Uma natureza estranha,
Nunca um simples rapaz a florescer…
Uma natureza intempestiva,
Nada nunca me deixa sorrir…
Como em tudo e nada, alcanço a merda
Que continue assim, mal posso esperar…
Toda a gente se acostuma “tudo bem”
Que continue assim, mal posso esperar…
Prelúdios de tempestade!
Vertigem ao insucesso!
Mal posso esperar…
Mal posso esperar…
Mal posso esperar…
Magoa quando a vejo, noite á espera,
Solitária, sensível, terna,
Deixa-me olhar…
Deixa-me olhar…
Uma chance… uma chance para
Ver a sua paz envolvê-la,
Ver a beleza de seu olhar ausente,
A sinceridade em seu sorriso penetrante…
Depois ela veio, envolveu-me em seus braços,
As estrelas, a lua,
Anjos e diabos em rejubilantes festejos…
segunda-feira, 14 de dezembro de 2009
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