quinta-feira, 25 de dezembro de 2008

Aquilo verdadeiramente importante

Ainda agora
Vivi a mais pura felicidade
E já choro outra vez
Como uma criança “endiabada”

Nunca estive verdadeiramente vivo
Nunca sobreviverei a esse massacre
Memórias escondidas, olhos postos...

O meu coração é fogo alto que se esconde!

Disses-te-me para te amar,
E eu fi-lo sem hesitar,
Jamais nasceremos outra vez
Percebo agora o tempo que nunca terei
Não posso falhar de novo
Troquei tudo por o teu sorriso em mim
A minha dor trouxe-me até aqui,
Quero que me leves bem longe

Mas ouço tudo de novo na minha memória,

E sinto-me como que,
Bem contigo!

terça-feira, 16 de dezembro de 2008

a distancia que o choro afecta...


A distancia afecta a visão!

Diz o ignrante para o infeliz...

Muitos ou poucos os km
Separam-nos como que para sempre
Da realidade que nos advém...
Como a mais acertada!

Espécies correm!
Homens morrem!
Noticias escorrem!

São altas horas
Tudo está confiscado!
Esferas corroem a mente
E circulas, circulas,
Sem ir a lado algum,mas...
Circulas, circulas!

São esteriotipos bizarros,
Nuvens que fomentam a dor,
Impedindo que o fósforo se acenda,
Ás vezes até me cai
Uma lágrima pelo olho, mas...

O choro afecta a visão!

Diz o triste e enfadonho ao medidor....

Lá longe meu coração palpita,
Envia as suas memórias...
Rejubila com minha preserverança...

Espera, olha para trás..
O que estás a dizer,
Ela nem sequer te vê,
A realidade mais que ausente,
Inexistente!!!

Choro mas a conclusão alguma chego.
Só te quero...

Não...

Odeio escrever merda,
No entanto pareço condenado a tal
Ultimamente, ou não!

Se calhar, tanta merda na minha cabeça
Um dia trará problemas!!!

A manhã cresce,
Um dia a revolta!
Quero ir para aí...

Ajuda-me!

“Não!”

terça-feira, 9 de dezembro de 2008

eu... em pedaços...

O amor é vago e intempestuoso,
Parte-te em pedacinhos...
Não te construindo jamais...
Amor, não vês o que estás a fazer..

Vais-te recordar...
Ainda sei amar, ainda vos... Amo!

Foi todo um horror ao mesmo tempo!
Vinguei todas as minhas culpas,
Mas nunca culpado!
Manterei sempre minha culpa,
Sou o...

Foguetes... tradição... morte!!!
Dá-me a consagração habitual!

Foda-ase um novo eu nasceu

A vida agora começa,
Depois da desgraça a vida outra vez!
Uma arma, em espinho...

Tudo é relativo na vida,

Deixo agora tudo para trás,

Como continuar?

Sou...

Um espelho tardio da mente que me afasta,

Adeus...
Tenho de ir.
Deixo-vos a minha verdade!
Não quero. Não quero!

Tanto ficaria por ser dito,
Prefito nem começar,
Quanto mais continuar...

Nada agora interessa...

terça-feira, 2 de dezembro de 2008

Andar de Cima

A dama do andar de cima
Faz tempo, não a vejo sorrir...

Nada indica que me vá esforçar
Ser um bocado maior,
Uma força mais que perfeita...

O comboio da nação,
Levo-me até ao sofá,
Descanso, a Lua acompanha meu andar...

Meu conselho é saltar a noite,
Bom de amar,
Fácil de assassinar...

Pois,
Não tive a noção do que mateste em mim...

És a canção mais primaveri que já escrevi...

O mundo cerra os dentes,
Apresso-me;
Olho em volta, o vazio...
Olho o escuro, existo....

Olha vê minhas mãos quentes...

sábado, 1 de novembro de 2008

Sinto... Quase direi sou Humano!

Sinto falta do amor,
Que um dia em ti notei...

Sinto falta do amor,
Naquela manhã nublosa...

Sinto falta do amor,
Que nunca cheguei a sentir...

Na manhã mais assustadora,
Vem o sol mais reluzente...

Sinto falta do amor,
Que sempre para ti sonhei...

Sinto falta do amor,
Naquela tarde ventosa...

Sinto falta do amor,
Que nunca cheguei a sentir...

Na manhã mais assustadora,
Vem o sol mais reluzente...

Diário do amor perdido!

terça-feira, 21 de outubro de 2008

Junior

Tanto verde preenche meu caminho
Espero por ti,
Qualquer coisa que olhe
Em verde se transforma...

Tantas histórias seria posivel contar...

