domingo, 26 de agosto de 2007

Pensando

Pensando...
É a hora!

Esconde-te...
O meu ponto é tão distinto
Divino
Fora do corte glaciar...

Espera não sei o que pensar
Talvez desta vez!

Adeus...
Foi bom enquanto durou!
A arma,
A lámina da minha cara
É divinal!!!

Esquece...
Porque não me falas?

O passado é doentio
A alma esvanece-se
Caminha a meu lado
Onde vais

Tudo é tão bruto e insensivel

Preciso de te encontrar
És minha

O que preciso de saber
Hoje á noite!!!

Espera
Deixa-me sair de onde estou
Como queria ouvir isso

Tudo brilha como anjo encandescente
Sorri
Como filantropo que és
Esquisito
Noctivago

Mórbida mensagem de mim até mim!!!

O toque é suave e convidativo
Tudo parece algo que não é
O precioso ser
Confortavelmente lindo
Perder-me-ei no calor dos teus braços
E tudo me persegue
Desde minha escura existência
Até o chegar ás estrelas

Persegue-me até minha placa condecorativa...

Jaulas e invulcros estranhos
O guarda e o desejo de cair...
Posso ser eu próprio
Como o deus desejado
Não demorará muito
Tudo está bem!!!

Onde estás?

Como me podes ouvir?
Onde estás?

Não te sinto!?!
Sinto tua falta!

Ela é meu mundo!

Um Deus despido que se esconde nefastamente

Onde devo procurar tuas virtudes?

Na montanha mais agrestes
Ou no mais lindo dos vales?

Penduro-me na montanha
Vejo a noite a correr!

Ele adorava voar
Por isso seu avião era sempre maior!

Aqui estou eu agora!!!

Amor

Taciturno e esquecido. Continuo.

Lembro-me como tudo deveria ser
Sei como tudo deveria correr

Pernoito na imagem que carrego de mim

Não tenho assim muito a dizer
Excepto que tudo é falso

E não preciso de mais falsidade

Espero e corro como um louco
Para bem longe

Carinhoso e perdido. Continuo.

Sou a dor mais que perfeita
O pretérito da tua existência

Por onde caminhar
Se tudo é preenchido
Por precipícios e mares revoltados

Olha á tua volta
Tira tudo o que te faz
Lembrar de mim

Deixa de ouvir a música que compus
Só para ti
Se achas que nada te suspira
Como antigamente…

Onde errei?

Quando o perceber
Dedicarei toda a minha vida
Á criação da maquina do tempo
Para nela regredir
Corrigindo o erro que fiz

Um engano aos olhos de todos
Mas canto ainda para ti
Quando sinto que de alguma forma
Estás em algum sítio a pensar em mim

E caem gotas de água de meus olhos
Não entendo o que está a acontecer

Tenho tudo o que preciso
Só me faltas tu!

Preciso de te ver
Preciso de chamar

Sentir tua chama
Presa ao frio do meu corpo

É este meu desejo

Não adianta
Na minha cabeça
Iremos sempre ser nós!

Estranho é ver nosso amor desaparecer
E ele assim fez.

Abandonado e pesaroso. Continuo.

E mais tudo corre
Uns dias mal outros
Melhor ao sabor da mais horrível realidade:

O amor não é eterno!

sexta-feira, 24 de agosto de 2007

Portugal = Merda no cérebro

Sente-te á vontade para enlouqueceres. Toda a informação gira na minha cabeça. Raramente me dando espaço para eu respirar.
Melhor se estiver fora. A recorrente imagem que acima de mim flutua é como um acréscimo de imagens que florescem na virtude da minha imagem. E por isto sinto-me agradecido.
Lembro-me agora que aos fósforos, não é dada a merecida importância. São parte integrante da nossa sociedade. Como faríamos um churrasco? Como acenderíamos um cigarro, depois de estares no campismo há já três semanas?
Liberta toda a adrenalina acumulada que incendeia, silenciosamente teu corpo. São tão poucas as ocasiões em que me posso realmente libertar. Queria ser a minha estrela mais preciosa. A noite mais rejubilante! Tenta viver a vida, culpando sempre o sistema e sem tentar mudar as cenas!
E os fósforos? Os coitados dos fósforos! Como seria a vida sem eles?
Estou no céu hoje á noite! Vejo todo o mundo lá tão longe, que pareço nem acreditar que tal é possível. Nenhuma ideia me massacra a cabeça (será que estou morta?), para mim, este é o retrato do paraíso!
Mas os fósforos, eles continuam a dar-me forte na cabeça! O que se passará comigo? Será que morri queimada?

Meu nome:

Maddie!!!

PS - Desculpem o sarcasmo, mas em nome das vítimas portuguesas relativamente ao mesmo crime, achei que deveria ter este sarcasmo. Desde o início vemos a mãe do Pedro Rui na televisão, apenas nos aniversários. A inicial “promoção” televisiva do caso, deve-se única e exclusivamente, ao esforço de sua mãe e suas posteriores aparições, em parte também! Desculpem-me os pais da “Maddie”, pois sem duvido tenho uma ideia, ainda que muito fraca (já que nunca terei a real já que além de não ter filhos, eles não foram raptados), mas compreendo a dor deles. Mas a televisão Portuguesa, o ALVO DA MINHA CRITICA, mexe com meu sistema nervoso. Os “Fósforos”, eram apenas para desanuviar a estupidez que eu estava a escrever!