terça-feira, 21 de julho de 2009


Olha o que fizeste…
Virou praga ancestral
A noite em chamas estendida
Olha em teu redor
Vê as danças, os rodopios
A vertente extasiante da noite…

Olha o que fizeste
Nada resta a apreciar
Nada me interessa na vida
Esqueço a vida por minutos
Depois perco toda a razão…
Só por estender a mão…
E o que fazer?

Esgotei já outrora
As palavras a usar sobre mim,
Mas as palavras não tem valor sem sentido,
Aí reside o meu valor…

Percorrerei montanhas, escalarei vales e montes!
Percorrerei tudo por ti!
Farei tudo por ti!
Ausente!
Distante!
Indiferente!

II

Oha o que fizeste
Vê o meu coração bater em seco
Sente meu morto pulsar…
Os amigos… são de verdade…
És esperta! És real!
És o que…

Os dias correm e a brisa
Leva-te suavemente!
Os dias correm,
As noites me moem!

Sou dos maiores erros da criação
Sou a falha de integração social
Sou o escape da mentira endiabrada
Se a droga que és acabar
Deixo de ter algo de interesse!
Desde os primeiros tempos
Que cultivo a mensagem da sinceridade!

Parece não ter florescido!

Só uma nota,
Para…

Dizer Adeus!

Nenhum comentário: