segunda-feira, 6 de julho de 2009

O fim do...

Estou triste e sem saída…
O assassinato é amanhã!
Silêncio! Onde estás?
Foge… quero encontrar-te e fazer-te mal!
Espero que sofras…
Conta com essa de mim!
Putas, horizontes estranhos!
Anjos e velozes noivas endiabradas!
Sangue nas ruas derramado!
Velhos tempos de escola!
Onde estaremos quando o verão acabar?
Nas ruas! Em revoluções sexualmente explicitas!
Os castos serão executados amanhã,
Logo pela manhã!
Espero que o calor te disseque!
As montanhas do meu sucesso
Não me desiludirão!
As pessoas a brincar e seus queridos a finar!

Cada vez mais odeio o ser humano!

Ninguém testemunhará as lamúrias de janela
Que se seguem ao incrível arruinar de mentes!
Deixa, eu mato essa!

As mulheres usam roupa interior!
Que idiotice!

Suas curvas e contracurvas!
As luzes proibidas!
Não fiz nada!
Elas olharam…
Eu reagi…
Gritos estranhos!
Que posso dizer?
Só reagi!
Que posso dizer?

Vamos a uma guerra a sério!
Que dizem uma guerra a sério!
Não as que estão a ser levadas a cabo!
Mas uma guerra a sério...
Com muitas mortes e...

Tempo de escola!
Anjos do antigamente!
Tempo de escola!
Anjos do antigamente!

Foda-se!!!

Que hei-de fazer?
Tudo me irrita de sobremaneira!
Despercebidamente, tornei-me anti-social!

A presença de quem quer que seja, assusta-me!
O silencio transforma-se em noite rejubilante e suplica…
Quero-te ter!
Em chamas, na noite!
E ver-te sofrer, com a cena bem acesa?

Sabias que as mulheres têm frios quentes
E sangram, mas não morrem?
Pois, mas é verdade…


Onde esconder a atracção no momento que se transforma em paixão???

Nada fiz… Ouvi simplesmente!
Nada fiz…

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