Todas estas linhas que fazem meu ser...
Constroem a linha que eu sou...

Notem as imperfeições existentes,
Não me descrevem tão bem?

Milhões de euros,
Não fariam o que já fiz por ti.

Sei o que sou!
Espera, farei de novo por ti.

Será que alguma vez reparaste que as minhas lágrimas correm?

Acreditas em todas as merdas que te dizem?

Vou-te levar um passo á frente,

Sabes a que me refiro,
A jaula está fechada,

Espalha toda a erva,
Abandona toda esta merda!!!

Voaremos para o infinito,
Tudo me está a alterar,

Sei de uns politicos que se abstraem!!!

Um anta antes da minha pessoa!!
Pisa-me, por favor!!!

Quem és?
Porque me fazes olhar para ti,
Se sei que não estás a reparar em mim?

Far-te-ei sorrir, quando a névoa mais escura cair.

Mas...

Como sempre,
A terça-feira mata a coragem da segunda
E assim sucessivamente.

Voltarei amanhã!

Um primeiro dia,
Qual é o nome dela.
Como hei-de dizer o nome dela,
Sei o nome dela e...
Todos saberão o nome dela,
Seria repetitivo repetir o...
Nome dela.

Onde estás?

Fizeste-me sorrir?
Quero aproveitar essa onda!!!

Leva-me para lá!

quarta-feira, 13 de agosto de 2008

Nova bela para acender!!

“Sinto-me tão sozinha!”

Porque te lamentas,
Aqui estou para te completar

Onde pernoitar, nesta fase nefasta?

As montanhas são sempre tão agressivas!
A praia é tão sobrepovoada!

Onde pernoitar, nesta fase nefasta?

Sei o caminho,
Mas não podes hesitar,
Como o fazes sempre!

Estou aqui deitado,
Onde é o caminho?

Pareço arder em todas as direcções,
Mas só estou a mudar!

Quero-te ver sempre aqui!

Estive muito tempo á espera deste momento!

Sem desculpas!

Olha á tua volta,

Sente a brisa que se põe!

“Archeiros em posição!”

“Fogo!”

Chegou o tempo,
Não há desculpas para não amar!

Quero levar-te devagar!

O céu é apenas o nosso limite!
Não há desculpas desta vez!

Tocaste em um ponto
Onde ninguém á muito permitia chegar,
Congelei esse meu compartimento,
Para não voltar a chorar!

Uma imagem deprimente para acompanhar!

Olha,
Chama-me o teu pecado,
Pois para mim
És a “tal” Deusa…
A flor que me ofusca a mente
Um tipo diferente de droga,
Que me põe a sorrir e…
Torna tudo mais aceitável…

Tiraste-me de um buraco
Que julguei não mais sair
Já o enfeitava semanalmente
Como nos cemitérios!

Olha para mim agora, sorrio como um príncipe!

Gostava de voar,
Depois de minhas asas serem cortadas,
Parecem crescer novamente!

Quem me dera voltar a sorrir!

Pequeno devaneio no meu pequeno mundo!!!


Um olhar
A noite
Esquece e segue em frente,

Que feliz fiquei a ver-te sorrir!

Olha agora
Todas as caras são anti-familiares

A namorada,
Ele não pode ter
É auto-ausente,

Apesar da sua corrente
Pareço gostar dele!

Uma cena que demos,
Não esquecido,
Mas já perdoado!

Sim,

As letras são a anciã mensagem que me desperta.

Olha á tua volta.

Tudo o que é letal me ofusca a visão!

Por favor,

Fica comigo, em minha casa!

Quero-te explorar!

terça-feira, 22 de julho de 2008

Nova estrada


Esquece,
Vive a virtude do passado;

A noite passada,
Nunca mais foi a mesma;

Fomos apanhados na chuva,
Juro que não te abandonarei mais;

Vá lá,
Sente-me aí dentro só mais uma vez!

Passou uma noite,
Uma vida esquecida,
Ela era minha amiga!

A besta,
A rua enevoada,
A manhã envolta em silêncio,
Quero caminhar a rua impede-me,
Subida íngreme
Até ao mais fundo de mim!

Vá lá,
Sente-me aí dentro só mais uma vez!

Mais uma rua criada
Á volta de todo o beijo irreal
Que me envolve em alegria,
Sei que é tudo na minha cabeça,
Mas,
Deixo-me ir,
Tomou conta de mim!

A paixão que encobre meu ser
Criou uma nova vida imaginária!

Existo?

Ou não?

quinta-feira, 17 de julho de 2008

Ele Falou


O que quer que eu faça…

Por onde quer que eu vá,
Resta-me sentir a noite cair!

