quarta-feira, 28 de novembro de 2007

Sorry!

I will die as soon as I can
Memories are walking away
In black eyed dressed
I live

My mind is not what a man can
Those sad words I wont dare to say
My thoughts run in such a speed
Eyes aren’t enough to see my bore

I am so sorry for not being sorry
Because I should fell sorry
But I blew it up
And I can’t be sorry

Do you know what
Burns inside me
It’ to have to live
With the demise of me!!!

Sorry!
Sorry!
Sorry!
I am so sorry
For not being sorry!
Sorry!
Sorry!
Sorry!

Your eyes


I hurt me again
To bleed from my eyes
And imagine your face
When you used to smile to me

Cold blanket at the farm behind
She caught me week and looking for care
You’re gonna be mine!
You’re gonna be mine!
I’m cool within
Please be aware
If you go away
You state me my death way!

I hurt me again
To bleed from my eyes
And imagine your face
When you used to smile to me
Once more and again
I want to be your perfect friend

Perfect friend
The only

I got blue green yellowed eyes
Covering my high attenuated weakness
I’m protected by your love
Protected by your love
I am
Protected by
Protected
Protected by
Protected by your love

I hurt me again
To bleed from my eyes
And imagine your face
When you used to smile to me
Once more and again
I want to be your perfect friend

Perfect friend!!!

segunda-feira, 26 de novembro de 2007

Bem sei...


A miúda que vi
Num sítio incerto
Mas sei que distante!

Onde caminhas
Que não te vejo?

Onde te escondes
Que não te encontro!

Quero ser e possuir
A vida e o templo de Diana
Não muito longe
Onde te encontrarei?

Em algum sítio me verás

Onde ficaste ontem á noite?
Procurarei
No mais perfeito
Lar, da mais perfeita rua,
Na mais perfeita cidade
Do mais perfeito mundo
No mais perfeito universo…

Não havia mais sitio para percorrer
Por isso procurei no meu coração…
Finalmente te encontrei,
Mas temo de mais perder-te,
Pelo que prefiro não ter essa hipótese,
Simplesmente não te tendo!!!

Bem sei que é a coisa mais estúpida
Bem sei que é a pior saída!
Bem sei…
Bem sei…
Bem sei…
Bem sei…
Bem sei…
Bem sei…
Bem sei!

Que mais dizer

Que mais dizer
Que não a doença matou-o!
Não uma doença curável pelos médicos!
Como ser a noite mais desejada
Se toda a tua virtude se esvai em sentimentos?

Espera
Escuta e caminha

Brinca com os pareceres da vida
Escuta como anjo noctivago que és!
Vê minha noite passar como celestial imagem
Figura entre os escolhidos...

Somos o que a noite suporta
A manha em chamas
O ser que se perdeu!

Onde te encontras agora amigo?

Portuguesmente



Seria básico iniciar com o jogos de palavras com o titulo de forma a provar que o Português mente. E descaradamente em alguns casos. Mas tudo bem, não vou entrar por aí, se bem que entrar por aí era sem dúvida, embora fácil, uma boa forma de iniciar este texto. Já que indubitávelmente o PortuguÊs mente, demais e de uma forma descarada, em muitos dos casos. O português é falcatrueiro, cheio de esquemas, claro que me sinto tentado a começar pela incrivelmente fácil possibilidade de brincar com as letras que compõem o titulo deste post, mas seria infantil e demonstrador de criatividade diriam os leitores ao lerem um texto de tão fácil decifração sendo escrito por mim, mas uma opurtunidade destas jamais deveria ser deixada passar em frente! Por isso irei, sem dúvida, iniciar o meu texto com o básico jogo de palavras com as letras constituintes do titulo.

Não, não pode ser, "o Português mente!" exclamam agora os Portugueses que sofrem deste sinrome tão caracteristico!

