quinta-feira, 25 de dezembro de 2008

Aquilo verdadeiramente importante

Ainda agora
Vivi a mais pura felicidade
E já choro outra vez
Como uma criança “endiabada”

Nunca estive verdadeiramente vivo
Nunca sobreviverei a esse massacre
Memórias escondidas, olhos postos...

O meu coração é fogo alto que se esconde!

Disses-te-me para te amar,
E eu fi-lo sem hesitar,
Jamais nasceremos outra vez
Percebo agora o tempo que nunca terei
Não posso falhar de novo
Troquei tudo por o teu sorriso em mim
A minha dor trouxe-me até aqui,
Quero que me leves bem longe

Mas ouço tudo de novo na minha memória,

E sinto-me como que,
Bem contigo!

terça-feira, 16 de dezembro de 2008

a distancia que o choro afecta...


A distancia afecta a visão!

Diz o ignrante para o infeliz...

Muitos ou poucos os km
Separam-nos como que para sempre
Da realidade que nos advém...
Como a mais acertada!

Espécies correm!
Homens morrem!
Noticias escorrem!

São altas horas
Tudo está confiscado!
Esferas corroem a mente
E circulas, circulas,
Sem ir a lado algum,mas...
Circulas, circulas!

São esteriotipos bizarros,
Nuvens que fomentam a dor,
Impedindo que o fósforo se acenda,
Ás vezes até me cai
Uma lágrima pelo olho, mas...

O choro afecta a visão!

Diz o triste e enfadonho ao medidor....

Lá longe meu coração palpita,
Envia as suas memórias...
Rejubila com minha preserverança...

Espera, olha para trás..
O que estás a dizer,
Ela nem sequer te vê,
A realidade mais que ausente,
Inexistente!!!

Choro mas a conclusão alguma chego.
Só te quero...

Não...

Odeio escrever merda,
No entanto pareço condenado a tal
Ultimamente, ou não!

Se calhar, tanta merda na minha cabeça
Um dia trará problemas!!!

A manhã cresce,
Um dia a revolta!
Quero ir para aí...

Ajuda-me!

“Não!”

terça-feira, 9 de dezembro de 2008

eu... em pedaços...

O amor é vago e intempestuoso,
Parte-te em pedacinhos...
Não te construindo jamais...
Amor, não vês o que estás a fazer..

Vais-te recordar...
Ainda sei amar, ainda vos... Amo!

Foi todo um horror ao mesmo tempo!
Vinguei todas as minhas culpas,
Mas nunca culpado!
Manterei sempre minha culpa,
Sou o...

Foguetes... tradição... morte!!!
Dá-me a consagração habitual!

Foda-ase um novo eu nasceu

A vida agora começa,
Depois da desgraça a vida outra vez!
Uma arma, em espinho...

Tudo é relativo na vida,

Deixo agora tudo para trás,

Como continuar?

Sou...

Um espelho tardio da mente que me afasta,

Adeus...
Tenho de ir.
Deixo-vos a minha verdade!
Não quero. Não quero!

Tanto ficaria por ser dito,
Prefito nem começar,
Quanto mais continuar...

Nada agora interessa...

terça-feira, 2 de dezembro de 2008

Andar de Cima

A dama do andar de cima
Faz tempo, não a vejo sorrir...

Nada indica que me vá esforçar
Ser um bocado maior,
Uma força mais que perfeita...

O comboio da nação,
Levo-me até ao sofá,
Descanso, a Lua acompanha meu andar...

Meu conselho é saltar a noite,
Bom de amar,
Fácil de assassinar...

Pois,
Não tive a noção do que mateste em mim...

És a canção mais primaveri que já escrevi...

O mundo cerra os dentes,
Apresso-me;
Olho em volta, o vazio...
Olho o escuro, existo....

Olha vê minhas mãos quentes...