente durante a noite, chora porque é bastante infeliz. Nos poucos momentos de felicidade que consegue encontrar , chora pois sabe que ela vai desaparecer. Senta-se , relaxa, reflecte, "instrospecta". Para ele "A felicidade é uma linha imaginária que separa o Homem superior do normal ser humano".
Seu nome:
- Todos voçês sabem seu nome. iria ser cansativo e repetitivo repetir seu nome. pensem um pouco e alcanem o seu nome. Não, não direi o seu nome!
Conheço-o bem, sei o quanto para ele é dificil viver no meio de pessoas normais como todos os seres humanos. Ele tem uma sensibilidade especial, muito especial. Qualquer coisa a ele o chateia e magoa. Tudo por ele é vivido muito intensamente capaz de chorar apenas porque falam baixinho e olham para ele. Com uma auto-estima tão baixa que nem é bom pensar que alguém pode ser assim. Mas ele é. Carrega todo o seu peso nas suas costas nunca se abrindo com ninguém, entregando-se a enormes devaneios até altas horas, na noite. Aí, sozinho, ele realmente é feliz e faz as coisas que realmente gosta. Mas no entanto muito poucas pessoas sabem que ele realmente chora como uma criança durante o dia e especialmente durante a noite, chora porque é bastante infeliz. Nos poucos momentos de felicidade que consegue encontrar , chora pois sabe que ela vai desaparecer. Senta-se , relaxa, reflecte, "instrospecta". Para ele "A felicidade é uma linha imaginária que separa o Homem superior do normal ser humano".
Seu nome:
- Todos voçês sabem seu nome. iria ser cansativo e repetitivo repetir seu nome. pensem um pouco e alcanem o seu nome. Não, não direi o seu nome!
segunda-feira, 12 de novembro de 2007
Confusão
Outra vez fora do caminho
De outra forma
Nada tem, de novo, a mesma forma
Caminha para o outro lado
Sê como uma serra inocente que és
Precisas de óleo para cortar melhor
Não percebo que se passará comigo
Tudo tão cinzento
No nevoeiro que era já costume
O adeus é sempre mais fácil
Que o olá!!!
Acenarei para ti
Dir-te-ei olá
Hoje que a noite corre alta
E depois mais não!!!
Esperarei por uma noite qualquer
Em que sonharei ser mais leve
Mas quero realmente ser
A força que sempre me caracterizou
Que sempre me tornou diferente
Por dentro
Somos apenas cinco!
Nem mais nem menos
Uma décima do poder
Quero ser…
A névoa encobriu meu pensamento
Espero ter um dia
A sombria e destemida miragem
Sofrer é uma realidade,
Não ames, sofrerás muitos menos!!!
Algo ou alguém
Me trará um dia
Á realidade
É divertido viver abaixo de cão
Viver com a tua verdadeira dor
Ser uma ponte espinhosa
Que alberga tua residência!
II
Uma perda de tempo
É o que a vida é!
Uma perda de tempo!!!
De outra forma
Nada tem, de novo, a mesma forma
Caminha para o outro lado
Sê como uma serra inocente que és
Precisas de óleo para cortar melhor
Não percebo que se passará comigo
Tudo tão cinzento
No nevoeiro que era já costume
O adeus é sempre mais fácil
Que o olá!!!
Acenarei para ti
Dir-te-ei olá
Hoje que a noite corre alta
E depois mais não!!!
Esperarei por uma noite qualquer
Em que sonharei ser mais leve
Mas quero realmente ser
A força que sempre me caracterizou
Que sempre me tornou diferente
Por dentro
Somos apenas cinco!
Nem mais nem menos
Uma décima do poder
Quero ser…
A névoa encobriu meu pensamento
Espero ter um dia
A sombria e destemida miragem
Sofrer é uma realidade,
Não ames, sofrerás muitos menos!!!
Algo ou alguém
Me trará um dia
Á realidade
É divertido viver abaixo de cão
Viver com a tua verdadeira dor
Ser uma ponte espinhosa
Que alberga tua residência!
II
Uma perda de tempo
É o que a vida é!
Uma perda de tempo!!!
sábado, 10 de novembro de 2007
Houveram momentos
Houveram momentos
Em que desejei que o mundo
Simplesmente parasse!
Houveram momentos
Em que me senti protegido!
Houveram momentos
Que desejei que fossemos um!
E ainda agora,
Passadas estas horas todas
Sorrio enquanto penso!
Mas imensas duvidas
Massacram meu cérebro
Sei bem
Que não gosto de sofrer
E por defeito gosto de…
Porque tenho eu de ser assim?
Houveram momentos
Que desejei a eternidade!
Houveram momentos
Sim que realmente estive feliz!
Sim
É verdade, estou aqui por ti
Aqui dentro
Bem dentro
Ninguém parece querer viver
Ponho-te no meio
E enfim…
Em que desejei que o mundo
Simplesmente parasse!
Houveram momentos
Em que me senti protegido!
Houveram momentos
Que desejei que fossemos um!
E ainda agora,
Passadas estas horas todas
Sorrio enquanto penso!
Mas imensas duvidas
Massacram meu cérebro
Sei bem
Que não gosto de sofrer
E por defeito gosto de…
Porque tenho eu de ser assim?
Houveram momentos
Que desejei a eternidade!
Houveram momentos
Sim que realmente estive feliz!
Sim
É verdade, estou aqui por ti
Aqui dentro
Bem dentro
Ninguém parece querer viver
Ponho-te no meio
E enfim…
Quase
Quase tudo uma piada
Nunca a real significância
Do querer tão forte
Que me assalta desde criança
Mas nada condiz
Com a visão que tenho de tal
Bem
Não esperava outra coisa
Que não o quente e suave
Desinteresse de toda a gente
Bem
Que me importa
Tudo se resolveu por bem
No entanto
Sou ainda mais feio
Do que aquilo que pareço!
Madrasta
Tal a que me saiu!
Nunca sei qual meu papel
Como deverei agir!
Continuo perseguindo
O que desde criança desejo!
Sento-me simplesmente
E desisto!
Berro
Só depois me lembro
Do halloween!!
Quase que funciona
Como uma piada!
E continuo dúbio
Neste trilho enraizado!
Nem tudo é!!!
Nunca a real significância
Do querer tão forte
Que me assalta desde criança
Mas nada condiz
Com a visão que tenho de tal
Bem
Não esperava outra coisa
Que não o quente e suave
Desinteresse de toda a gente
Bem
Que me importa
Tudo se resolveu por bem
No entanto
Sou ainda mais feio
Do que aquilo que pareço!
Madrasta
Tal a que me saiu!
Nunca sei qual meu papel
Como deverei agir!
Continuo perseguindo
O que desde criança desejo!
Sento-me simplesmente
E desisto!
Berro
Só depois me lembro
Do halloween!!
Quase que funciona
Como uma piada!
E continuo dúbio
Neste trilho enraizado!
Nem tudo é!!!
terça-feira, 6 de novembro de 2007
Passado e esquecido
Tanto passado e esquecido
Neste inferno sombrio
Quero-te neste mundo
Como anjo insular que sou
Esquece,
Já é passado!
Tanto lutei
Fome passei
Sempre a sorrir
Para ninguém ver
E depois…
Desistir!
As paredes que são minha pele
Absorvem as minhas lacrimais
Mensagens desde o coração!
Ousei um dia sorrir
Mas a sorte foi-me madrasta
E caminho inseguro
Na chama que é a vida
E sonho com a recordação
De um dia ser absolvido
E corro, pensando…
“Um dia caminhando
É bem melhor que uma semana
A correr!”
Neste inferno sombrio
Quero-te neste mundo
Como anjo insular que sou
Esquece,
Já é passado!
Tanto lutei
Fome passei
Sempre a sorrir
Para ninguém ver
E depois…
Desistir!
As paredes que são minha pele
Absorvem as minhas lacrimais
Mensagens desde o coração!
Ousei um dia sorrir
Mas a sorte foi-me madrasta
E caminho inseguro
Na chama que é a vida
E sonho com a recordação
De um dia ser absolvido
E corro, pensando…
“Um dia caminhando
É bem melhor que uma semana
A correr!”
Irrevogavelmente
Estas paredes
Histórias, gritos,
Grunhidos, contos…
Ficamos presos na ilusão
A manha tarda em aparecer
Desisto de te alcançar
Felicidade…
Onde me encontro agora?
