O desespero da existencia
A virtude inerte da valência
Só tu me fazes real...
Ela parte, em noites intempestivas
Leva o seu tempo, ideias corrompidas
Só tu me fazes real...
Escudos na personalidade...
Hoje adorado, amanhã odiado!
Serei sempre o incómodo menino
A manhã desmedida, o sol encoberto!
Um amante não reconhecido,
Um cacto na floresta escondido!
Em ti vejo... o que me faz sorrir.
Só tu me fazes real...
Em ti vejo... o mistério que o Homem busca.
Só tu me fazes real...
II
Agora que esgotei as teorias mirabolescas,
Volto á minha simples pessoa...
Sinto falta de ti...
Adoro-te, só porque és tu!
segunda-feira, 16 de novembro de 2009
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