quinta-feira, 13 de setembro de 2007

Encontrei-me!

Duvidas e caminho a percorrer
Frio, noite interminável.

Caminha em silêncio
Engole toda a raiva que
Por ventura sentires.

Sim,
Não é um crime, é talvez inocente

Frio, calculista, impessoal até!

No fundo das escadas,
As noticias são gélidas e impessoais

O que fazer, descer as escadas,
Ou esconder-se para sempre

Diz-me o que fazer!
Diz-me o que fazer!
Diz-me o que fazer!
Diz-me o que fazer!
Diz-me o que fazer!
Diz-me o que fazer!
Diz-me o que fazer!
Diz-me o que fazer!

Esclarece minha fronteira

Tentarei ser forte
Como antigamente, mas nem tudo é igual agora

Não devias respirar assim tão livremente.

Mostra-me bem tuas mãos,
Tens ou não as manchas de sangue?


Onde é a fronteira, diz-me por favor?
Onde é a fronteira, diz-me por favor?
Onde é a fronteira, diz-me por favor?
Onde é a fronteira, diz-me por favor?
Onde é a fronteira, diz-me por favor?
Onde é a fronteira, diz-me por favor?

Toca-me, encontra em mim
O tom acriançado que sempre me acompanha
Leva-me contigo para longe!

E sim,
Deixa-me viver!

Partido, esquecido e mutilado,
Selva errática onde me encontro
Violinos tocam melodias deprimentes.

As almas cansadas trauteiam melodias,
Tentando esquecer os violinos

A rua demonstra claramente
A falta de senso da comunidade
E, bem vamos devagar,
Não escrevo assim tão depressa!

Encontraste-me!

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