Saudoso, taciturno
Entre as paredes que fortalecem…
Onde esconder eu minha tristeza?
Escorro-me em lágrimas
Caminho feito louco
Mas sempre ás escondidas
Nestas divisões histórias criei,
Mitos lancei,
E músicas inventei!
Sorri, chorei, matutei
Encontrei por fim
O melhor que pode haver em mim!
Mas tudo se perdeu
Irrevogavelmente!
Para todo o sempre!
Histórias, gritos,
Grunhidos, contos…
Ficamos presos na ilusão
A manha tarda em aparecer
Desisto de te alcançar
Felicidade…
Onde me encontro agora?
Saudoso, taciturno
Entre as paredes que fortalecem…
Onde esconder eu minha tristeza?
Escorro-me em lágrimas
Caminho feito louco
Mas sempre ás escondidas
Nestas divisões histórias criei,
Mitos lancei,
E músicas inventei!
Sorri, chorei, matutei
Encontrei por fim
O melhor que pode haver em mim!
Mas tudo se perdeu
Irrevogavelmente!
Para todo o sempre!
domingo, 4 de novembro de 2007
Ausência II
Abstraido de tudo e esquecido
Aqui voltei
Ao meu ponto de partida
Não sei ainda bem o que sinto
Carrego em mim
A névoa desconhecida
Do templário desconhecido!
Sim, eu sei que tudo funciona a pilhas
Mas ao menos funciona
Tudo na minha cabeça está tão baralhado que prefiro não escrever!!!
Desculpem meus leitores que são poucos, mas são!!!!
Obrigado
Aqui voltei
Ao meu ponto de partida
Não sei ainda bem o que sinto
Carrego em mim
A névoa desconhecida
Do templário desconhecido!
Sim, eu sei que tudo funciona a pilhas
Mas ao menos funciona
Tudo na minha cabeça está tão baralhado que prefiro não escrever!!!
Desculpem meus leitores que são poucos, mas são!!!!
Obrigado
sexta-feira, 5 de outubro de 2007
Noite
Enfim a noite,,
O descanso depois de mais um dia…
Fico sozinho e reflicto sobre a maré
Não consigo evitar divagar,
Foi feito para deixar de morrer…
Sinto-me muito melhor,
Embora não saiba agora quem sou…
Feliz estou por cantar e sorrir,
Divagar e amar
Ser a noite, na maior chama de vidro!
Espera, acho que já disse isto antes!
Sim,
Sem dúvida que sim,
Sinto-me novamente
Estúpido e repetitivo!
Mas tudo bem,
A noite correrá feliz
Enfim o vicio,
Confio agora,
Que estou de ressaca!
Segue em frente
Segue tua marcha
Fizeste toda a tua vida
Tentando alcançar o meu amanhã
Fica já sabendo
Que nada consigo evitar!
Sou a subtil névoa
Que pareces ver lá longe,
Bem lá longe!
Sem nunca ter a certeza,
A eterna duvida!
Lá fora a noite “aviónicamente” dorme!
E eu aqui continuo, sozinho!
O descanso depois de mais um dia…
Fico sozinho e reflicto sobre a maré
Não consigo evitar divagar,
Foi feito para deixar de morrer…
Sinto-me muito melhor,
Embora não saiba agora quem sou…
Feliz estou por cantar e sorrir,
Divagar e amar
Ser a noite, na maior chama de vidro!
Espera, acho que já disse isto antes!
Sim,
Sem dúvida que sim,
Sinto-me novamente
Estúpido e repetitivo!
Mas tudo bem,
A noite correrá feliz
Enfim o vicio,
Confio agora,
Que estou de ressaca!
Segue em frente
Segue tua marcha
Fizeste toda a tua vida
Tentando alcançar o meu amanhã
Fica já sabendo
Que nada consigo evitar!
Sou a subtil névoa
Que pareces ver lá longe,
Bem lá longe!
Sem nunca ter a certeza,
A eterna duvida!
Lá fora a noite “aviónicamente” dorme!
E eu aqui continuo, sozinho!
terça-feira, 25 de setembro de 2007
Carência
A carência do mais ilimitado recurso. Esforço-me por conseguir o que jamais foi conseguido. Mas resultados aquilo pelo que o ser humano se vende, há muito foi já conquistado! A noite cresce rápido dentro do sorriso maquiavélico em que me construí, tecendo rápidas teias que encobrem a célula mais profunda da minha existência, envolvendo-os a todos! Espero temer rapidamente a noite e todos os seus envolventes, crescer sadio entre as virtudes do homem sadio. Caminho como louco nos mares da sociedade.
Virgens correm em direcção ao precipício em que minha mente se encontra, caminham ávidas de sapiência e loucura. Saem de lá vazias de sentimentos, cruas, inseguras e temerárias! Tenho este efeito nas pessoas! Como alcançarei a felicidade se minha alma há muito se perdeu!
Virgens correm em direcção ao precipício em que minha mente se encontra, caminham ávidas de sapiência e loucura. Saem de lá vazias de sentimentos, cruas, inseguras e temerárias! Tenho este efeito nas pessoas! Como alcançarei a felicidade se minha alma há muito se perdeu!
quinta-feira, 20 de setembro de 2007
Dia Mau
Para inicio seria até poetico inserir a letra da "UM DIA MAU" dos Ornatos Violeta:
"Não quis guardá-lo para mim
E com a dimensão da dor
Legitimar o fim
Eu dei
Mas foi para mostrar
Não havendo amor de volta
Nada impede a fonte de secar
Mas tanto pior
E quem sou eu
para te ensinar agora
A ver o lado claro de um dia mau
Eu sei a tua vida foi
Marcada pela dor de não saber aonde dói
Mas vê bem
Não houve à luz do dia
Quem não tenha provado o travo amargo da melancolia
E então rapaz então porquê a raiva
Se a culpa não é minha
Serão efeitos secundários da poesia
Mas para quê gastar o meu tempo
A ver se aperto a tua mão
Eu tenho andado a pensar em nós
Já que os teus pé não descolam do chão
Dizes que eu dou só por gostar
Pois vou dar-te a provar
O travo amargo da solidão
É só mais um dia mau",
visto isto será também interessante divegar um pouco á volta da ideia de um dia perfeito, talvez uma útupia, tal como a ideia pura do socialismo, não a ideia de "direita" que conheçemos nos nossos dias, um dia perfeito... para dar, para receber o olhar sorridente daquele olhar tão angelical que um dia recebemos de uma figura ancestral que por nós roga... o dia, a morte, a guerra, o fingir, tudo desapareceria nesse dia perfeito... Mas a útupia tal não nos deixa... Mentir, corroborar com a noção de... Um dia perfeito, a noite a fluir naquele silêncio tão caracteristico dos carros a passar com seus motores barulhentos e os gritos histéricos de altercações nas ruas envolventes... Um dia perfeito, a amizade reinaria, entre os lunáticos e estridentes sons que ecoam entre o premir o gatilho e o dispara da arma... Um dia perfeito no século XXI, impossivel de imaginar, a imaginação nunca nos levará tão longe!!!