Vou respirar até o dia crescer!

Quero ver a noite cair!

Desculpa, estou incomodado.

Sabes que não sou normal!
Lá em cima, no céu
Lá bem no sitio,
Quem me dera estar num local erudito!

Quando casarmos!

Nada disto é para durar para sempre!
Sempre a mesma face entristecida!
Sempre o mesmo foco de loucura
A semente mais que gélida!

O meu estômago grita
E aí o pior acontece!

Engano-me diariamente
Como se soubesse a merda que sou!

Sabes que merda valho?
Merda nenhuma!

Em cima, bem lá no topo
Caminha um menino antigo
Que claramente me lembro de querer ser
Um caralho de primeira!

Como poderia esquecer?

Tento correr a seu lado,
Mas como no dia em que nasci
Pareço sempre chegar atrasado

Uma vida a apagar,
Para sempre sempre deste preto planeta!

Ele falou!

Imediatamente!

quarta-feira, 2 de julho de 2008

Devaneio!!!

Como todas as estrelas de televisão,
Também sou asqueroso e repelente…

Um asno armado em estupido!

Trocado por um cepo,
O talhante ficaria a perder!!!

II

Não tentes jamais descobrir,
Qual o meu objectivo.

Quero-te desde o inicio,
Como uma metamorfose inesquecível.

Onde será a porta,
Para a tua borboleta dourada?

Uma noite,

Inesquecível figura altiva
Embriagado, caminho na tua direcção!
Sou uma ténue imagem
Do ponto reluzente que fui…

Um mundo que se esvai!

O teu caminho é esquecido,
Agora que estou aqui!
Sou o verbo mais desejado.
Agora que me encontro,
Odeio toda a minha existência
Como o pretérito mais que perfeito!

Onde está a chama que costumava carregar?

Onde está a luz que me ofusca a mente?

Mostro-te o mundo,
Desde o seu inicio…
O nascimento dos girinos
A palavra, envolta em loucura!

Penetra em meus sentidos,
Embriaga-me!

Sou novamente o que te entrega
Á solidão!
Uma incisão fascinante
Que vim aqui procurar…

É assim como…
Fixe…

quinta-feira, 26 de junho de 2008

Janela da minha alma


Espero virar,
Ser a força que te entala…

Rejubilar de felicidade,
Quando a noite te destruir…

Espero que estejas a divertir-te

Sadia imagem da frieza que me aconchega…

Onde escreves tu
Aqueles milagres que me retratas?

Onde é tua bíblia?

Quero crescer, ser forte e intocável…

Quero…
Sentir o frio da janela,
Que me separa de todo o mundo!

“Isolado, isolamento, solidão,
Frieza, sem espírito, impulso da estupidez”

- Assim me podem descrever!

sábado, 21 de junho de 2008

Na praia...


Rebola-me na lama
E depois, diz que não queres mais…
Que te chateaste…

Uma noite…
Recorda!

Eventos tão difíceis de perceber,
Continuo esquecido neste quarto,
Aborrecido…

Enterrado em lágrimas e suor de cavalo,
Espera,
Deixa-me crescer…

Ainda é muito cedo!

Deixa-me crer que todo o mundo flúi,
Que as manhãs são a razão da existência humana,
Que o colchão, repete a cena vezes sem conta…

Por isso tudo o que me foge,
É para mim um tesouro.

Não aguento mais…

Porque não me deixas em paz
Vai-te meter com o caralho!
Faz da ponte mais alta
O teu passeio tão desejado!

Deixa-me foder-te…

Pensei que me conhecias
Como a noite imperfeita que sou
Uma violação, um prematuro…

Aborrecido…

Por favor,
Acolhe esta minha pobre imagem de mim,
Preciso de mudar…

O fim se aproxima, rápido de mais!!!

segunda-feira, 9 de junho de 2008

Jamais Me levantarei

Esquivo e franzino,
Outrora…

Uma grande estrela promissora,
Outrora…

Olha aqui por favor,
Vê-me sangrar e rastejar até seu abrigo
As ferramentas são meu cérebro e coração…

Dentro de uma jaula de vidro
Carrego meu pensamento!

Salva-me, por favor…
Estou cansado de tentar!

Olho para cima, para o céu,
Mas meus olhos fecham-se,
Tal como minha alma!

Olha-o enquanto ele está ao espelho,
Lê aí seus pensamentos!

Sua existência não é cuidada!
(Angelical voz do sexo feminino)

Elevo-me até ao infinito,
Mas tal é ainda insuficiente!

Quero crescer de novo!
Ser de novo o promíscuo ser
Que se enfadonha a ele próprio!

