terça-feira, 22 de setembro de 2009

Nada existe...


A esotérica mensagem
Por favor, perdoa a minha distancia…
Toda a minha vida
De páginas voltadas agora…

Nada existe…

Só a noite é que me interessa
Quando os teus olhos cruzam
A linha ausente e distante dos meus…
És tudo o que preciso!

Nada existe…

Fica na paz!
Montanha envolta em chamas
Ou submersa em gelo…
Tuas constantes indecisões corporais
Confundem minha memória…

Em suma,
Por dentro sou um rio bravo
De incertezas e confusões…

Outra vez a dor e a agonia
Que são o centro da minha dor e atenção!
Para tua direcção…

Só quero o que posso dar
Nunca o que posso não ter…

Desculpa esta minha afirmação
Mas a vergonha está em negação!

Nada existe…
Ou pode existir!

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