"Não quis guardá-lo para mim
E com a dimensão da dor
Legitimar o fim
Eu dei
Mas foi para mostrar
Não havendo amor de volta
Nada impede a fonte de secar
Mas tanto pior
E quem sou eu
para te ensinar agora
A ver o lado claro de um dia mau
Eu sei a tua vida foi
Marcada pela dor de não saber aonde dói
Mas vê bem
Não houve à luz do dia
Quem não tenha provado o travo amargo da melancolia
E então rapaz então porquê a raiva
Se a culpa não é minha
Serão efeitos secundários da poesia
Mas para quê gastar o meu tempo
A ver se aperto a tua mão
Eu tenho andado a pensar em nós
Já que os teus pé não descolam do chão
Dizes que eu dou só por gostar
Pois vou dar-te a provar
O travo amargo da solidão
É só mais um dia mau",
visto isto será também interessante divegar um pouco á volta da ideia de um dia perfeito, talvez uma útupia, tal como a ideia pura do socialismo, não a ideia de "direita" que conheçemos nos nossos dias, um dia perfeito... para dar, para receber o olhar sorridente daquele olhar tão angelical que um dia recebemos de uma figura ancestral que por nós roga... o dia, a morte, a guerra, o fingir, tudo desapareceria nesse dia perfeito... Mas a útupia tal não nos deixa... Mentir, corroborar com a noção de... Um dia perfeito, a noite a fluir naquele silêncio tão caracteristico dos carros a passar com seus motores barulhentos e os gritos histéricos de altercações nas ruas envolventes... Um dia perfeito, a amizade reinaria, entre os lunáticos e estridentes sons que ecoam entre o premir o gatilho e o dispara da arma... Um dia perfeito no século XXI, impossivel de imaginar, a imaginação nunca nos levará tão longe!!!
sábado, 15 de setembro de 2007
Texto anteriormente escrito sobre Maddie
Caros,
E num é que numa reviravolta total da verdade dos factos os pais de Maddie, estão aparentemente "ligados" ao desaparecimento de sua menina. È de pensar também, sobre o facto de só depois de serem constituidos arguidos rumaram de volta ao seu país de origem. Então o que aconteceu ao quererem estar presentes para ajudarem em tudo o que lhes fosse possivel e assim, encorajar os média a não abandonarem o caso. Correndo o risco de ser pretencioso, o ar calmo e tranquilo que o casal demonstrou durante as primeiras imagens, ainda com a possibilidade de se encontrar a menina, não era muito inspirador. Mas, verdade é só uma, cada um lida com a dor da forma que lhe é menos "desgastante".
Começa agora a fazer um pouco de sentido o que escrevi neste blog intitulado "Portugal = Merda no cérebro", onde falo do exagero de cobertura mediatica e protecção ao casal McCann. Tantos portugueses desaparecidos, e aqui não se pode entender nenhum tipo de racismo ou xenofobia, trata-se apenas de igualdade para todos. Como refiro naquele texto, a mãe do deparecido Rui Pedro, para ter alguma atenção por parte dos media teve de caminhar muito á sua conta. Ela própria refere que se sentia sosinha naquela luta. E esta menina, teve, e tem, toda a cobertura não que esteja errado cobrirem o caso "Maddie", errado está em não darem a mesma atenção aos casos, que não são poucos, que envolvem Portugueses.
Bem já deitei cá para fora o que penso, sim porque guardar isto só para mim ia-me fazer mal.
Obrigado, até á próxima e saudinha!!
E num é que numa reviravolta total da verdade dos factos os pais de Maddie, estão aparentemente "ligados" ao desaparecimento de sua menina. È de pensar também, sobre o facto de só depois de serem constituidos arguidos rumaram de volta ao seu país de origem. Então o que aconteceu ao quererem estar presentes para ajudarem em tudo o que lhes fosse possivel e assim, encorajar os média a não abandonarem o caso. Correndo o risco de ser pretencioso, o ar calmo e tranquilo que o casal demonstrou durante as primeiras imagens, ainda com a possibilidade de se encontrar a menina, não era muito inspirador. Mas, verdade é só uma, cada um lida com a dor da forma que lhe é menos "desgastante".
Começa agora a fazer um pouco de sentido o que escrevi neste blog intitulado "Portugal = Merda no cérebro", onde falo do exagero de cobertura mediatica e protecção ao casal McCann. Tantos portugueses desaparecidos, e aqui não se pode entender nenhum tipo de racismo ou xenofobia, trata-se apenas de igualdade para todos. Como refiro naquele texto, a mãe do deparecido Rui Pedro, para ter alguma atenção por parte dos media teve de caminhar muito á sua conta. Ela própria refere que se sentia sosinha naquela luta. E esta menina, teve, e tem, toda a cobertura não que esteja errado cobrirem o caso "Maddie", errado está em não darem a mesma atenção aos casos, que não são poucos, que envolvem Portugueses.
Bem já deitei cá para fora o que penso, sim porque guardar isto só para mim ia-me fazer mal.
Obrigado, até á próxima e saudinha!!
quinta-feira, 13 de setembro de 2007
Encontrei-me!
Duvidas e caminho a percorrer
Frio, noite interminável.
Caminha em silêncio
Engole toda a raiva que
Por ventura sentires.
Sim,
Não é um crime, é talvez inocente
Frio, calculista, impessoal até!
No fundo das escadas,
As noticias são gélidas e impessoais
O que fazer, descer as escadas,
Ou esconder-se para sempre
Diz-me o que fazer!
Diz-me o que fazer!
Diz-me o que fazer!
Diz-me o que fazer!
Diz-me o que fazer!
Diz-me o que fazer!
Diz-me o que fazer!
Diz-me o que fazer!
Esclarece minha fronteira
Tentarei ser forte
Como antigamente, mas nem tudo é igual agora
Não devias respirar assim tão livremente.
Mostra-me bem tuas mãos,
Tens ou não as manchas de sangue?
Onde é a fronteira, diz-me por favor?
Onde é a fronteira, diz-me por favor?
Onde é a fronteira, diz-me por favor?
Onde é a fronteira, diz-me por favor?
Onde é a fronteira, diz-me por favor?
Onde é a fronteira, diz-me por favor?
Toca-me, encontra em mim
O tom acriançado que sempre me acompanha
Leva-me contigo para longe!
E sim,
Deixa-me viver!
Partido, esquecido e mutilado,
Selva errática onde me encontro
Violinos tocam melodias deprimentes.
As almas cansadas trauteiam melodias,
Tentando esquecer os violinos
A rua demonstra claramente
A falta de senso da comunidade
E, bem vamos devagar,
Não escrevo assim tão depressa!
Encontraste-me!
Frio, noite interminável.
Caminha em silêncio
Engole toda a raiva que
Por ventura sentires.
Sim,
Não é um crime, é talvez inocente
Frio, calculista, impessoal até!
No fundo das escadas,
As noticias são gélidas e impessoais
O que fazer, descer as escadas,
Ou esconder-se para sempre
Diz-me o que fazer!
Diz-me o que fazer!
Diz-me o que fazer!
Diz-me o que fazer!
Diz-me o que fazer!
Diz-me o que fazer!
Diz-me o que fazer!
Diz-me o que fazer!
Esclarece minha fronteira
Tentarei ser forte
Como antigamente, mas nem tudo é igual agora
Não devias respirar assim tão livremente.
Mostra-me bem tuas mãos,
Tens ou não as manchas de sangue?
Onde é a fronteira, diz-me por favor?
Onde é a fronteira, diz-me por favor?
Onde é a fronteira, diz-me por favor?
Onde é a fronteira, diz-me por favor?
Onde é a fronteira, diz-me por favor?
Onde é a fronteira, diz-me por favor?
Toca-me, encontra em mim
O tom acriançado que sempre me acompanha
Leva-me contigo para longe!
E sim,
Deixa-me viver!
Partido, esquecido e mutilado,
Selva errática onde me encontro
Violinos tocam melodias deprimentes.
As almas cansadas trauteiam melodias,
Tentando esquecer os violinos
A rua demonstra claramente
A falta de senso da comunidade
E, bem vamos devagar,
Não escrevo assim tão depressa!
Encontraste-me!
domingo, 9 de setembro de 2007
Demência individual
Sim
Já aqui estive
Mas bazei muito antes de fechar
A sereia correu comigo
E fomos sorrindo até ao profundo sonho
Dentro de céu
Além onde as noites ganham vida
Fica comigo escolhe-me
Sê o anjo que me prestei a ser
Sê o sangue que prometi oferecer
Sou a minha pior doença
Não preciso de bactérias para apodrecer
Partilho minha vida com a merda
Sou o caos dentro da infelicidade
Tudo de voltas ás avessas
Fico por aqui, estou satisfeito,
Mais não aguento
Estou do pior lado
O mais obscuro
Dormi calmamente, como esperando o dia a seguir
Voltei as minhas costas ás lágrimas e senti
Que um dia poderia sorrir, saltar e amar…
A chama cresceu em mim,
Cheguei a temer o enfarte
Tal era a velocidade de batimento
Estou dentro de tempo
Estou com a vontade de mudar…
Que me falta?
A lacrimal imagem que não consigo não ser?
A virtude de chorar quando triste?
A dor de conhecer?
Posso sofrer á vontade
Que sei que ao menos
Descansarei eternamente!
Estou alérgico á felicidade
Sim, é verdade como queria gritar, sorrir, viver!!!