Não me deixes cair,
Mas se tal acontecer…

Não em deixes levantar mais!!!

Presságio

Eu nunca…

O mais impróprio ritmo cardíaco
Para alguém que sofre do coração…

Guarda alguma saúde,
Sabes que precisarás dela,
Enquanto já não és jovem!

Miúda…
Por favor ajuda-me a entender!

Olha para trás
Vês a névoa que se levanta?
Vês a raiva que em mim cresce,
Devagarinho?

Não faças barulho
Olha simplesmente, em silêncio
Como se aquilo te interessasse realmente…

Não…
Não olhes para trás.
Escuta a noite,
A mensagem,
O invólucro mais insaciável!

Ele disse-me
Tenho uma namorada!

Tenho potencial
Quero crescer
Pareço um senhor

Não á combinação de existências!
Uma hora de liberdade e morrerei feliz!

terça-feira, 3 de junho de 2008

Outra vez...

Conheci-te ao longe
Adorei-te da primeira vez que te vi

Apoderaste-te de mim
Como se eu fosse o grande prémio

Recusas-te a mim
Desde a mais tenra idade,
Sabes que sim,
Sou a merda que aparento.

Penso em ti
As minhas emoções disparam
No quarto com alguém
E aí penso em ti

Sabes que não valho merda nenhuma!

Conheci-te ao longe
No olhar mais profundo
Da mais profunda selva

Tira-me daqui, como se fosse ouro
Olha para mim
Vê-me como teu tesouro

Lá em cima da minha cama

Caminha
Esquece-me

Leva-me a tua manta negra para bem longe!

Tu és tu
A mais perfeita raça de olhos

Encolhe meu espaço

Encolhe teus braços

Fica comigo!

Ou não,
Se calhar é melhor não!

Amarro-me por cima!

Desculpem a confissão!

segunda-feira, 12 de maio de 2008

...

Fica…
Sente…
Cheira!

Onde te encontras, agora que me perdi!

Espera…
Pensamento!
Espera…

Levo a loucura do meu tempo
Dançando sob a minha estupidez!

Carrego esse fardo
Há já muito tempo
Excita-me

Por favor volta
Quero-te na minha cama

Quero-te tocar!

Sentir teu maquiavélico rastejar!

Fica…
Sente…
Cheira,
O sexo perfuma o local!

Caminha…
O menino dos meus olhos,
Amante do amor!

Preciso…
Do meu carinho, a faca da minha alma!

Escolhe o caminho mais sinuoso
A vertente ignóbil da minha manhã!

Preciso de ter a razão,
Onde te encontras?

Dançando, na discoteca
Quero que te encontres
Por favor, encontra-me…
Encontra-te!!!

As noites, chamas de loucura extrema,
A vida… A nossa vida,
Por onde corre esse fio?

Acende, acrescenta!

Ousa viver, leva-me contigo!

Dorme, anjo…
Dorme descansada, eu te protejo!

A arma representa agora meu corpo!

A arma! Sociedade actual!

A arma!

Figura da corte!
Caminha, jogos da caça!
Lutas de animais!
Massacre de animais!

A sociedade actual!

Quero o meu amor!
Descansa,
Eu te protegerei!
Deixa-me “levar-te”!

quinta-feira, 17 de abril de 2008

At a very fucked long time ago

Take me home
I am scared as a rat
Take me out of here
Many wounds inside my head

I lost the control
At a very fuck long time ago
I lost the control of my self
I lost the control of my self
I lost the control of my self

This is making me live hell
Maybe we should get away
Here I don’t see nothing as well
You won’t mind if I say

I lost the control of myself
At a very fucked long time ago
I lost the control of my self
I lost the control of my self
I lost the control of my self

I am cool but dumb
This is my plague
Cursed by this
But I borrow you
The shot love to take me to…
The shot love to take me to…
The shot love to take me to…
Upside nowhere!

Show me ways
You know the ones I want to see
There are days
Where I don’t even think in me

I lost the control of myself
At a very fucked long time ago
I lost the control of my self
I lost the control of my self
I lost the control of my self

I am cool but dumg
This is my plague
Cursed by this
But I borrow you
The shot love to take me to…
The shot love to take me to…
The shot love to take me to…
Upside nowhere!

Ser feliz!

“Não é difícil ser feliz!
Vira as costas á infelicidade!
Tapa os ouvidos ao fado
Tenta-te divertir um bom bocado!”

Tanta gente á tua volta!

Um mundo inteiro de sensações
Frias e distantes,
Como tanto anseias!

Sinto-me tão só,
Rodeado por toda a gente!

Mas, sozinho encho um campo de batalha!

As luzes,
Névoa que me embriaga!