Obrigado

Este foi meu texto!

domingo, 25 de novembro de 2007

6ª feira

Vivi toda uma história
Que mesmo meus olhos
Ainda lhes custa a ver

Todo o mundo de repente
Fez todo o sentido
E corria nas suas devidas correntes

Quero ser eu outra vez
Em tons de branco, muito branco…

A noite mais calma

O anjo que tanto desejo ser
Ficar em paz comigo
E ter a luz que ilumina

Sem duvida
A lanterna faz maravilhas por um instante
A lanterna ilumina
Glorifica

E só mais tarde desaparece

Claro que sempre o amargo volta

Mas muito mais tarde!

Espero ser forte como eu sou!

sexta-feira, 23 de novembro de 2007

Aquele sentimento


A forma é um instrumento

A carapaça a salvação

Guarda-te, e não falhes!

Procura a saída mais perto,
Sempre a mais perto

Caminha sempre em frente
Não olhes para trás!

“Mas não consigo!”

Então embebeda-te assim
Não o farás!

Caminha em volta
Procura o caminho mais longo
A noite mais escura!

“Como poderei ser a estrada
Se nem sou o caminho!”

Sou o atalho banal
Para o auto-flagelo

A incrível estrutura em que assento
É apenas uma fachada
Diz a pedra ao ser atirada ao rio

Não me interessa o que dizem
Serei sempre o meu menino

Não me interessa o que dizem
Serei sempre o meu menino

Vou para casa e rapo a barba
Vivo como um louco
Chamam-me renegado

Odeio viver neste mundo

Não me interessa o que dizem
Quero ser seu amor
Não me interessa o perigo que passo
Quero ser seu amor

Para sempre hei-de ir
E tentarei ser o mais feliz possível

Ninguém mais me estraga o momento
Deixei de ligar ao que dizem
Apenas porque, eu sou
O que eu sou!

Nada ou ninguém jamais mudará isso

Todos me chamam renegado
Todo o meu charme se esbate
Quando a noite cai!
Perdido nas lágrimas da tua ausência
Onde me confortarei?

Nunca na vida vou não ser eu!

Vou para casa barbear-me

Como continuar minha vida
Sem a doce noite
Do desespero
“Esquecer é uma virtude,
Amar uma castração!”

II

Ela é o perfeito charme
Não consigo deixar de pensar nela
Ó não!

Sei que continuo em teu pensamento

Sempre bêbado e jocoso
O asno vestido de engraçado
Construí um forte á minha volta
E até parecia ser bom a engenharia
Mas estragaste toda a minha convicção!

III

Fujo,
Voo como um louco!
Arranjo o caminho,
Não vou a lado nenhum!

É a minha alma
É a minha sombra
É a minha luz
É a minha…

Um pouco de loucura
Faz sempre bem á nossa saúde

Não me orgulho mas assim fui feito,
Tento tanto mas não consigo mudar!