Vim por este caminho porque é mais fácil
Pois não tens de me ver vergar
Apenas me vês a chegar
E todo o entretanto é desconhecido
Deixa-o rolar
Sem duvida que compensará o caminho mais longo
Preso em correntes,
Mas ela traz-me a cerveja do frigorífico
Para sempre
Sou feliz
Desde sempre
Como um louco
Um senil
Quem me dera estar pior
Oportunidades de brilhar
Na minha tão própria…
Lamecha existência!
Vá ajudem-me a pensar numa saída
Devia ser em preto e branco
Adágios clássicos como música de fundo
Berros, correrias, filmes alternativos
Década de 2000
Guiões complexos e por vezes incongruentes
Sou pessoalmente responsável…
Pelo meu declínio, minha enfadonhice,
O fogo devia-me ter consumido,
Mas escapei,
E a seda cobriu de negro toda a minha vida,
As estrelas
Curvo-me perante as luzes,
A serra, carvão e oleodutos...
Espera por a noite,
Aí anunciarei minha demência!
Já aqui estive
Mas bazei muito antes de fechar
A sereia correu comigo
E fomos sorrindo até ao profundo sonho
Dentro de céu
Além onde as noites ganham vida
Fica comigo escolhe-me
Sê o anjo que me prestei a ser
Sê o sangue que prometi oferecer
Sou a minha pior doença
Não preciso de bactérias para apodrecer
Partilho minha vida com a merda
Sou o caos dentro da infelicidade
Tudo de voltas ás avessas
Fico por aqui, estou satisfeito,
Mais não aguento
Estou do pior lado
O mais obscuro
Dormi calmamente, como esperando o dia a seguir
Voltei as minhas costas ás lágrimas e senti
Que um dia poderia sorrir, saltar e amar…
A chama cresceu em mim,
Cheguei a temer o enfarte
Tal era a velocidade de batimento
Estou dentro de tempo
Estou com a vontade de mudar…
Que me falta?
A lacrimal imagem que não consigo não ser?
A virtude de chorar quando triste?
A dor de conhecer?
Posso sofrer á vontade
Que sei que ao menos
Descansarei eternamente!
Estou alérgico á felicidade
Sim, é verdade como queria gritar, sorrir, viver!!!
Vim por este caminho porque é mais fácil
Pois não tens de me ver vergar
Apenas me vês a chegar
E todo o entretanto é desconhecido
Deixa-o rolar
Sem duvida que compensará o caminho mais longo
Preso em correntes,
Mas ela traz-me a cerveja do frigorífico
Para sempre
Sou feliz
Desde sempre
Como um louco
Um senil
Quem me dera estar pior
Oportunidades de brilhar
Na minha tão própria…
Lamecha existência!
Vá ajudem-me a pensar numa saída
Devia ser em preto e branco
Adágios clássicos como música de fundo
Berros, correrias, filmes alternativos
Década de 2000
Guiões complexos e por vezes incongruentes
Sou pessoalmente responsável…
Pelo meu declínio, minha enfadonhice,
O fogo devia-me ter consumido,
Mas escapei,
E a seda cobriu de negro toda a minha vida,
As estrelas
Curvo-me perante as luzes,
A serra, carvão e oleodutos...
Espera por a noite,
Aí anunciarei minha demência!
domingo, 26 de agosto de 2007
Pensando
Pensando...
É a hora!
Esconde-te...
O meu ponto é tão distinto
Divino
Fora do corte glaciar...
Espera não sei o que pensar
Talvez desta vez!
Adeus...
Foi bom enquanto durou!
A arma,
A lámina da minha cara
É divinal!!!
Esquece...
Porque não me falas?
O passado é doentio
A alma esvanece-se
Caminha a meu lado
Onde vais
Tudo é tão bruto e insensivel
Preciso de te encontrar
És minha
O que preciso de saber
Hoje á noite!!!
Espera
Deixa-me sair de onde estou
Como queria ouvir isso
Tudo brilha como anjo encandescente
Sorri
Como filantropo que és
Esquisito
Noctivago
Mórbida mensagem de mim até mim!!!
O toque é suave e convidativo
Tudo parece algo que não é
O precioso ser
Confortavelmente lindo
Perder-me-ei no calor dos teus braços
E tudo me persegue
Desde minha escura existência
Até o chegar ás estrelas
Persegue-me até minha placa condecorativa...
Jaulas e invulcros estranhos
O guarda e o desejo de cair...
Posso ser eu próprio
Como o deus desejado
Não demorará muito
Tudo está bem!!!
Onde estás?
Como me podes ouvir?
Onde estás?
Não te sinto!?!
Sinto tua falta!
Ela é meu mundo!
Um Deus despido que se esconde nefastamente
Onde devo procurar tuas virtudes?
Na montanha mais agrestes
Ou no mais lindo dos vales?
Penduro-me na montanha
Vejo a noite a correr!
Ele adorava voar
Por isso seu avião era sempre maior!
Aqui estou eu agora!!!
É a hora!
Esconde-te...
O meu ponto é tão distinto
Divino
Fora do corte glaciar...
Espera não sei o que pensar
Talvez desta vez!
Adeus...
Foi bom enquanto durou!
A arma,
A lámina da minha cara
É divinal!!!
Esquece...
Porque não me falas?
O passado é doentio
A alma esvanece-se
Caminha a meu lado
Onde vais
Tudo é tão bruto e insensivel
Preciso de te encontrar
És minha
O que preciso de saber
Hoje á noite!!!
Espera
Deixa-me sair de onde estou
Como queria ouvir isso
Tudo brilha como anjo encandescente
Sorri
Como filantropo que és
Esquisito
Noctivago
Mórbida mensagem de mim até mim!!!
O toque é suave e convidativo
Tudo parece algo que não é
O precioso ser
Confortavelmente lindo
Perder-me-ei no calor dos teus braços
E tudo me persegue
Desde minha escura existência
Até o chegar ás estrelas
Persegue-me até minha placa condecorativa...
Jaulas e invulcros estranhos
O guarda e o desejo de cair...
Posso ser eu próprio
Como o deus desejado
Não demorará muito
Tudo está bem!!!
Onde estás?
Como me podes ouvir?
Onde estás?
Não te sinto!?!
Sinto tua falta!
Ela é meu mundo!
Um Deus despido que se esconde nefastamente
Onde devo procurar tuas virtudes?
Na montanha mais agrestes
Ou no mais lindo dos vales?
Penduro-me na montanha
Vejo a noite a correr!
Ele adorava voar
Por isso seu avião era sempre maior!
Aqui estou eu agora!!!
Amor
Taciturno e esquecido. Continuo.
Lembro-me como tudo deveria ser
Sei como tudo deveria correr
Pernoito na imagem que carrego de mim
Não tenho assim muito a dizer
Excepto que tudo é falso
E não preciso de mais falsidade
Espero e corro como um louco
Para bem longe
Carinhoso e perdido. Continuo.
Sou a dor mais que perfeita
O pretérito da tua existência
Por onde caminhar
Se tudo é preenchido
Por precipícios e mares revoltados
Olha á tua volta
Tira tudo o que te faz
Lembrar de mim
Deixa de ouvir a música que compus
Só para ti
Se achas que nada te suspira
Como antigamente…
Onde errei?
Quando o perceber
Dedicarei toda a minha vida
Á criação da maquina do tempo
Para nela regredir
Corrigindo o erro que fiz
Um engano aos olhos de todos
Mas canto ainda para ti
Quando sinto que de alguma forma
Estás em algum sítio a pensar em mim
E caem gotas de água de meus olhos
Não entendo o que está a acontecer
Tenho tudo o que preciso
Só me faltas tu!
Preciso de te ver
Preciso de chamar
Sentir tua chama
Presa ao frio do meu corpo
É este meu desejo
Não adianta
Na minha cabeça
Iremos sempre ser nós!
Estranho é ver nosso amor desaparecer
E ele assim fez.
Abandonado e pesaroso. Continuo.
E mais tudo corre
Uns dias mal outros
Melhor ao sabor da mais horrível realidade:
O amor não é eterno!
Lembro-me como tudo deveria ser
Sei como tudo deveria correr
Pernoito na imagem que carrego de mim
Não tenho assim muito a dizer
Excepto que tudo é falso
E não preciso de mais falsidade
Espero e corro como um louco
Para bem longe
Carinhoso e perdido. Continuo.