Os reclames de néon
Característicos da antiga parte do Porto
Preciso da rápida melhora
Dos entraves da noite portuguesa!

Por onde andas que não te vejo,
Solto entraves! Escolhas difíceis e dúbias
Carrego na alma a noite de ser feliz!

(Confusos com o tema? Ainda agora iniciei!)

Nas ruas, o olhar estava calmo,
As pessoas levavam as suas vidas
Calculistas e triviais!

Inoperância de movimentos!

Leva-me ao desafogo!

Não quero continuar aqui!

A manhã é uma inimiga da arte!

Só o amanhecer Londrino é artístico
Todo o nevoeiro,
O ambiente regelado e inóspito!
Qual quadro romântico!

E…
Destruo-o para sempre as memórias
Que carregava em meu coração!

Sinto-me morto, incapaz de mover um músculo
Fraco golpe de situação!
Estranho golpe na virilha!

Caminha, tresloucado como sempre!

Aí viverás feliz!
Ou não…

II

Voltando ao inicio,
Ser feliz não é tão fácil como aparenta.

Parte quase sempre do entendimento
Entre duas pessoas,
Algo nem sempre fácil!

terça-feira, 15 de abril de 2008

Confissão

Meu coração ontem suplicou-me
Tira-me aí para fora e…
Esfaqueia-me incessantemente!

Porque apareces assim na minha vida!

É indecente o que estás a fazer!

Tinha jurado não mais amar!

Juro que te odeio
Raça impossível!

Por favor,
Estou a ficar azul…

E, no fim de contas!

Nem sequer sou tido como achado!

"Odeio-me!" confidenciou-me ele, ontem!

A alma mais fechada
o sorriso mais cerrado!

domingo, 13 de abril de 2008

Dança...

Qual a password?

O luxo!

Excita-me!
Quero-te tocar,
O Maio do amor!

Preciso da tua atenção!

A família me chama!
O afecto paternal começa a arder!

Prefiro continuar a fachada!

Onde iremos agora que a chuva voltou!

Não trabalharei mais!

Figura altiva
Quero correr

Preciso da chama da tua vida!

Preciso do fulgor de antigamente!

Preciso que me tragas até aqui
Preciso que me entendas!

A noite
Continua
Dança até caíres

Lá estarei para te socorrer!

O cavalo branco que nos acompanha
A luz altiva, depois a escuridão!

Deixa todas as pessoas estarem vivas
Se sentirem vivas!

Aí, sim, nossa vida
Será também mais alegre
E aberta
E fluida ao amor!

Vamos fundo, corremos rápido!

O nosso cavalo é só nosso!

Continua, dança até á exaustão!

sábado, 5 de abril de 2008

A flor que nos eleva


Chamam todos os nomes
Gostam de viver na cidade,
Pois as pessoas são preguiçosas

Onde cresce a flor que nos eleva?

Poderia ir para bem longe o infinito
Gostava de crescer a virtude de ser
Tudo aquilo que já fui!

Ode á flor que nos eleva!

Tenho medo de sentir
Que faço o meu mundo cair
Preciso de sentir a chama!

Onde cresce a flor que os eleva?

Sei que te desfaz
A mente circula livre
E chora!

Ode á flor que nos eleva!

Não entendo a minha ausência
Da minha própria pessoa!
Falta-me a luz!

Onde cresce a flor que os eleva?

Não me importo com a tristeza
Com a loucura ou a sapiência!
As almas fogem da virtude do ser!

Ode á flor que nos eleva!

Queria-te aqui
Entristecida e taciturna como sempre
Bloqueada no olhar!

Onde cresce a flor que nos eleva?

Todos os olhares corrompiam
As virtudes eram reescritas…
A vida sorria outra vez…

Ode á flor que nos eleva!

quarta-feira, 13 de fevereiro de 2008

Como?

Este novo império
Esta nova armada

Como sentir as entranhas
Mais profundas do ser humano?

Esta nova fase
Este novo ser…

Como sentir e sorrir
Se tudo me é indiferente?

Esta nova queda
Este novo altar

Como escoar a noite
Se a manhã se esvai em lágrimas?

Esta nova virtude individual
Esta nova flatulosa imagem

Como ir com minha alma
Se me empurro para o precipício?

Estas minhas novas mãos
Este meu novo espectáculo sombrio

Como atingir a felicidade
Se me injectam fado a todas as horas?

Só pergunto,
Em tom de finalização,
Como esperam que seja feliz?

quinta-feira, 7 de fevereiro de 2008

Solidão


Aguenta-te…

Transição pacifca!

A musica cresce!

E tudo se desfaz em sonolências anestesiadas
Que se conformam e sorriem em redor
Quem me dera cantar!