quinta-feira, 22 de novembro de 2007

O tão nacional, escandalo que abafa escandalo


Bem, começar isto é ainda mais complicado do que provar que o Português é por defeito um ser inteligente, mas isso são contas de outro calvário! Que me lembre e seja do conhecimento geral, quase mesmo até da miudagem que nasceu bem depois do acontecimento, o primeiro grande escândalo que em Portugal deixou a culpa morrer sozinha, foi o de Camarate, que vitimou o primeiro ministro de Portugal dessa altura Mário de Sá Carneiro. Vozes de todos os cantos do país e das mais diversas frentes (ou traseiras) politicas afirmam que «foi um horrendo crime político», Ricardo Sá Fernandes que, à data do acontecimento, prestava apoio jurídico à recandidatura presidencial de Ramalho Eanes, principal rival do candidato Soares Carneiro, este apoiado pelo PPD de Sá Carneiro e pelo CDS, de que um dos principais dirigentes era Adelino Amaro da Costa, ministro da Defesa e igualmente falecido na queda do pequeno avião. «Durante 15 anos estive perfeitamente convencido de que Camarate tinha sido um acidente», revelou Sá Fernandes, defendendo que esse era o sentimento prevalecente na opinião pública. «Mas hoje não tenho dúvidas nenhumas de que aquelas pessoas foram assassinadas num horrendo crime político que contou com a cumplicidade e o silêncio de várias áreas», disse Sá Fernandes, nomeando o aparelho de justiça, como os tribunais e o Ministério Público, e uma culpa colectiva, personificada na comunicação social e na classe política, como responsáveis pela situação de silêncio e de contradições que considerou existir em torno do desastre aéreo. 20 Anos passaram e ainda ninguém foi considerado culpado, ninguém chegou ainda á conclusão sobre se teria sido um acidente ou um crime horrendo de carácter político, que a ser descoberto, iria ferir quase fatalmente a tão jovem e frágil Republica Portuguesa. Até aqui, nada a que o Português mediano não esteja já habituado, saber as coisas de uma forma muito superficial, sem nunca se ir ao cerne das questões. Novamente o Português mediano diria que se trata apenas de um caso muito complexo, onde é muito difícil chegar a conclusões até porque todas as pessoas intervenientes no processo faleceram devido ao acidente e não existem testemunhas do mesmo.
Mas mudemos agora de escândalo, o caso moderna, um caso onde de inicio se suspeitou que Portugal inteiro estava envolvido, um caso gigantesco de corrupção e jogos de interesses, meses e meses de notícias onde se falava do envolvimento de muitos nomes. Finalização mediática do processo: um preso, que se sabe desde o início que não é um preso qualquer, tem regalias imensas, que passam pela TVCabo, quase de certeza na cela, paga esta pelos contribuintes, que se “matam “ a trabalhar pelo ordenado mínimo.
Um pouco antes de este escândalo estar “resolvido”, começou-se a ouvir pairar no ar a “louca” ideia que era provável, que um escândalo relacionado com a Casa Pia, poderia ter sido vítima de erros de investigação sendo mesmo possível existirem os referidos nos anos 80 crimes de abuso sexual de menores nesta instituição de solidariedade pessoal. Será, que calúnia… e assim, lentamente se foi tirando a atenção das pessoas para o caso moderna e começou-se a falar mais na Casa Pia. Muito rapidamente se passou de nomes relativamente conhecidos, para grandes nomes da alta sociedade portuguesa. O caso mais mediático foi mesmo Carlos Cruz, jornalista de há muitos anos, pessoa de bem e respeitada na sociedade, tanto que até manifestações de apoio a Carlos Cruz foram organizadas por populares incrédulos. Mas muitos nomes se foram juntando a este rol de “possíveis abusadores”, até políticos como era o caso do Pedroso. Tudo isto começava a entrar na esfera da irrealidade. Mas era uma irrealidade, bem real. Agora algo já mais familiar: de repente começou-se a falar por alto em corrupção no mundo do futebol e da política, jogos de interesses, sacos azuis, desaparecimento de documentos que estavam em segredo de justiça. Portugal é um cubo mágico de surpresas. Conclusão: como em casos anteriores, um a um foram todos sendo soltos da prisão preventiva e só lá ficou o Zé povinho, ainda que culpado, como todos os outros. E sobre a Casa Pia, só se sabe que está preso o Bibi, os outros estão todos em casa, levando as suas vidinhas normalmente, como antes levaram.
Quanto ao Português ávido de notícias, sabe-se que o Pinto da Costa, o Valentim Loureiro, alguns árbitros que ninguém conhece e a Fátima Felgueiras a alegrar a hora de jantar do Português durante uns tempos. Mais cedo ou mais tarde, um outro qualquer escândalo pavoroso irá tomar conta das pobres almas portuguesas e dará a culpa a ninguém. E Portugal corre alegremente, para uma ignorância cada vez mais aclamada.
Depois disto tudo só me apraz fazer uma pergunta:
- Vocês pensam que todo o Português é estúpido e tapado dos olhinhos! Alguns de nós temos aquilo a que deram o nome de cérebro e capacidade de raciocínio.

quarta-feira, 21 de novembro de 2007

1 segundo na vida


És a ovelha negra
A falta de combinação
Bebendo o meu passado
Estou aqui sem ti e…
Pareço até estar a gostar!

