A dama do andar de cima
Faz tempo, não a vejo sorrir...
Nada indica que me vá esforçar
Ser um bocado maior,
Uma força mais que perfeita...
O comboio da nação,
Levo-me até ao sofá,
Descanso, a Lua acompanha meu andar...
Meu conselho é saltar a noite,
Bom de amar,
Fácil de assassinar...
Pois,
Não tive a noção do que mateste em mim...
És a canção mais primaveri que já escrevi...
O mundo cerra os dentes,
Apresso-me;
Olho em volta, o vazio...
Olho o escuro, existo....
Olha vê minhas mãos quentes...
terça-feira, 2 de dezembro de 2008
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