quarta-feira, 30 de setembro de 2009

DRT


Tentei esconde-lo de mim
Tentei leva-lo para longe,
Para que ele se perdesse…
Mas não sei de que forma,
Ele sempre vem ter comigo…

Nunca leva muito tempo,
Desde que o deixo…
Nunca nada tanto quis que não entrar por aqui…

Queria ser…
Queria ter…
Aqui me encontras!
Tão fodido que nem imaginas…

Sempre pensaste que era forte…
Sempre viste o forte construído em pequenino,
Mestre da arquitectura!

II

Encontrei-te a ti agora…
Onde me levará esta maré...
Sabem que sou um bote,
Não um barco!

O teu dormir é o meu ninho de aconchego
O teu sorriso, minha droga tão pessoal!

Sempre falei,
Para comigo
Em casa
Sozinho no meu quarto
Em tréguas com o espírito…

Dás-me vontade de sair e ir para a rua…
Gritar o teu nome e dizer:
“Dás-me vontade de viver!”

Obviamente conheço o leão que mora em mim,
Como me hei-de esquecer…

Tentei fechar a porta,
Mas quando reparei,
Já à muito lá “moravas”…

Não consigo deixar de pensar em ti!!!

Não me…

No meu banal anel,
Tenho o meu sentido!!!

terça-feira, 22 de setembro de 2009

Nada existe...


A esotérica mensagem
Por favor, perdoa a minha distancia…
Toda a minha vida
De páginas voltadas agora…

Nada existe…

Só a noite é que me interessa
Quando os teus olhos cruzam
A linha ausente e distante dos meus…
És tudo o que preciso!

Nada existe…

Fica na paz!
Montanha envolta em chamas
Ou submersa em gelo…
Tuas constantes indecisões corporais
Confundem minha memória…

Em suma,
Por dentro sou um rio bravo
De incertezas e confusões…

Outra vez a dor e a agonia
Que são o centro da minha dor e atenção!
Para tua direcção…

Só quero o que posso dar
Nunca o que posso não ter…

Desculpa esta minha afirmação
Mas a vergonha está em negação!

Nada existe…
Ou pode existir!

quarta-feira, 2 de setembro de 2009

Tristeza - Foto de José Boldt


Um olhar tão penetrante e intenso como nunca vira anteriormente... Vi esta imagem num blog (http://claras-em-castelo.blogspot.com) com textos bastante interessante e fotografias "marcantes"... Toda a atenção dirigida para o nada, contemplando o vazio que lhe parece percorrer o coração, a vida parece ter desaparecido no dia em começou a vestir de preto... Toda a vida parece ter desaparecido nesse momento, o único sinal dela que se parece manter activo é o respirar... E, mesmo na foto, dá a transparecer que tal não parece ser inerente a este ser humano, trata-se de algo que o corpo força...

Ou então estou somente enganado e apenas me retrato na fotografia de José Boldt...

terça-feira, 1 de setembro de 2009

A reviravolta da tempestade pessoal...



Volto, ás vezes a sentir aquele rápido rodopiar de ideias levando-me a lado nenhum!!!