quinta-feira, 17 de abril de 2008

At a very fucked long time ago

Take me home
I am scared as a rat
Take me out of here
Many wounds inside my head

I lost the control
At a very fuck long time ago
I lost the control of my self
I lost the control of my self
I lost the control of my self

This is making me live hell
Maybe we should get away
Here I don’t see nothing as well
You won’t mind if I say

I lost the control of myself
At a very fucked long time ago
I lost the control of my self
I lost the control of my self
I lost the control of my self

I am cool but dumb
This is my plague
Cursed by this
But I borrow you
The shot love to take me to…
The shot love to take me to…
The shot love to take me to…
Upside nowhere!

Show me ways
You know the ones I want to see
There are days
Where I don’t even think in me

I lost the control of myself
At a very fucked long time ago
I lost the control of my self
I lost the control of my self
I lost the control of my self

I am cool but dumg
This is my plague
Cursed by this
But I borrow you
The shot love to take me to…
The shot love to take me to…
The shot love to take me to…
Upside nowhere!

Ser feliz!

“Não é difícil ser feliz!
Vira as costas á infelicidade!
Tapa os ouvidos ao fado
Tenta-te divertir um bom bocado!”

Tanta gente á tua volta!

Um mundo inteiro de sensações
Frias e distantes,
Como tanto anseias!

Sinto-me tão só,
Rodeado por toda a gente!

Mas, sozinho encho um campo de batalha!

As luzes,
Névoa que me embriaga!

Os reclames de néon
Característicos da antiga parte do Porto
Preciso da rápida melhora
Dos entraves da noite portuguesa!

Por onde andas que não te vejo,
Solto entraves! Escolhas difíceis e dúbias
Carrego na alma a noite de ser feliz!

(Confusos com o tema? Ainda agora iniciei!)

Nas ruas, o olhar estava calmo,
As pessoas levavam as suas vidas
Calculistas e triviais!

Inoperância de movimentos!

Leva-me ao desafogo!

Não quero continuar aqui!

A manhã é uma inimiga da arte!

Só o amanhecer Londrino é artístico
Todo o nevoeiro,
O ambiente regelado e inóspito!
Qual quadro romântico!

E…
Destruo-o para sempre as memórias
Que carregava em meu coração!

Sinto-me morto, incapaz de mover um músculo
Fraco golpe de situação!
Estranho golpe na virilha!

Caminha, tresloucado como sempre!

Aí viverás feliz!
Ou não…

II

Voltando ao inicio,
Ser feliz não é tão fácil como aparenta.

Parte quase sempre do entendimento
Entre duas pessoas,
Algo nem sempre fácil!

terça-feira, 15 de abril de 2008

Confissão

Meu coração ontem suplicou-me
Tira-me aí para fora e…
Esfaqueia-me incessantemente!

Porque apareces assim na minha vida!

É indecente o que estás a fazer!

Tinha jurado não mais amar!

Juro que te odeio
Raça impossível!

Por favor,
Estou a ficar azul…

E, no fim de contas!

Nem sequer sou tido como achado!

"Odeio-me!" confidenciou-me ele, ontem!

A alma mais fechada
o sorriso mais cerrado!

domingo, 13 de abril de 2008

Dança...

Qual a password?

O luxo!

Excita-me!
Quero-te tocar,
O Maio do amor!

Preciso da tua atenção!

A família me chama!
O afecto paternal começa a arder!

Prefiro continuar a fachada!

Onde iremos agora que a chuva voltou!

Não trabalharei mais!

Figura altiva
Quero correr

Preciso da chama da tua vida!

Preciso do fulgor de antigamente!

Preciso que me tragas até aqui
Preciso que me entendas!

A noite
Continua
Dança até caíres

Lá estarei para te socorrer!

O cavalo branco que nos acompanha
A luz altiva, depois a escuridão!

Deixa todas as pessoas estarem vivas
Se sentirem vivas!

Aí, sim, nossa vida
Será também mais alegre
E aberta
E fluida ao amor!

Vamos fundo, corremos rápido!

O nosso cavalo é só nosso!

Continua, dança até á exaustão!

sábado, 5 de abril de 2008

A flor que nos eleva


Chamam todos os nomes
Gostam de viver na cidade,
Pois as pessoas são preguiçosas

Onde cresce a flor que nos eleva?

Poderia ir para bem longe o infinito
Gostava de crescer a virtude de ser
Tudo aquilo que já fui!

Ode á flor que nos eleva!

Tenho medo de sentir
Que faço o meu mundo cair
Preciso de sentir a chama!

Onde cresce a flor que os eleva?

Sei que te desfaz
A mente circula livre
E chora!

Ode á flor que nos eleva!

Não entendo a minha ausência
Da minha própria pessoa!
Falta-me a luz!

Onde cresce a flor que os eleva?

Não me importo com a tristeza
Com a loucura ou a sapiência!
As almas fogem da virtude do ser!

Ode á flor que nos eleva!

Queria-te aqui
Entristecida e taciturna como sempre
Bloqueada no olhar!

Onde cresce a flor que nos eleva?

Todos os olhares corrompiam
As virtudes eram reescritas…
A vida sorria outra vez…

Ode á flor que nos eleva!