Sou a dor mais que perfeita
O pretérito da tua existência
Por onde caminhar
Se tudo é preenchido
Por precipícios e mares revoltados
Olha á tua volta
Tira tudo o que te faz
Lembrar de mim
Deixa de ouvir a música que compus
Só para ti
Se achas que nada te suspira
Como antigamente…
Onde errei?
Quando o perceber
Dedicarei toda a minha vida
Á criação da maquina do tempo
Para nela regredir
Corrigindo o erro que fiz
Um engano aos olhos de todos
Mas canto ainda para ti
Quando sinto que de alguma forma
Estás em algum sítio a pensar em mim
E caem gotas de água de meus olhos
Não entendo o que está a acontecer
Tenho tudo o que preciso
Só me faltas tu!
Preciso de te ver
Preciso de chamar
Sentir tua chama
Presa ao frio do meu corpo
É este meu desejo
Não adianta
Na minha cabeça
Iremos sempre ser nós!
Estranho é ver nosso amor desaparecer
E ele assim fez.
Abandonado e pesaroso. Continuo.
E mais tudo corre
Uns dias mal outros
Melhor ao sabor da mais horrível realidade:
O amor não é eterno!
sexta-feira, 24 de agosto de 2007
Portugal = Merda no cérebro
Sente-te á vontade para enlouqueceres. Toda a informação gira na minha cabeça. Raramente me dando espaço para eu respirar.
Melhor se estiver fora. A recorrente imagem que acima de mim flutua é como um acréscimo de imagens que florescem na virtude da minha imagem. E por isto sinto-me agradecido.
Lembro-me agora que aos fósforos, não é dada a merecida importância. São parte integrante da nossa sociedade. Como faríamos um churrasco? Como acenderíamos um cigarro, depois de estares no campismo há já três semanas?
Liberta toda a adrenalina acumulada que incendeia, silenciosamente teu corpo. São tão poucas as ocasiões em que me posso realmente libertar. Queria ser a minha estrela mais preciosa. A noite mais rejubilante! Tenta viver a vida, culpando sempre o sistema e sem tentar mudar as cenas!
E os fósforos? Os coitados dos fósforos! Como seria a vida sem eles?
Estou no céu hoje á noite! Vejo todo o mundo lá tão longe, que pareço nem acreditar que tal é possível. Nenhuma ideia me massacra a cabeça (será que estou morta?), para mim, este é o retrato do paraíso!
Mas os fósforos, eles continuam a dar-me forte na cabeça! O que se passará comigo? Será que morri queimada?
Meu nome:
Maddie!!!
PS - Desculpem o sarcasmo, mas em nome das vítimas portuguesas relativamente ao mesmo crime, achei que deveria ter este sarcasmo. Desde o início vemos a mãe do Pedro Rui na televisão, apenas nos aniversários. A inicial “promoção” televisiva do caso, deve-se única e exclusivamente, ao esforço de sua mãe e suas posteriores aparições, em parte também! Desculpem-me os pais da “Maddie”, pois sem duvido tenho uma ideia, ainda que muito fraca (já que nunca terei a real já que além de não ter filhos, eles não foram raptados), mas compreendo a dor deles. Mas a televisão Portuguesa, o ALVO DA MINHA CRITICA, mexe com meu sistema nervoso. Os “Fósforos”, eram apenas para desanuviar a estupidez que eu estava a escrever!
Melhor se estiver fora. A recorrente imagem que acima de mim flutua é como um acréscimo de imagens que florescem na virtude da minha imagem. E por isto sinto-me agradecido.
Lembro-me agora que aos fósforos, não é dada a merecida importância. São parte integrante da nossa sociedade. Como faríamos um churrasco? Como acenderíamos um cigarro, depois de estares no campismo há já três semanas?
Liberta toda a adrenalina acumulada que incendeia, silenciosamente teu corpo. São tão poucas as ocasiões em que me posso realmente libertar. Queria ser a minha estrela mais preciosa. A noite mais rejubilante! Tenta viver a vida, culpando sempre o sistema e sem tentar mudar as cenas!
E os fósforos? Os coitados dos fósforos! Como seria a vida sem eles?
Estou no céu hoje á noite! Vejo todo o mundo lá tão longe, que pareço nem acreditar que tal é possível. Nenhuma ideia me massacra a cabeça (será que estou morta?), para mim, este é o retrato do paraíso!
Mas os fósforos, eles continuam a dar-me forte na cabeça! O que se passará comigo? Será que morri queimada?
Meu nome:
Maddie!!!
PS - Desculpem o sarcasmo, mas em nome das vítimas portuguesas relativamente ao mesmo crime, achei que deveria ter este sarcasmo. Desde o início vemos a mãe do Pedro Rui na televisão, apenas nos aniversários. A inicial “promoção” televisiva do caso, deve-se única e exclusivamente, ao esforço de sua mãe e suas posteriores aparições, em parte também! Desculpem-me os pais da “Maddie”, pois sem duvido tenho uma ideia, ainda que muito fraca (já que nunca terei a real já que além de não ter filhos, eles não foram raptados), mas compreendo a dor deles. Mas a televisão Portuguesa, o ALVO DA MINHA CRITICA, mexe com meu sistema nervoso. Os “Fósforos”, eram apenas para desanuviar a estupidez que eu estava a escrever!
sábado, 19 de maio de 2007
o que será isto???
de alguma maneira percebo agora, o louco crepitar das encostas, o correr das águas, a brisa a respirar segredos... onde vamos agora, que tamos cansados e taciturnos... Onde resta correr o freio... o louco passou, durante alguns minutos as pessoas fazim introspecções com preguntas muito caracteristicas, a duvida existencial viveu por leves segundos, depois inclinou-se, vergueu e morreu!
Como em tudo a sabedoria tem um preço e rara é a vez em que tal preço não é fatal. em frente com nossa guerra.
por vezes a mente elabora maravilhas, em outras cria merda pseudo-intlectual.
DESCULPEM
Como em tudo a sabedoria tem um preço e rara é a vez em que tal preço não é fatal. em frente com nossa guerra.
por vezes a mente elabora maravilhas, em outras cria merda pseudo-intlectual.
DESCULPEM
domingo, 13 de maio de 2007
Todos voçês são novos
eu nunca cá vim
e se me viste por cá
acredita deixa os alucinogénicos
toda a gente se pergunta
será que vim por ali?
na minha cabeça
todos voçês são novos
digo-vos outra vez o mesmo...
Na minha cabeça
voçês são todos novos...
escolhe viver a noite anunciada
em cenários que só muito alto imaginaste
vi que a dignidade a nada nos pode levar!!!
amor descansa
vou só passear entre a chuva
na minha cabeça tudo é novo!
Sou só um gajo
um pouco quebrado
ms que se mantém
agora desapareco e sou outra vez
aquele miudo dócil
com medo da falta de luzes
preciso no seu tempo
escondido na verdade
a montanha a noite
o escuro o vazio de coração
miudo dócil
onde te puderei encontrar
dedicação
não mais sozinho ficarás
perdoar-me é viver
caminho feliz entre mensagens absurdas
onde se me escorre a imagem
do ser que um dia me fez sorrir
espero nunca mais entrar naquele sorriso
secrecia da agonia
onde por tudo sorria
sem...
natural no que me entendo
feliz por ser feliz
como eu sou feliz
minha própria imagem de
ser feliz...
e se me viste por cá
acredita deixa os alucinogénicos
toda a gente se pergunta
será que vim por ali?
na minha cabeça
todos voçês são novos
digo-vos outra vez o mesmo...
Na minha cabeça
voçês são todos novos...
escolhe viver a noite anunciada
em cenários que só muito alto imaginaste
vi que a dignidade a nada nos pode levar!!!
amor descansa
vou só passear entre a chuva
na minha cabeça tudo é novo!
