Um novo ano
Um pequeno gesto
Pode mudar toda a significância.
Todo o mundo está a cair,
Significado de dependência!
Sentia-me pior ainda
Como que desconhecido de todo o mundo!
Todo o mundo quer ser
Aquilo que não consegue transparecer!
Amo de mais
Porquê sofro eu
De tamanha desgraça
Acorda menina
O teu nome está a ser falado no rádio
Que estão eles a dizer
Sonha mulher
Quero fugir a teu lado!
Quero viver
Quero sorrir…
Novo ano
Nono ano
Novo ano
Mono ano
Espécie de significância enviesada!
Novo ano!
Caminhar e descobrir o que a vida nos traz!
Novo ano!
Olhar e aceitar o que a vida nos traz!
Novo ano!
Que nada tem de novo,
Que não o terminar das datas!
Espera…
Continua a imensa linha de procriação
Que meu sobrenome concebeu!
Espera e recorda a manha!
O fio da navalha!
Viver é amar,
Não mais que deixar fugir a razão
E já tentei
Para nós!
Nuvens e relâmpagos
No nosso horizonte
Eu fui!
Quero ser o sol
A luz que ilumina teu ser!
Fui…
Sou…
Não serei mais!
Nuvens, céu e mais…
Nuvens…
Trovoada!
Todo o amor que te dei
Seduzir a minha razão!
Sabes que isso resulta sempre!
Mas és a luz da minha existência,
Por isso me sinto realizado!
Eu fui!
O que não sou!
Eu sou!
O que não serei!
Nuvens céu e mais…
Brancas noites de loucura desmedida!
Espera por mim naquele banco
Que os dois conhecemos!
Acorda!
Todos sabemos bem
Como minha mente é doente
Defender o que vem
Para matar o que temos
São só mais milhões de razões
Para voltar a matar!
Escuta minha forma de dizer
Que a noite insiste em recriar
Traz-me de volta a alegria
A insipiência de voltar aos “especientes”
Tanto mais a ganhar do que a perder
Já não entendo bem o que sou
Não me consigo irritar
Sei muito bem quem sou
E defendo que a ganhar
O mundo terá de parar,
Para sentir
Para reflectir
Para me ouvir
Dizer…
Que…
Amanhã nunca mais vai chegar
Desculpa
Mas é obvio que me vou foder!
Agora segue em frente
Renova a tua imagem negligente
Da menina que me aconchega á noite
Ainda o disse
Confio na ressaca!
Não falei, é certo!
Existe em nós o desejo de nos possuirmos,
Para todo o sempre!
Voltas a pensar nisto
E…
Torna-se estranho!
Novo ano!
Crepúsculos de avelã!
Novo ano!
Quem me dera a…
Novo ano!
Novo ano!
Novo ano!
terça-feira, 1 de janeiro de 2008
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