sexta-feira, 5 de outubro de 2007

Noite

Enfim a noite,,
O descanso depois de mais um dia…

Fico sozinho e reflicto sobre a maré
Não consigo evitar divagar,
Foi feito para deixar de morrer…

Sinto-me muito melhor,
Embora não saiba agora quem sou…

Feliz estou por cantar e sorrir,
Divagar e amar
Ser a noite, na maior chama de vidro!

Espera, acho que já disse isto antes!

Sim,
Sem dúvida que sim,
Sinto-me novamente
Estúpido e repetitivo!

Mas tudo bem,
A noite correrá feliz
Enfim o vicio,
Confio agora,
Que estou de ressaca!

Segue em frente
Segue tua marcha
Fizeste toda a tua vida
Tentando alcançar o meu amanhã
Fica já sabendo
Que nada consigo evitar!

Sou a subtil névoa
Que pareces ver lá longe,
Bem lá longe!
Sem nunca ter a certeza,
A eterna duvida!

Lá fora a noite “aviónicamente” dorme!

E eu aqui continuo, sozinho!

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