Sou só um gajo
um pouco quebrado
ms que se mantém
agora desapareco e sou outra vez
aquele miudo dócil
com medo da falta de luzes
preciso no seu tempo
escondido na verdade
a montanha a noite
o escuro o vazio de coração
miudo dócil
onde te puderei encontrar
dedicação
não mais sozinho ficarás
perdoar-me é viver
caminho feliz entre mensagens absurdas
onde se me escorre a imagem
do ser que um dia me fez sorrir
espero nunca mais entrar naquele sorriso
secrecia da agonia
onde por tudo sorria
sem...
natural no que me entendo
feliz por ser feliz
como eu sou feliz
minha própria imagem de
ser feliz...
sábado, 5 de maio de 2007
Vá para fora cá dentro
Bem, há coisas em Portugal que realmente mexem com o sistema nervoso das pessoas. Tudo bem que algumas têm apenas certas lacunas, onde apontar defeitos minúsculos se torna até ridículo, mas também existem outras, e não são poucas, que até irrita mesmo. Parece que tem certos comportamentos de propósito para irritar as pessoas. Um desses exemplos é a campanha (por mim muito aclamada, já que correctamente planeada teria um enorme sucesso, sendo de grande importância para o sadio crescimento económico de Portugal) do “Vá para fora cá dentro” como é possível ao estado não detectar certas falhas que, além de baterem com força nos olhinhos das pessoas responsáveis, nem eram assim tão complicadas de serem resolvidas.
Um dos exemplos mais gritantes é o do Algarve. Tudo bem ser considerado turismo de luxo, tudo bem que tem praias limpas e com uma água que tem uma temperatura muito agradável, tudo bem que tem o Zé Camarinha, tudo bem ter duas épocas, a alta e a baixa para o campismo e hotéis, mas para supermercados, drogarias, mercearias. No Algarve durante a época alta balnear, os meses de Junho, Julho, Agosto e metade de Setembro todas as superfícies comerciais exercem preços muito mais altos do que durante o restante ano. E não raras são as lojas, nas terras menos “famosas” a estrangeiros, que praticam preços considerados normais para os habitantes da aldeia e preços de época alta para os restantes “Tugas”.
Um outro exemplo, é o caso do turismo mais para o rural. Há cerca de dois anos atrás, eu e um conjunto de amigos decidimos ir celebrar a passagem de ano para o “Talasnal”, na serra da Lousa. Aquilo é de uma beleza extrema mesma, é o contacto quase directo com a natureza. É o silêncio da noite, a água a correr no ribeiro, montanha abaixo, onde claramente a ouves e julgas ser já ali, tendo de andar quase 5 minutos para a ir ver, tal é o silêncio que reina na montanha, bem lá no alto. Sim, mas isto é bem lá no alto, porque para chegar lá ao alto, a “viagem” foi bem complicada. Para começar porque de todos os que fomos e éramos para aí vinte, só levamos um carro, comercial, para carregar as coisas mais pesadas. Sim, porque ficava mais barato ir de transportes do que entre todos dividirmos as despesas relacionadas com a chegada bem ao alto. E foi aqui que todos os problemas começaram. Saímos do comboio que nos ligou de Coimbra à Lousã e fomos directamente a junta de freguesia da referida aldeia ou vila, de forma a nos informarem de como poderíamos nós arranjar transportes para o cimo. Primeiro de tudo levamos com aqueles funcionários públicos característicos, antipáticos qb e nada prestáveis. Demoraram uma hora e maia até nos virem dizer que não sabiam como iríamos lá para cima. Para tentarmos quer os táxis, quer os bombeiros. Uma hora e meia depois, ainda continuávamos bem dispostos, porque sabíamos que nos iríamos passar uma bela semana lá no cimo. A caminho dos bombeiros, apareceu-nos um taxista que parou o seu bólide ao nosso lado dizendo que nos levaria lá em cima se nós quisemos. Continuamos ainda hoje sem saber como ele lá apareceu. Todos satisfeitos que tínhamos nosso grande dilema resolvido, todos contentes começamos a decidir, sem demora quem ia em que viagem, já que teriam de ser ai umas 6 e carregados de malas. Etapa de rápida resolução aquela que dependeu de nós. Depois de termos o táxi carregado e quase todos estarem sentados, o motorista diz-nos que vai fazer a primeira viagem assim carregado, mas as próximas não podia ser, salientando também que não iria ligar o taxímetro visto que aquela zona não cobria as zonas dele, e que cada viagem iria ficar pela módica quantia de 50 euros. Visto termos achado demasiado caro, mas só um bocadinho, continuamos nossa marcha até ao quartel dos bombeiros. Lá chegamos finalmente. Depois de andarmos a ser corridos de uma porta e pessoa para outra, lá uma colega que viajava connosco, estudante de direito e com um pouco de mau feito quando acha que a estão a gozar, diz com um tom um pouco mais agressivo, se algum dos presentes na sala onde nos encontrávamos na altura era capaz de chamar o responsável do quartel. Mais 40 minutos se tinham passado até ela ter esta atitude. O comandante do quartel de inicio mostrou-se bastante acessível no dialogo e disposto a cooperar connosco, já que pedíamos apenas para nos transportarem até ao cimo e pagaríamos todas as despesas envolvidas no referido transporte, e tínhamos sido encaminhados para ali pela junta de freguesia. Aí algo correu mal e ele disse-nos que não podia fazer nada e teríamos de descobrir uma outra forma de chegar ao topo. Desejou-nos boa sorte virou as costas e puff… mais uma vez estávamos por nossa conta no complicado, vá para fora cá dentro. Quando estávamos a virar costas para procurarmos a solução de uma outra forma, um dos bombeiros veio ter connosco e disse-nos para ligar para um numero de telemóvel, que era de um senhor que possuía um jipe e nos levaria lá em três viagens, onde só depositaríamos a gasolina. Ligamos 20 minutos depois estava lá o senhor que amavelmente nos levou lá ao referido e desejado cimo. Pagamos 7 euros por viagem. Menos 43 euros do que a proposta feita pelo taxista.
Até aqui são apenas duas injustiças num mundo mesmo muito injusto. Mas será que os membros do governo e das entidades responsáveis não percebem que nem todos somos como as personagens dos morangos com açúcar! Nem todos temos a folia financeira para pagar 50 euros por uma viagem que demorou dez minutos ou por pagar tudo e mais alguma coisa pelo dobro do preço, quando não mais. Agora pergunto, com tantos fiscais que existem para tudo e mais alguma coisa, e parecem nunca fiscalizar nada. Já que as fugas aos impostos continuam em alta, os crimes financeiros continuam em alta e agora até já se conseguem perder papéis que comprovam os crimes de fraude fiscal. Não se deveriam direccionar esses referidos contra producentes funcionários públicos da república portuguesa para a criação de uma “policia” que fiscalizasse estes actos que apenas convencem cada vez mais os turistas portugueses a escolherem o estrangeiro para viajar. Não seria isto um esforço suportável e talvez, talvez, mais eficaz na divulgação e incentivo ao turismo dentro de Portugal?
Um dos exemplos mais gritantes é o do Algarve. Tudo bem ser considerado turismo de luxo, tudo bem que tem praias limpas e com uma água que tem uma temperatura muito agradável, tudo bem que tem o Zé Camarinha, tudo bem ter duas épocas, a alta e a baixa para o campismo e hotéis, mas para supermercados, drogarias, mercearias. No Algarve durante a época alta balnear, os meses de Junho, Julho, Agosto e metade de Setembro todas as superfícies comerciais exercem preços muito mais altos do que durante o restante ano. E não raras são as lojas, nas terras menos “famosas” a estrangeiros, que praticam preços considerados normais para os habitantes da aldeia e preços de época alta para os restantes “Tugas”.