Por favor
Mostra-me meu caminho
Onde tudo o que quero fazer
É não fazer nada e deixar-me estar quieto!
Sendo assim não me prejudico!

Apressem-se
Muito em breve vou sofrer
Outra vez
Vocês podem testemunhar
Querer ou abrir ainda mais
A ferida tão já voluptuosa!

Por favor
Aguenta-te!

Espero que me consigas libertar!

Não consigo fugir para mais lado nenhum
Por todo o lado
Tenho caras e olhares
Sabes que tens de me ajudar

Tira-me daqui de baixo!
Já tenho dificuldades em sentir o oxigénio
Por favor carrega-me nas tuas costas
E leva contigo até á suave carícia da manhã!

Onde e porquê está toda a gente tão perdida?

Os sinos tocam
As pessoas aplaudem
Tu eras incrível!
No meio dos miúdos
Que sempre foram sozinhos
Promete-me ela não faz o teu mundo,
Tem de existir algo mais!

E existe, sem dúvida que existe. A falha grave de que me queixo, relacionada com todas as disposições possíveis de humor! Nunca se consegue realizar verdadeiramente o que a noite nos traz! Pensa que a dor carrega mais forças positivas do que negativas. As chamas brilham alto lá longe só porque o dia nasceu e temos sempre de ver o que é negativo. Prefiro assim a alguém me por indisposto por vontade alheia, assim por minha vontade, ao menos sou eu que mando. Poderia alguém dizer uma barbaridade maior?

Poderia sim ser ainda pior esta barbaridade que disparei para fora da minha boca, como tantas vezes por dia faço. Sim claro que sim, a mutilação é sempre uma saída possível, além da mutilação psicológica a que já á muito me entrego. “Mas as pessoas mudam” afirmam á boca cheia! Essa fase tarda em aparecer na minha vida! Mas tudo bem eu sou paciente. Afinal de contas:
“Cada segundo ganho na vida é um enriquecimento pessoal, ao contrário de todas as horas perdidas!”

segunda-feira, 19 de novembro de 2007

Feridas abertas jamais desaparecem


Feridas, caimbras e dores corporais

Como caminhar quando tudo nos aleija?
Será nossa vivência
O pecado original?

Esperar é viver e relembrar emoções
Caminhar é sofrer com as desiluzões!

Perdido, estacionado
O sofrimento do velho feio

O deus, a doença
O diabo de barba comprida

Perdido desde o inicio

Espera e verás a terra tremer!

Um homem perdido, mas a existência perfeita...

Espera a noite caiu...
Tenho de sair
Esquecer-me é já um passatempo antigo!!!

Vem, procura agora os bocados dispersos do que um dia eu fui, mas lembra-te á partida do antigo ditado coração partido nunca se reconstroi... Pudiamos redefinir todas as directivas logo a partida, os dois abdicarmos de muita cena para tornar tudo possivel e com esforços dos dois lados (uma das principais razões para a referida reconstrução ser um atalho para o falhanço, mas disto tratarei numa mais adiante), e tudo é bonito na ideia e acaba-se com aquele sorriso, tão distantes de imaginar que as lágrimas já se estão regojizando com nosso futuro tão relativamente próximo! Este caminho é tão mais doloroso quanto maior espaço temporal ocupar esta passagem da pseuda-ilusório felicidade. O mais caro cobertor do mercado, também ele com o tempo se desgasta e começa a ganhar buracos, a traça desempenha no cobertor um papel importante, tal como no assunto tratado aqui os esforços bilaterais são o início do fim. Porquê? Porque no início, aquando das conversas esclarecedoras para o entendimento, os esforços eram considerados justos e igualmente “penalisáveis” para ambos. Engano, ao fim de um curto período de tempo tudo passa a ser desnivelado. Depois, bem, depois começam as insinuações... bem, todos se devem estar a visualizar agora o que descreveria a seguir e, como não gosto de ser chato, ficarei por aqui.

