quinta-feira, 7 de fevereiro de 2008

Solidão


Aguenta-te…

Transição pacifca!

A musica cresce!

E tudo se desfaz em sonolências anestesiadas
Que se conformam e sorriem em redor
Quem me dera cantar!

Espera
Estou quase
Atrasado
Mas pareço tão forte e delicado!

Rapidamente
Sinto-me a envelhecer
Caminho inexplicavelmente
Até ao infinito tesouro medieval
Em que construí meu horizonte!

Construí-me lá no fundo
Fui desde um saco até um caixote!

Já aqui estive antes
Mas nunca te consegui olhar!

Uma miragem
Uma folha seca

Quero ser a manha que me constroi
Ou a noite que me destrói?

O perfeito corpo
Ou a perfeita alma?

Sou a nuvem,
A estação menos iluminada
A carrinha mais alucinatória

Sou de sítios diferentes
E caminhos sinuosos

Nunca comigo a estrada é em frente
Sempre curvas e contracurvas sinuosas

A ovelha negra
O rebanho em perigo

A suavidade das palavras
Contrasta com a sinuosidade dos actos

Levo sempre tudo sosinho e minha língua

Certamente nunca me protegerá

Falo muito mais do que o que devo!
E sem duvida que tal me massacra

O ultimo desafio para a perfeição:

- A solidão completa
Como essência da superioridade!

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