Duvidas e caminho a percorrer
Frio, noite interminável.
Caminha em silêncio
Engole toda a raiva que
Por ventura sentires.
Sim,
Não é um crime, é talvez inocente
Frio, calculista, impessoal até!
No fundo das escadas,
As noticias são gélidas e impessoais
O que fazer, descer as escadas,
Ou esconder-se para sempre
Diz-me o que fazer!
Diz-me o que fazer!
Diz-me o que fazer!
Diz-me o que fazer!
Diz-me o que fazer!
Diz-me o que fazer!
Diz-me o que fazer!
Diz-me o que fazer!
Esclarece minha fronteira
Tentarei ser forte
Como antigamente, mas nem tudo é igual agora
Não devias respirar assim tão livremente.
Mostra-me bem tuas mãos,
Tens ou não as manchas de sangue?
Onde é a fronteira, diz-me por favor?
Onde é a fronteira, diz-me por favor?
Onde é a fronteira, diz-me por favor?
Onde é a fronteira, diz-me por favor?
Onde é a fronteira, diz-me por favor?
Onde é a fronteira, diz-me por favor?
Toca-me, encontra em mim
O tom acriançado que sempre me acompanha
Leva-me contigo para longe!
E sim,
Deixa-me viver!
Partido, esquecido e mutilado,
Selva errática onde me encontro
Violinos tocam melodias deprimentes.
As almas cansadas trauteiam melodias,
Tentando esquecer os violinos
A rua demonstra claramente
A falta de senso da comunidade
E, bem vamos devagar,
Não escrevo assim tão depressa!
Encontraste-me!
quinta-feira, 13 de setembro de 2007
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