Obrigado pela atenção dispensada, ou não!

Pergunta


Pergunta
Se sim
Eu sei que tudo é uma desculpa

Sei bem
Ter-te é miragem impressionista
Fogosa imagem medieval

Poderia eu deixar o mundo
Ver a manha
E ser o crepusculo distante?

Mas como ser mulher não sei...
Fácil como se agora fosse nascer!!

Podia voltar a ser
Aquilo tão especial que um dia fui
A noite que desejavas eterna

Pena é todo o meu mundo bizarro!!!

A escuridão consome minha felicidade
E some com toda minha vontade
É só mais um dia, tudo irá passar!!!
Enfim...
Esquecer é virtude ancestral!

Admnistração oral de todo o meu tempo
Quero caminhar mas corroio a minha linha
Tamanhos entraves enfrento
Uma vida infeliz para sempre a minha!!!

sábado, 17 de novembro de 2007

Mais alto

Tudo parece normal
Até á hora em que tudo se consume
Serei sempre o homem
Que carrega em peso
Todos os erros de sua vida.

E olhem que é pesado!

“Por norma acontecem aqui
Milagres que é uma estupidez!”

Dizia a senhora de negro vestida
E com um ar cansada de toda uma vida
De desgosto, ao que parecia…
Enquanto olhávamos especados para uma igreja

Á noite tudo é menos previsível
E menos dentro de regras
Quero cantar e ser a chama
A noite em que me apresso
A ver minha alma fora de mim

“Ás vezes são altas horas
E as portas abrem-se e depois fecham…”

Continuou
Bloqueadores de cérebro
Pode-se dizer que é o que os poetas são
Sempre mais alto, 15 centímetros!

quinta-feira, 15 de novembro de 2007

Linha imaginária

Como ele queria dominar a arte de voar. Nestas alturas ele voava como um louco para bem longe de aqui. Fugia de tudo e todos que conhece. Frio, distante, calculista e arrogante, uma besta social assim também é fácil descreve-lo. E parece sociavel e simpático. Carregada expressão, timbrada com cansaço e vida estouvada que leva. Mas ele parece ser feliz e "certinho".
Conheço-o bem, sei o quanto para ele é dificil viver no meio de pessoas normais como todos os seres humanos. Ele tem uma sensibilidade especial, muito especial. Qualquer coisa a ele o chateia e magoa. Tudo por ele é vivido muito intensamente capaz de chorar apenas porque falam baixinho e olham para ele. Com uma auto-estima tão baixa que nem é bom pensar que alguém pode ser assim. Mas ele é. Carrega todo o seu peso nas suas costas nunca se abrindo com ninguém, entregando-se a enormes devaneios até altas horas, na noite. Aí, sozinho, ele realmente é feliz e faz as coisas que realmente gosta. Mas no entanto muito poucas pessoas sabem que ele realmente chora como uma criança durante o dia e especialmente durante a noite, chora porque é bastante infeliz. Nos poucos momentos de felicidade que consegue encontrar , chora pois sabe que ela vai desaparecer. Senta-se , relaxa, reflecte, "instrospecta". Para ele "A felicidade é uma linha imaginária que separa o Homem superior do normal ser humano".

Seu nome:

- Todos voçês sabem seu nome. iria ser cansativo e repetitivo repetir seu nome. pensem um pouco e alcanem o seu nome. Não, não direi o seu nome!

segunda-feira, 12 de novembro de 2007

Confusão

Outra vez fora do caminho
De outra forma
Nada tem, de novo, a mesma forma

Caminha para o outro lado
Sê como uma serra inocente que és
Precisas de óleo para cortar melhor

Não percebo que se passará comigo
Tudo tão cinzento
No nevoeiro que era já costume

O adeus é sempre mais fácil
Que o olá!!!

Acenarei para ti
Dir-te-ei olá
Hoje que a noite corre alta
E depois mais não!!!