Um outro exemplo, é o caso do turismo mais para o rural. Há cerca de dois anos atrás, eu e um conjunto de amigos decidimos ir celebrar a passagem de ano para o “Talasnal”, na serra da Lousa. Aquilo é de uma beleza extrema mesma, é o contacto quase directo com a natureza. É o silêncio da noite, a água a correr no ribeiro, montanha abaixo, onde claramente a ouves e julgas ser já ali, tendo de andar quase 5 minutos para a ir ver, tal é o silêncio que reina na montanha, bem lá no alto. Sim, mas isto é bem lá no alto, porque para chegar lá ao alto, a “viagem” foi bem complicada. Para começar porque de todos os que fomos e éramos para aí vinte, só levamos um carro, comercial, para carregar as coisas mais pesadas. Sim, porque ficava mais barato ir de transportes do que entre todos dividirmos as despesas relacionadas com a chegada bem ao alto. E foi aqui que todos os problemas começaram. Saímos do comboio que nos ligou de Coimbra à Lousã e fomos directamente a junta de freguesia da referida aldeia ou vila, de forma a nos informarem de como poderíamos nós arranjar transportes para o cimo. Primeiro de tudo levamos com aqueles funcionários públicos característicos, antipáticos qb e nada prestáveis. Demoraram uma hora e maia até nos virem dizer que não sabiam como iríamos lá para cima. Para tentarmos quer os táxis, quer os bombeiros. Uma hora e meia depois, ainda continuávamos bem dispostos, porque sabíamos que nos iríamos passar uma bela semana lá no cimo. A caminho dos bombeiros, apareceu-nos um taxista que parou o seu bólide ao nosso lado dizendo que nos levaria lá em cima se nós quisemos. Continuamos ainda hoje sem saber como ele lá apareceu. Todos satisfeitos que tínhamos nosso grande dilema resolvido, todos contentes começamos a decidir, sem demora quem ia em que viagem, já que teriam de ser ai umas 6 e carregados de malas. Etapa de rápida resolução aquela que dependeu de nós. Depois de termos o táxi carregado e quase todos estarem sentados, o motorista diz-nos que vai fazer a primeira viagem assim carregado, mas as próximas não podia ser, salientando também que não iria ligar o taxímetro visto que aquela zona não cobria as zonas dele, e que cada viagem iria ficar pela módica quantia de 50 euros. Visto termos achado demasiado caro, mas só um bocadinho, continuamos nossa marcha até ao quartel dos bombeiros. Lá chegamos finalmente. Depois de andarmos a ser corridos de uma porta e pessoa para outra, lá uma colega que viajava connosco, estudante de direito e com um pouco de mau feito quando acha que a estão a gozar, diz com um tom um pouco mais agressivo, se algum dos presentes na sala onde nos encontrávamos na altura era capaz de chamar o responsável do quartel. Mais 40 minutos se tinham passado até ela ter esta atitude. O comandante do quartel de inicio mostrou-se bastante acessível no dialogo e disposto a cooperar connosco, já que pedíamos apenas para nos transportarem até ao cimo e pagaríamos todas as despesas envolvidas no referido transporte, e tínhamos sido encaminhados para ali pela junta de freguesia. Aí algo correu mal e ele disse-nos que não podia fazer nada e teríamos de descobrir uma outra forma de chegar ao topo. Desejou-nos boa sorte virou as costas e puff… mais uma vez estávamos por nossa conta no complicado, vá para fora cá dentro. Quando estávamos a virar costas para procurarmos a solução de uma outra forma, um dos bombeiros veio ter connosco e disse-nos para ligar para um numero de telemóvel, que era de um senhor que possuía um jipe e nos levaria lá em três viagens, onde só depositaríamos a gasolina. Ligamos 20 minutos depois estava lá o senhor que amavelmente nos levou lá ao referido e desejado cimo. Pagamos 7 euros por viagem. Menos 43 euros do que a proposta feita pelo taxista.
Até aqui são apenas duas injustiças num mundo mesmo muito injusto. Mas será que os membros do governo e das entidades responsáveis não percebem que nem todos somos como as personagens dos morangos com açúcar! Nem todos temos a folia financeira para pagar 50 euros por uma viagem que demorou dez minutos ou por pagar tudo e mais alguma coisa pelo dobro do preço, quando não mais. Agora pergunto, com tantos fiscais que existem para tudo e mais alguma coisa, e parecem nunca fiscalizar nada. Já que as fugas aos impostos continuam em alta, os crimes financeiros continuam em alta e agora até já se conseguem perder papéis que comprovam os crimes de fraude fiscal. Não se deveriam direccionar esses referidos contra producentes funcionários públicos da república portuguesa para a criação de uma “policia” que fiscalizasse estes actos que apenas convencem cada vez mais os turistas portugueses a escolherem o estrangeiro para viajar. Não seria isto um esforço suportável e talvez, talvez, mais eficaz na divulgação e incentivo ao turismo dentro de Portugal?
quinta-feira, 3 de maio de 2007
Escandalo que abafa escandalo
Bem, começar isto é ainda mais complicado do que provar que o Português é por defeito um ser inteligente, mas isso são contas de outro calvário! Que me lembre e seja do conhecimento geral, quase mesmo até da miudagem que nasceu bem depois do acontecimento, o primeiro grande escândalo que em Portugal deixou a culpa morrer sozinha, foi o de Camarate, que vitimou o primeiro ministro de Portugal dessa altura Mário de Sá Carneiro. Vozes de todos os cantos do país e das mais diversas frentes (ou traseiras) politicas afirmam que «foi um horrendo crime político», Ricardo Sá Fernandes que, à data do acontecimento, prestava apoio jurídico à recandidatura presidencial de Ramalho Eanes, principal rival do candidato Soares Carneiro, este apoiado pelo PPD de Sá Carneiro e pelo CDS, de que um dos principais dirigentes era Adelino Amaro da Costa, ministro da Defesa e igualmente falecido na queda do pequeno avião. «Durante 15 anos estive perfeitamente convencido de que Camarate tinha sido um acidente», revelou Sá Fernandes, defendendo que esse era o sentimento prevalecente na opinião pública. «Mas hoje não tenho dúvidas nenhumas de que aquelas pessoas foram assassinadas num horrendo crime político que contou com a cumplicidade e o silêncio de várias áreas», disse Sá Fernandes, nomeando o aparelho de justiça, como os tribunais e o Ministério Público, e uma culpa colectiva, personificada na comunicação social e na classe política, como responsáveis pela situação de silêncio e de contradições que considerou existir em torno do desastre aéreo. 20 Anos passaram e ainda ninguém foi considerado culpado, ninguém chegou ainda á conclusão sobre se teria sido um acidente ou um crime horrendo de carácter político, que a ser descoberto, iria ferir quase fatalmente a tão jovem e frágil Republica Portuguesa. Até aqui, nada a que o Português mediano não esteja já habituado, saber as coisas de uma forma muito superficial, sem nunca se ir ao cerne das questões. Novamente o Português mediano diria que se trata apenas de um caso muito complexo, onde é muito difícil chegar a conclusões até porque todas as pessoas intervenientes no processo faleceram devido ao acidente e não existem testemunhas do mesmo.
Mas mudemos agora de escândalo, o caso moderna, um caso onde de inicio se suspeitou que Portugal inteiro estava envolvido, um caso gigantesco de corrupção e jogos de interesses, meses e meses de notícias onde se falava do envolvimento de muitos nomes. Finalização mediática do processo: um preso, que se sabe desde o início que não é um preso qualquer, tem regalias imensas, que passam pela TVCabo, quase de certeza na cela, paga esta pelos contribuintes, que se “matam “ a trabalhar pelo ordenado mínimo.
Um pouco antes de este escândalo estar “resolvido”, começou-se a ouvir pairar no ar a “louca” ideia que era provável, que um escândalo relacionado com a Casa Pia, poderia ter sido vítima de erros de investigação sendo mesmo possível existirem os referidos nos anos 80 crimes de abuso sexual de menores nesta instituição de solidariedade pessoal. Será, que calúnia… e assim, lentamente se foi tirando a atenção das pessoas para o caso moderna e começou-se a falar mais na Casa Pia. Muito rapidamente se passou de nomes relativamente conhecidos, para grandes nomes da alta sociedade portuguesa. O caso mais mediático foi mesmo Carlos Cruz, jornalista de há muitos anos, pessoa de bem e respeitada na sociedade, tanto que até manifestações de apoio a Carlos Cruz foram organizadas por populares incrédulos. Mas muitos nomes se foram juntando a este rol de “possíveis abusadores”, até políticos como era o caso do Pedroso. Tudo isto começava a entrar na esfera da irrealidade. Mas era uma irrealidade, bem real. Agora algo já mais familiar: de repente começou-se a falar por alto em corrupção no mundo do futebol e da política, jogos de interesses, sacos azuis, desaparecimento de documentos que estavam em segredo de justiça. Portugal é um cubo mágico de surpresas. Conclusão: como em casos anteriores, um a um foram todos sendo soltos da prisão preventiva e só lá ficou o Zé povinho, ainda que culpado, como todos os outros. E sobre a Casa Pia, só se sabe que está preso o Bibi, os outros estão todos em casa, levando as suas vidinhas normalmente, como antes levaram.
Quanto ao Português ávido de notícias, sabe-se que o Pinto da Costa, o Valentim Loureiro, alguns árbitros que ninguém conhece e a Fátima Felgueiras a alegrar a hora de jantar do Português durante uns tempos. Mais cedo ou mais tarde, um outro qualquer escândalo pavoroso irá tomar conta das pobres almas portuguesas e dará a culpa a ninguém. E Portugal corre alegremente, para uma ignorância cada vez mais aclamada.
