Não irá nunca haver um novo amor,
Apenas uma luz intermitente
Que o sexo aumenta ou atenua!
Onde esconder a saudade?
Ausente!
Indisposto!
Não vou dar nunca dar paz á minha mão!
Quero para sempre ter a minha paz,
O ódio que em meu sangue corre
Transforma em alegria as lágrimas que me sustentam!
Pensei já ter curado esta doença
Mas a mente elabora maravilhas,
O corpo ilumina o caminho!
Onde encontrar a seriedade?
Onde olhar a verdade?
Quero esconder o meu ser!
Quero o arco-íris dourado!
A noite em chamas
A mentira, como forma de atenção!
Anjo dorme, estarei em falta de paz?
Nunca chegaremos ao final da montanha,
Sem sermos destruídos pela culpa!
Uma alma rejubilante!
Uma noite em chamas!
Tenho o meu orgulho!
A minha realidade,
É o mais escuro que podes imaginar!
Vê o meu mundo crescer!
Apenas mais um acidente descontrolado!
Ainda me consideram estranho!
A agonia de me sentir estranho!
Sinto-me como um caminho estranho!
O último a compreender!
Carrego a minha dor em memórias intermitentes!
Carrego a minha vida em acções inconsequentes…
segunda-feira, 29 de junho de 2009
terça-feira, 16 de junho de 2009
Buraco!!!
Estou feliz
Passei um dia feliz
Quero caminhar, ser a chama que te ilumina
Serei apenas aquilo que vês,
Serei apenas aquilo que lês,
Vi o nascer e o decair da minha salvação,
Pensei que me iria divertir!
Preciso de sentir a tua aprovação,
Não, outra vez não!
Sinto a razão,
Sinto a tua fuga!
A tua escolha foi feita!
Espero por ti,
Ainda e sempre,
Aqui no meio, sem ti!
Espero sobreviver,
Voltar a sentir o teu olhar,
A tua presença como anjo envolto em segredos!
Quem me dera ser diferente,
Mas sou uma merda,
Um anjo enviuvado!
O pedaço mais merdoso
A humanidade mais desprezível,
A mais perfeita inadaptação!
“Faz o que te dizem…
Suicida-te!”
Não mais desculpas a escrever!
Dentro da mais profunda promiscuidade
Revelo meu ser ao mundo!
Onde ser a noite em chamas?
Onde erguer as flores vermelhas?
Quero crescer, cantar e sorrir!
Olha para mim agora,
Continuo a criança que perdeu a alma
Sem nunca a revelar ao mundo!
Passei um dia feliz
Quero caminhar, ser a chama que te ilumina
Serei apenas aquilo que vês,
Serei apenas aquilo que lês,
Vi o nascer e o decair da minha salvação,
Pensei que me iria divertir!
Preciso de sentir a tua aprovação,
Não, outra vez não!
Sinto a razão,
Sinto a tua fuga!
A tua escolha foi feita!
Espero por ti,
Ainda e sempre,
Aqui no meio, sem ti!
Espero sobreviver,
Voltar a sentir o teu olhar,
A tua presença como anjo envolto em segredos!
Quem me dera ser diferente,
Mas sou uma merda,
Um anjo enviuvado!
O pedaço mais merdoso
A humanidade mais desprezível,
A mais perfeita inadaptação!
“Faz o que te dizem…
Suicida-te!”
Não mais desculpas a escrever!
Dentro da mais profunda promiscuidade
Revelo meu ser ao mundo!
Onde ser a noite em chamas?
Onde erguer as flores vermelhas?
Quero crescer, cantar e sorrir!
Olha para mim agora,
Continuo a criança que perdeu a alma
Sem nunca a revelar ao mundo!
quinta-feira, 11 de junho de 2009
O mais fundo buraco

Dentro do mais fundo buraco…
Nasce a voz que encanta meu ser!
Dentro do meu “mundo”…
Nasce o coração que quero decorar!
Os gatos correm como loucos
Em busca de pastilhas, fanatismo… Diversão!
Sou culpado por segui-los!
Espanco-me agora, em redenção por meus pecados!
Canção de embalar, canção de embalar
Leva agora o pesar que me está a matar!
Canção de embalar, canção de embalar
Vem agora para meu ser reconfortar!
Movimentações absurdas,
Escândalos abafados em prazer!
Nunca me cansarei de mim!
Serei egocêntrico a esse ponto?
Sim, sem dúvida que sim!
Os nomes da liberdade, a vergonha do meu ser!
Outros mais virão, que para sempre me acordarão!
Outros mais virão…
Espero um dia acordar, entre as marés mais vistas,
Espero ser a música mais entediante
A mensagem mais obscura,
Ninguém é tão dispensável como eu!
Somente eu me ouço a falar!
Vozes escondem-se onde os ouvidos são raridade!
Multiplico a dor,
Só porque te quero ter!
Com esta falta de senso, nunca serás minha!
Com esta falta de nervo nunca serás rainha!
O que poderemos fazer por mim?
Posso ser muita coisa,
Mas reservado acima de tudo!
Tu que te fodas!
segunda-feira, 1 de junho de 2009
Olha

Olha,
Agora distantemente para o meu mundo...
Vê o que me resta provar!
Toda a minha realidade acenta
em virtudes que o meu ser sustenta!
Olha,
Vê-me atingir o meu fundo...
Vê como consigo rejubilar!
Dentro de toda esta fotografia borrada
sou a virtude mais afamada!
Tudo é tão real e poderoso
Enquanto é novo e não penoso!
Salta da campainha que te abriga
Liberta-me da mágoa que me fustiga!
Onde me devo esconder?
Onde me devo entreter?
Noites em altivas viagens,
Noites com subjacentes imagens!
Serei o mesmo
quando a noite rasgar?
Anjos e demónios!
Onde entrar agora
Que a cena desbravou?
Serei o mesmo
Quando a dor mitigar?
Deixa-me ir embora
Não desejo ver o que me matou!
Olha,
anseio o passado que me é impossivel de alcansar!
Vê o que devo amar...
Toda a minha vida aparenta
Depender desse amor que para sempre fermenta!
Olha...
Ausencia XXX
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