terça-feira, 16 de dezembro de 2008

a distancia que o choro afecta...


A distancia afecta a visão!

Diz o ignrante para o infeliz...

Muitos ou poucos os km
Separam-nos como que para sempre
Da realidade que nos advém...
Como a mais acertada!

Espécies correm!
Homens morrem!
Noticias escorrem!

São altas horas
Tudo está confiscado!
Esferas corroem a mente
E circulas, circulas,
Sem ir a lado algum,mas...
Circulas, circulas!

São esteriotipos bizarros,
Nuvens que fomentam a dor,
Impedindo que o fósforo se acenda,
Ás vezes até me cai
Uma lágrima pelo olho, mas...

O choro afecta a visão!

Diz o triste e enfadonho ao medidor....

Lá longe meu coração palpita,
Envia as suas memórias...
Rejubila com minha preserverança...

Espera, olha para trás..
O que estás a dizer,
Ela nem sequer te vê,
A realidade mais que ausente,
Inexistente!!!

Choro mas a conclusão alguma chego.
Só te quero...

Não...

Odeio escrever merda,
No entanto pareço condenado a tal
Ultimamente, ou não!

Se calhar, tanta merda na minha cabeça
Um dia trará problemas!!!

A manhã cresce,
Um dia a revolta!
Quero ir para aí...

Ajuda-me!

“Não!”

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