Depois disto tudo só me apraz fazer uma pergunta:
- Vocês pensam que todo o Português é estúpido e tapado dos olhinhos! Alguns de nós temos aquilo a que deram o nome de cérebro e capacidade de raciocínio.
Mas mudemos agora de escândalo, o caso moderna, um caso onde de inicio se suspeitou que Portugal inteiro estava envolvido, um caso gigantesco de corrupção e jogos de interesses, meses e meses de notícias onde se falava do envolvimento de muitos nomes. Finalização mediática do processo: um preso, que se sabe desde o início que não é um preso qualquer, tem regalias imensas, que passam pela TVCabo, quase de certeza na cela, paga esta pelos contribuintes, que se “matam “ a trabalhar pelo ordenado mínimo.
Um pouco antes de este escândalo estar “resolvido”, começou-se a ouvir pairar no ar a “louca” ideia que era provável, que um escândalo relacionado com a Casa Pia, poderia ter sido vítima de erros de investigação sendo mesmo possível existirem os referidos nos anos 80 crimes de abuso sexual de menores nesta instituição de solidariedade pessoal. Será, que calúnia… e assim, lentamente se foi tirando a atenção das pessoas para o caso moderna e começou-se a falar mais na Casa Pia. Muito rapidamente se passou de nomes relativamente conhecidos, para grandes nomes da alta sociedade portuguesa. O caso mais mediático foi mesmo Carlos Cruz, jornalista de há muitos anos, pessoa de bem e respeitada na sociedade, tanto que até manifestações de apoio a Carlos Cruz foram organizadas por populares incrédulos. Mas muitos nomes se foram juntando a este rol de “possíveis abusadores”, até políticos como era o caso do Pedroso. Tudo isto começava a entrar na esfera da irrealidade. Mas era uma irrealidade, bem real. Agora algo já mais familiar: de repente começou-se a falar por alto em corrupção no mundo do futebol e da política, jogos de interesses, sacos azuis, desaparecimento de documentos que estavam em segredo de justiça. Portugal é um cubo mágico de surpresas. Conclusão: como em casos anteriores, um a um foram todos sendo soltos da prisão preventiva e só lá ficou o Zé povinho, ainda que culpado, como todos os outros. E sobre a Casa Pia, só se sabe que está preso o Bibi, os outros estão todos em casa, levando as suas vidinhas normalmente, como antes levaram.
Quanto ao Português ávido de notícias, sabe-se que o Pinto da Costa, o Valentim Loureiro, alguns árbitros que ninguém conhece e a Fátima Felgueiras a alegrar a hora de jantar do Português durante uns tempos. Mais cedo ou mais tarde, um outro qualquer escândalo pavoroso irá tomar conta das pobres almas portuguesas e dará a culpa a ninguém. E Portugal corre alegremente, para uma ignorância cada vez mais aclamada.
Depois disto tudo só me apraz fazer uma pergunta:
- Vocês pensam que todo o Português é estúpido e tapado dos olhinhos! Alguns de nós temos aquilo a que deram o nome de cérebro e capacidade de raciocínio.
Falando
"Falando pela voz de um simplório experiente,
Que obviamente preferia ser…
Um queixoso castrado e infantil..."
Pensam que eu não sei?
A minha poesia é tão doentia como eu:
Droga, destruição, morte!!!
Isto também não é vida...
Este escrito…
Será facilmente compreendido,
Por aqueles que me conhecem…
Este é o ponto mais alto
Onde conseguirei chegar.
Estou no alto!
Estou fora!
Imaginar um mundo,
O meu pequeno universo…
Acreditar na sua existência…
Eu conheço a realidade dura e cruel!
Tenho por mulher…
Uma alma que transborda amor e sabedoria…
Mas…
Eu continuo esquecido!
Neste quarto frio e imundo
Unindo todas as impressões desesperadas
Que pareço necessitar
De forma a completar a minha realidade!
"Este lugar é um rio de incertezas,
Esta teia colorida minha visão tagarela,
Este arame farpado o meu sonho despedaçado... Esta visão… És tu! Sou eu!
"Ó grande criador dos seres
Concede-nos uma hora mais
Para exibirmos a nossa arte…
e…
Aperfeiçoarmos a nossa vida!"
Peço antes ao criador da alegria...
Dê-me alegria para viver!!!
"Eu devo ser um desses narcisistas
Que só dá valor às coisas quando as perde!
"Tenho de estar já bastante fora
Para recuperar o entusiasmo…
Que sentia ao escrever!
Agora tudo me parece…
Mórbido e repetitivo!!!
Mandaram-me deitar abaixo!
Caso acredites…
Esta doentia imagem!
Não irá acabar!!!
E toda a minha vida me teria corrido bem!
Não fosse um empecilho de estimação…
Tenho medo
De te transformar no ser infeliz
Insensível
auto-destrutivo…
Em que me tornei!
E isso preocupa-me,
Ao ponto de não funcionar direito!
Isto é o mais longe que conseguirei chegar.
Este meu corpo…
É um livro antigo
Suas folhas de mármore brotam conhecimento Desde a curta estadia no útero materno.
Paz, amor, alegria!!!
Desculpem o sofrimento que vos fiz passar!
Eu vou ser corrido para fora deste universo!
Eu sei que vou!
Mas perguntarei por ti…
Acredita que perguntarei.
Que obviamente preferia ser…
Um queixoso castrado e infantil..."
Pensam que eu não sei?
A minha poesia é tão doentia como eu:
Droga, destruição, morte!!!
Isto também não é vida...
Este escrito…
Será facilmente compreendido,
Por aqueles que me conhecem…
Este é o ponto mais alto
Onde conseguirei chegar.
Estou no alto!
Estou fora!
Imaginar um mundo,
O meu pequeno universo…
Acreditar na sua existência…
Eu conheço a realidade dura e cruel!
Tenho por mulher…
Uma alma que transborda amor e sabedoria…
Mas…
Eu continuo esquecido!
Neste quarto frio e imundo
Unindo todas as impressões desesperadas
Que pareço necessitar
De forma a completar a minha realidade!
"Este lugar é um rio de incertezas,
Esta teia colorida minha visão tagarela,
Este arame farpado o meu sonho despedaçado... Esta visão… És tu! Sou eu!
"Ó grande criador dos seres
Concede-nos uma hora mais
Para exibirmos a nossa arte…
e…
Aperfeiçoarmos a nossa vida!"
Peço antes ao criador da alegria...
Dê-me alegria para viver!!!
"Eu devo ser um desses narcisistas
Que só dá valor às coisas quando as perde!
"Tenho de estar já bastante fora
Para recuperar o entusiasmo…
Que sentia ao escrever!
Agora tudo me parece…
Mórbido e repetitivo!!!
Mandaram-me deitar abaixo!
Caso acredites…
Esta doentia imagem!
Não irá acabar!!!
E toda a minha vida me teria corrido bem!
Não fosse um empecilho de estimação…
Tenho medo
De te transformar no ser infeliz
Insensível
auto-destrutivo…
Em que me tornei!
E isso preocupa-me,
Ao ponto de não funcionar direito!
Isto é o mais longe que conseguirei chegar.
Este meu corpo…
É um livro antigo
Suas folhas de mármore brotam conhecimento Desde a curta estadia no útero materno.
Paz, amor, alegria!!!
Desculpem o sofrimento que vos fiz passar!
Eu vou ser corrido para fora deste universo!
Eu sei que vou!
Mas perguntarei por ti…
Acredita que perguntarei.
quarta-feira, 2 de maio de 2007
Hoje
Mais um dia, as pessoas passam e tudo na vida se escorre em odores que mancham minha doce viagem até ao profundo de mim, onde verdadeiramente sou feliz..Carrego nos ombros a luz suave de uma névoa escura, o frio do teu olhar que todos os dias me conforta, sem palavras queridas ou até mesmo a mais ténue das caricias...Sou uma ferida aberta com pús que insiste em não cicatrizar...Sou o ser mais horrivel do mundo, mas ainda assim, orgulho-me daquilo que sou...Ou não e estou apenas a tentar enganar-me a mim próprio...De qualquer das formas, aqui está...
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