
Um dia a estrela emergente,
Outro dia o canal sem salvação…
Tudo manchado de sangue,
E sem local para ir…
Tudo voltou a ter significado para mim…
Aí vem…
Não para já não quero morrer,
Esqueço a vontade infinita e perpetual
De me lançar para baixo…
Sou de novo o anjo
Sou de novo o tempo
Sou de novo o ser
Sou de novo, o novo!!!
E então viverei para sempre.
Os milagres cobrem as ruas de vergonha
E em seus olhos as virtudes
Ganham então novas significâncias
Novos contornos estranhos
Sem verdade ou significância!
Em nome de Deus,
Que fizeste a ti próprio?
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