segunda-feira, 19 de novembro de 2007

Feridas abertas jamais desaparecem


Feridas, caimbras e dores corporais

Como caminhar quando tudo nos aleija?
Será nossa vivência
O pecado original?

Esperar é viver e relembrar emoções
Caminhar é sofrer com as desiluzões!

Perdido, estacionado
O sofrimento do velho feio

O deus, a doença
O diabo de barba comprida

Perdido desde o inicio

Espera e verás a terra tremer!

Um homem perdido, mas a existência perfeita...

Espera a noite caiu...
Tenho de sair
Esquecer-me é já um passatempo antigo!!!

Vem, procura agora os bocados dispersos do que um dia eu fui, mas lembra-te á partida do antigo ditado coração partido nunca se reconstroi... Pudiamos redefinir todas as directivas logo a partida, os dois abdicarmos de muita cena para tornar tudo possivel e com esforços dos dois lados (uma das principais razões para a referida reconstrução ser um atalho para o falhanço, mas disto tratarei numa mais adiante), e tudo é bonito na ideia e acaba-se com aquele sorriso, tão distantes de imaginar que as lágrimas já se estão regojizando com nosso futuro tão relativamente próximo! Este caminho é tão mais doloroso quanto maior espaço temporal ocupar esta passagem da pseuda-ilusório felicidade. O mais caro cobertor do mercado, também ele com o tempo se desgasta e começa a ganhar buracos, a traça desempenha no cobertor um papel importante, tal como no assunto tratado aqui os esforços bilaterais são o início do fim. Porquê? Porque no início, aquando das conversas esclarecedoras para o entendimento, os esforços eram considerados justos e igualmente “penalisáveis” para ambos. Engano, ao fim de um curto período de tempo tudo passa a ser desnivelado. Depois, bem, depois começam as insinuações... bem, todos se devem estar a visualizar agora o que descreveria a seguir e, como não gosto de ser chato, ficarei por aqui.

Obrigado pela atenção dispensada, ou não!

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