Espera
Estou quase
Atrasado
Mas pareço tão forte e delicado!

Rapidamente
Sinto-me a envelhecer
Caminho inexplicavelmente
Até ao infinito tesouro medieval
Em que construí meu horizonte!

Construí-me lá no fundo
Fui desde um saco até um caixote!

Já aqui estive antes
Mas nunca te consegui olhar!

Uma miragem
Uma folha seca

Quero ser a manha que me constroi
Ou a noite que me destrói?

O perfeito corpo
Ou a perfeita alma?

Sou a nuvem,
A estação menos iluminada
A carrinha mais alucinatória

Sou de sítios diferentes
E caminhos sinuosos

Nunca comigo a estrada é em frente
Sempre curvas e contracurvas sinuosas

A ovelha negra
O rebanho em perigo

A suavidade das palavras
Contrasta com a sinuosidade dos actos

Levo sempre tudo sosinho e minha língua

Certamente nunca me protegerá

Falo muito mais do que o que devo!
E sem duvida que tal me massacra

O ultimo desafio para a perfeição:

- A solidão completa
Como essência da superioridade!

terça-feira, 5 de fevereiro de 2008

Confusão...Recusa...Pernoita... O que será???


Será que me encontrarás no fim?

Será que verás meu fim acontecer?

Será que me acompanharás até ao fim?

Por isso discuto e rejubilo
Quando a noite em mim cai!
Sou um anjo descuidado!

Caminha erecto!

Prazer em conhecer-te!

Qual a mensagem?
Há muito tempo já!

O amor nunca é a resposta!

Espero pela noite mais mansa!
Estou por fora,
Mas bem por dentro!

Como hei-de sobreviver?

Caminha até mim, em paz!

II

Percorre a mais ávida noite
Em que a senhora que vive lá longe
Se esvai em sorrisos
O meu amor está na sua terra natal!

Por favor, completa-me como da última vez!
Sê a mais perfeita manhã!

Ilusões são mexicanas com pele de ciganos!

Ela…
Volta ao longe da minha vida
E desperdiça as minhas canções…

Ela passeia no céu
Converte o amor em fardos de ardor!

Sente as manhãs tão fora!

Os mexicanos… Fora da minha vida!

quinta-feira, 31 de janeiro de 2008

Porque ainda aqui estás???

Sou o pecador
Que corroeu o pecado
O pecado do pecador
Que instituiu o pecado!

Não morri!

Continuo eu próprio

Sabes que sim
Porque duvidas?
Caminha até mim e verás!

Diz-me porque
Não posso ser meu caminho?

Aqui estou eu
Eu sou eu próprio
E não tu próprio
Deixa-me ser
Não te quero ser
Não morri
Não te quero ser!!!

Porque ainda aqui estás???

quarta-feira, 30 de janeiro de 2008

Divagação de dulpo sentido!


Por favor demonstra-me a noite!

Mostra-me o que está aí dentro!

Onde mora a paz?

Desde o inicio!

Desde o inicio!

Sim, eu tento!

E, eu tento!

Tento, mas não consigo!

O avião está seco!

Acordei a bater nas asas!

O suor do limão!!!

Tudo um pouco!

Sim, eu tento!

Como gostava!

Por favor dá-me um minuto de…

Penso nos dias que me contavas
E nunca me fartava de ouvir
Teus dias e suas aventuras!

Podias dizer inúmeras trivialidades
Que nunca assim as ouvia
Apenas me sentava e ouvia
Sugava todas as palavras
Que da tua boca surgiam!

Não tinham sequer sentido,
Mas tua voz me enfeitiça!

5 Minutos de tudo o que tu és!

Talvez histórias antigas
E cânticos de alegria

5 Minutos de olhares
Amor ao próximo,
Odeio-te tanto que até chateia!
Paixão

O sitio ideal
É a noite em redor da minha luz
Quero ver-te crescer
E sermos eu, tu e nós próprios!

Os olhos de espelho
As manhãs de noites em vão

Não sabem quem tú és
Só aquele olhar de espelho eles conhecem

E mais é de mais, para eles!

Sabes quem tú
És aquele que meu espelho elogia

Tento ser mais forte

Mas tudo é mais fácil
Comigo aqui ao de longe!

Por favor constrói a tua imagem
Como Deus que se corrói em imagens
E festeja rejubilante mente entre a floresta

Carrega a noite
Contigo e canta
Sorri
Floresce
E sê aquele lindo sorriso que te caracteriza
Como nuvem encantada que és
Algodão doce (bairrismo)!

Mas tudo tem seu fim!!!

