sábado, 21 de junho de 2008

Na praia...


Rebola-me na lama
E depois, diz que não queres mais…
Que te chateaste…

Uma noite…
Recorda!

Eventos tão difíceis de perceber,
Continuo esquecido neste quarto,
Aborrecido…

Enterrado em lágrimas e suor de cavalo,
Espera,
Deixa-me crescer…

Ainda é muito cedo!

Deixa-me crer que todo o mundo flúi,
Que as manhãs são a razão da existência humana,
Que o colchão, repete a cena vezes sem conta…

Por isso tudo o que me foge,
É para mim um tesouro.

Não aguento mais…

Porque não me deixas em paz
Vai-te meter com o caralho!
Faz da ponte mais alta
O teu passeio tão desejado!

Deixa-me foder-te…

Pensei que me conhecias
Como a noite imperfeita que sou
Uma violação, um prematuro…

Aborrecido…

Por favor,
Acolhe esta minha pobre imagem de mim,
Preciso de mudar…

O fim se aproxima, rápido de mais!!!

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