
Aguenta-te…
Transição pacifca!
A musica cresce!
E tudo se desfaz em sonolências anestesiadas
Que se conformam e sorriem em redor
Quem me dera cantar!
Espera
Estou quase
Atrasado
Mas pareço tão forte e delicado!
Rapidamente
Sinto-me a envelhecer
Caminho inexplicavelmente
Até ao infinito tesouro medieval
Em que construí meu horizonte!
Construí-me lá no fundo
Fui desde um saco até um caixote!
Já aqui estive antes
Mas nunca te consegui olhar!
Uma miragem
Uma folha seca
Quero ser a manha que me constroi
Ou a noite que me destrói?
O perfeito corpo
Ou a perfeita alma?
Sou a nuvem,
A estação menos iluminada
A carrinha mais alucinatória
Sou de sítios diferentes
E caminhos sinuosos
Nunca comigo a estrada é em frente
Sempre curvas e contracurvas sinuosas
A ovelha negra
O rebanho em perigo
A suavidade das palavras
Contrasta com a sinuosidade dos actos
Levo sempre tudo sosinho e minha língua
Certamente nunca me protegerá
Falo muito mais do que o que devo!
E sem duvida que tal me massacra
O ultimo desafio para a perfeição:
- A solidão completa
Como essência da superioridade!
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