E tudo será tão mais fácil!

segunda-feira, 21 de janeiro de 2008

Eles...

Renascer

Força do hábito

Cântico matinal que me empurra
Quero crescer e ser a manhã
Mais perfeita que já existiu!

Uma hora
Uma manhã
Uma noite
A vida!

Espera como louca
Por um caminho melhor!

O sentimento cresce á medida
Que toda a noite se esvai

Sinto-me perfeito e carrego
Nos ombros o peso
De ter uma noite
Só a companhia das minhas noites!

Espera sê como eu
Uma flor
Quando a tempestade vai alta
Só ai, sim, me sinto verdadeiramente seguro

Pois até aí sinto-me sempre como violado
O mais indesejado

Queria-te ir buscar,
Mas…
Eles foderam-me bem
Eles não querem o teu bem!


Deixa-me partir

Fugir entre as manhãs
Ser a pura realidade
Que ofusca aquele sentimento!

Espera por mim!
Vê-me passar!

Caminha comigo!

sexta-feira, 18 de janeiro de 2008

Felicidade II

É sem dúvida o pretérito mais que perfeito do ser humano! Sozinho e feliz! Quero caminhar contigo até á exaustão!

Felizmente sosinho!

Diz-me o caminho para a felicidade! Não sabes?

Bebe comigo então! Finta a porta que erradamente nos separa da ilustre imagem da minha manhã!

Aroud this kid!


A lot of mercy
Is shaking through your hands
The ball of fire
Fires me trough the roof
Just tell me why the fuck should I go beg on your door?

Around this kid!
Around this trip!

Around this trip!
Around this kid!

I don’t care what her mouth has to say
But I would love her anyway!

I don’t care what her momma is made
I’m gonna be her thoughtful mate!

Always fucked up
And usually drunk!

Where will I gonna wake up
From this dream I’m dreaming?

segunda-feira, 14 de janeiro de 2008

Esperarás?

É bom que a palavra seja criada

É bom
É bom

Usa a mente como desatino

Espera

Destino

Configura tua mente
Abram alas
Em frente

Como conseguir encorajar
A manhã mais submersa
Como escurecer o mais pálido dos Homens!

Era só um beijo
Um sereno e terno beijo
Para me redimir
De todas as falhas do passado

Fora de controlo

Ciúmes
Tornei erros em oceanos

Brinco com teus álibis
E sou
O destino mais que perfeito
Para as ilhas da infame senilidade

Tiro o meu vestido
Deixa-me ir

Só que eu sozinho não consigo tudo!

Torno erros na minha mensagem
Carrego todos meus álibis
Sou o destino daqueles que me chamam!

Sou uma história do passado!

Sou o anjo que corre nas veias!

Pergunto:

Esperarás por mim?

Estrela

Janelas saltitam
Conflituosamente em minha imagem
Tudo foi para ti
Umas noites especiais
Que só eu senti!

Nada me pode compensar desta raiva!

O cruel sentido que ocupa minha menção
Uma razão
Um dia
Vais ser o que não fui
Vou-te ouvir
Sei que te vou ouvir

Quero cair e na montanha crescer!

Obscuramente infeliz!
Sentido que me ocupa

Aqui estou sentido entre louvores
E análises que se corroem!

És a palavra que mais anseio ouvir!

Nunca na vida serás doença
Porque tu própria és a cura!

Quero navegar
O tamanho da vida
Quero nunca voltar!
Á miséria que um dia me construiu!

Sou apenas mais um vértice
Da estrela que compõem tua vida!

Calculo que sejas infeliz
Tendo-me como vértice!

Uma estrela diferente
Bem sei que és um pouco estranha!

Vazio

Percorro o vazio
Pernoito nas estrelinhas da imaginação

Fecha comigo a noite
Em vésperas de ilusão tecnológica

Uma miúda bonita
E uma casinha aconchegante!

A cidade da noite,
Vamos, vê a noite passar
Sente a manhã
O espírito

Noctívago e céptico crepitar de sentimentos
Crepúsculo de mensagens mal interpretadas!
Penso estar perdido
A alegria transforma-se em lágrimas
E tudo se esvai em sentimentos
Banais
Que corrompem o sadio desenvolvimento
Do ser humano!

Espera deixa-me atravessar!

Como sair daqui!

Espero sair de aqui
Como num caminho sinuoso existe sempre a saída segura!

Vazio

Percorro o vazio
Pernoito nas estrelinhas da imaginação

Fecha comigo a noite
Em vésperas de ilusão tecnológica

Uma miúda bonita
E uma casinha aconchegante!

