“Sinto-me tão sozinha!”
Porque te lamentas,
Aqui estou para te completar
Onde pernoitar, nesta fase nefasta?
As montanhas são sempre tão agressivas!
A praia é tão sobrepovoada!
Onde pernoitar, nesta fase nefasta?
Sei o caminho,
Mas não podes hesitar,
Como o fazes sempre!
Estou aqui deitado,
Onde é o caminho?
Pareço arder em todas as direcções,
Mas só estou a mudar!
Quero-te ver sempre aqui!
Estive muito tempo á espera deste momento!
Sem desculpas!
Olha á tua volta,
Sente a brisa que se põe!
“Archeiros em posição!”
“Fogo!”
Chegou o tempo,
Não há desculpas para não amar!
Quero levar-te devagar!
O céu é apenas o nosso limite!
Não há desculpas desta vez!
Tocaste em um ponto
Onde ninguém á muito permitia chegar,
Congelei esse meu compartimento,
Para não voltar a chorar!
Uma imagem deprimente para acompanhar!
Olha,
Chama-me o teu pecado,
Pois para mim
És a “tal” Deusa…
A flor que me ofusca a mente
Um tipo diferente de droga,
Que me põe a sorrir e…
Torna tudo mais aceitável…
Tiraste-me de um buraco
Que julguei não mais sair
Já o enfeitava semanalmente
Como nos cemitérios!
Olha para mim agora, sorrio como um príncipe!
Gostava de voar,
Depois de minhas asas serem cortadas,
Parecem crescer novamente!
Quem me dera voltar a sorrir!
quarta-feira, 13 de agosto de 2008
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