terça-feira, 9 de dezembro de 2008

eu... em pedaços...

O amor é vago e intempestuoso,
Parte-te em pedacinhos...
Não te construindo jamais...
Amor, não vês o que estás a fazer..

Vais-te recordar...
Ainda sei amar, ainda vos... Amo!

Foi todo um horror ao mesmo tempo!
Vinguei todas as minhas culpas,
Mas nunca culpado!
Manterei sempre minha culpa,
Sou o...

Foguetes... tradição... morte!!!
Dá-me a consagração habitual!

Foda-ase um novo eu nasceu

A vida agora começa,
Depois da desgraça a vida outra vez!
Uma arma, em espinho...

Tudo é relativo na vida,

Deixo agora tudo para trás,

Como continuar?

Sou...

Um espelho tardio da mente que me afasta,

Adeus...
Tenho de ir.
Deixo-vos a minha verdade!
Não quero. Não quero!

Tanto ficaria por ser dito,
Prefito nem começar,
Quanto mais continuar...

Nada agora interessa...

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