A cidade da noite,
Vamos, vê a noite passar
Sente a manhã
O espírito

Noctívago e céptico crepitar de sentimentos
Crepúsculo de mensagens mal interpretadas!
Penso estar perdido
A alegria transforma-se em lágrimas
E tudo se esvai em sentimentos
Banais
Que corrompem o sadio desenvolvimento
Do ser humano!

Espera deixa-me atravessar!

Como sair daqui!

Espero sair de aqui
Como num caminho sinuoso existe sempre a saída segura!

quarta-feira, 9 de janeiro de 2008

Aforismo

"Carregamos nos ombros a enorme responsabilidade de respirar o bafo nojento da humanidade!"

10 razões

São muito mais de dez razões que me levam a pensar que tudo deveria ser diferente, desde o início do funcionamento das coisas! Desde o mais ínfimo desejo de calma até a mais louca noite em que me entrego a mim! E me desejo sozinho num canto, abandonado pelo mundo! Não o consigo evitar! Ou é da noite ou é das drogas!
Tanto a ganhar, tanto a relutantemente utilizar entre noites de lazer e serões artisticamente preenchidos!
Espero a manhã num qualquer local ermo deste mundo! Segue em frente, faz o que queres fazer e segue em frente! Claro que te podes foder!

Um cheirinho daquilo que tempera minha vida!

domingo, 6 de janeiro de 2008

Ausência, mais uma vez!!!

Um novo ano começou pelo que tento ainda mudar, construir um novo eu! Feliz por ficar sozinho no meu canto, sem ter ninguém a querer estar ou falar comigo! Preciso de manter a minha boa caminhada até ao profundo do meu conhecimento.
No meio de tanta confusão, encrencas e estonteantes histórias, vem sempre o pior dos pesadelos intelectuais, querer dominar a confusão mais que perfeita!
Ainda me estou a tentar encontrar, daí a minha falha para com o meu blog!

Peço paciência, até para mim isto está a ser confuso!

terça-feira, 1 de janeiro de 2008

Novo ano!

Um novo ano
Um pequeno gesto
Pode mudar toda a significância.
Todo o mundo está a cair,
Significado de dependência!

Sentia-me pior ainda
Como que desconhecido de todo o mundo!
Todo o mundo quer ser
Aquilo que não consegue transparecer!

Amo de mais
Porquê sofro eu
De tamanha desgraça

Acorda menina
O teu nome está a ser falado no rádio
Que estão eles a dizer
Sonha mulher

Quero fugir a teu lado!
Quero viver
Quero sorrir…

Novo ano
Nono ano
Novo ano
Mono ano

Espécie de significância enviesada!

Novo ano!

Caminhar e descobrir o que a vida nos traz!

Novo ano!

Olhar e aceitar o que a vida nos traz!

Novo ano!

Que nada tem de novo,
Que não o terminar das datas!

Espera…
Continua a imensa linha de procriação
Que meu sobrenome concebeu!

Espera e recorda a manha!
O fio da navalha!
Viver é amar,
Não mais que deixar fugir a razão
E já tentei
Para nós!

Nuvens e relâmpagos
No nosso horizonte
Eu fui!

Quero ser o sol
A luz que ilumina teu ser!

Fui…
Sou…
Não serei mais!

Nuvens, céu e mais…
Nuvens…
Trovoada!

Todo o amor que te dei
Seduzir a minha razão!

Sabes que isso resulta sempre!
Mas és a luz da minha existência,
Por isso me sinto realizado!

Eu fui!
O que não sou!
Eu sou!
O que não serei!

Nuvens céu e mais…
Brancas noites de loucura desmedida!

Espera por mim naquele banco
Que os dois conhecemos!

Acorda!

Todos sabemos bem
Como minha mente é doente
Defender o que vem
Para matar o que temos
São só mais milhões de razões
Para voltar a matar!

Escuta minha forma de dizer
Que a noite insiste em recriar

Traz-me de volta a alegria
A insipiência de voltar aos “especientes”

Tanto mais a ganhar do que a perder
Já não entendo bem o que sou
Não me consigo irritar
Sei muito bem quem sou
E defendo que a ganhar
O mundo terá de parar,
Para sentir
Para reflectir
Para me ouvir

Dizer…
Que…

Amanhã nunca mais vai chegar
Desculpa
Mas é obvio que me vou foder!

Agora segue em frente

Renova a tua imagem negligente
Da menina que me aconchega á noite
Ainda o disse

Confio na ressaca!

Não falei, é certo!

Existe em nós o desejo de nos possuirmos,
Para todo o sempre!
Voltas a pensar nisto
E…
Torna-se estranho!

Novo ano!

Crepúsculos de avelã!

Novo ano!
Quem me dera a…

Novo ano!
Novo ano!
Novo ano!