Esperarei por uma noite qualquer
Em que sonharei ser mais leve
Mas quero realmente ser
A força que sempre me caracterizou
Que sempre me tornou diferente

Por dentro
Somos apenas cinco!

Nem mais nem menos
Uma décima do poder
Quero ser…
A névoa encobriu meu pensamento

Espero ter um dia
A sombria e destemida miragem
Sofrer é uma realidade,
Não ames, sofrerás muitos menos!!!

Algo ou alguém
Me trará um dia
Á realidade

É divertido viver abaixo de cão
Viver com a tua verdadeira dor
Ser uma ponte espinhosa
Que alberga tua residência!

II

Uma perda de tempo
É o que a vida é!
Uma perda de tempo!!!

sábado, 10 de novembro de 2007

Houveram momentos

Houveram momentos
Em que desejei que o mundo
Simplesmente parasse!
Houveram momentos
Em que me senti protegido!
Houveram momentos
Que desejei que fossemos um!

E ainda agora,
Passadas estas horas todas
Sorrio enquanto penso!

Mas imensas duvidas
Massacram meu cérebro

Sei bem
Que não gosto de sofrer
E por defeito gosto de…

Porque tenho eu de ser assim?

Houveram momentos
Que desejei a eternidade!
Houveram momentos
Sim que realmente estive feliz!

Sim
É verdade, estou aqui por ti
Aqui dentro
Bem dentro
Ninguém parece querer viver

Ponho-te no meio
E enfim…

Quase

Quase tudo uma piada
Nunca a real significância
Do querer tão forte
Que me assalta desde criança
Mas nada condiz
Com a visão que tenho de tal

Bem
Não esperava outra coisa
Que não o quente e suave
Desinteresse de toda a gente

Bem
Que me importa
Tudo se resolveu por bem
No entanto
Sou ainda mais feio
Do que aquilo que pareço!

Madrasta
Tal a que me saiu!

Nunca sei qual meu papel

Como deverei agir!

Continuo perseguindo
O que desde criança desejo!

Sento-me simplesmente
E desisto!

Berro
Só depois me lembro
Do halloween!!

Quase que funciona
Como uma piada!

E continuo dúbio
Neste trilho enraizado!

Nem tudo é!!!

terça-feira, 6 de novembro de 2007

Passado e esquecido

Tanto passado e esquecido
Neste inferno sombrio
Quero-te neste mundo
Como anjo insular que sou

Esquece,
Já é passado!

Tanto lutei
Fome passei
Sempre a sorrir
Para ninguém ver
E depois…
Desistir!

As paredes que são minha pele
Absorvem as minhas lacrimais
Mensagens desde o coração!

Ousei um dia sorrir
Mas a sorte foi-me madrasta

E caminho inseguro
Na chama que é a vida
E sonho com a recordação
De um dia ser absolvido
E corro, pensando…

“Um dia caminhando
É bem melhor que uma semana
A correr!”

Irrevogavelmente

Estas paredes
Histórias, gritos,
Grunhidos, contos…

Ficamos presos na ilusão
A manha tarda em aparecer
Desisto de te alcançar
Felicidade…

Onde me encontro agora?
Saudoso, taciturno
Entre as paredes que fortalecem…
Onde esconder eu minha tristeza?

Escorro-me em lágrimas
Caminho feito louco
Mas sempre ás escondidas

Nestas divisões histórias criei,
Mitos lancei,
E músicas inventei!

Sorri, chorei, matutei
Encontrei por fim
O melhor que pode haver em mim!

Mas tudo se perdeu
Irrevogavelmente!

Para todo o sempre!

domingo, 4 de novembro de 2007

Ausência II

Abstraido de tudo e esquecido
Aqui voltei
Ao meu ponto de partida

Não sei ainda bem o que sinto
Carrego em mim
A névoa desconhecida
Do templário desconhecido!

Sim, eu sei que tudo funciona a pilhas
Mas ao menos funciona

Tudo na minha cabeça está tão baralhado que prefiro não escrever!!!

Desculpem meus leitores que são poucos, mas são!!!!

Obrigado