sexta-feira, 10 de julho de 2009


Eu…
No final saio sempre por baixo…

Fingiste ser quem de dever…
A minha amada…


Eu...
Olho-me ao espelho
O vazio preenche o espaço…

Pensei seres o ser amado
Só pararei quando terminado…

Eu…
Nada mais tenho a dizer…
Falou a voz da razão!!!

E tudo em vão, corri
A terra, esfera insignificante
Fingirei que não magoou
Tu, por favor olha para mim,
Tenta mostrar-me o mesmo de sempre…

Não participes…
Olha em volta, vê-me sorrir!

Eu…
Sou o lutador das tuas noites…
Esperarei pelo olhar dos Deuses
És a minha alma, disso não me arrependo
Fogosa imagem testamental…

Sou neste momento,
Um carrossel de sensações!
Inúmeras mensagens me absorvem
Em desfiladeiros lacrimais
Ondas de desilusão e…
A minha mais que perfeita culpa!!!

Eu…
Em marés de fervorosa inocência…

Contratei a família a cheiros de vapor
Que me deixaram seco para sempre…

Vale o que vale…
Fodi tudo o que havia construído!
Vale o que vale…
Escrevi imagens na minha mente!
Vale o que vale…
Espero que…
Vale o que vale…

Não sabia como chamar este poema
Decidi chamar-lo:
“Não tenho amigos,
Não tenho namorada!”

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